O quadro de incertezas gerado pela recessão econômica de 2016 não impediu o Governo do Brasil de melhorar de forma significativa a vida dos brasileiros em pouco mais de dois anos. O aperfeiçoamento do Bolsa Família, por exemplo, permitiu zerar a fila de espera e ampliar o número de beneficiários. Em junho, o programa favoreceu 86.283 famílias no Acre, o que representa um investimento de mais de R$ 22 milhões.
Além de acabar com a espera de milhares de famílias, o Governo do Brasil entendeu que os beneficiários precisavam de uma recomposição no valor do benefício e reajustou em 12,5%. Em abril deste ano, o presidente Michel Temer concedeu um novo reajuste de 5,67%, que passa a valer a partir de julho. Em dois anos, a valorização do poder de compra do benefício chega a 20%.
Em todo o País, o Bolsa Família vai beneficiar cerca de 13,7 milhões de famílias somente no mês de junho. O repasse feito pelo Ministério do Desenvolvimento Social será de R$ 2,4 bilhões, com o valor médio de R$ 178,04 por benefício. Neste mês, 327,6 mil novas famílias foram incluídas no programa.
Estudantes beneficiários do Bolsa Família comparecem a 95,8% das aulas
Dos mais de 13,2 milhões de estudantes beneficiários do Bolsa Família cuja frequência escolar foi acompanhada, 95,8% cumpriram as metas na educação, ou seja, compareceram às aulas. A condição é um dos compromissos que as famílias assumem ao ingressarem no programa, de que crianças e adolescentes, de 6 a 17 anos, estejam matriculadas e frequentando diariamente as atividades na escola.
Das 27 capitais, 16 alcançaram acompanhamento de frequência superior à média nacional (95,8%). Os destaques foram Macapá (AP), São Luís (MA) e Teresina (PI), com índices superiores a 99% dos estudantes beneficiários do Bolsa Família acompanhados. As demais capitais acima da média nacional foram Belém (PA), Belo Horizonte (MG), Boa Vista (RR), Brasília (DF), Cuiabá (MT), Florianópolis (SC), Goiânia (GO), João Pessoa (PB), Manaus (AM), Natal (RN), Palmas (TO), Porto Velho (RO) e Rio Branco (AC).
De acordo com o Ministério do Desenvolvimento Social, também houve um aumento no percentual de acompanhamento dos estudantes. A quantidade de crianças e jovens de 6 a 17 anos atendidas pelo programa é de 14,8 milhões. Desse número, em 2018, foi possível acompanhar a presença de 13,2 milhões, o que representa 89,06% do total. A expectativa é de que, nos próximos meses, os números sigam em progressão.

