Economy

Soja fecha em alta em Chicago por compras técnicas e preocupação com clima no Brasil

A tangerina e o tomate foram os itens que mais subiram em 2018, segundo os dados de inflação divulgados nesta sexta-feira (11). Já o abacate e o limão foram

CHICAGO (Reuters) - Os futuros da soja na bolsa de Chicago se recuperaram nesta sexta-feira de uma mínima de uma semana, em meio a compras técnicas e preocupações com as perspectivas da safra na América do Sul, enquanto o trigo também avançou com fatores técnicos e o milho recebeu um impulso da força da soja.


Esperanças de um degelo na relação comercial entre Estados Unidos e China sustentaram as cotações das commodities, conforme autoridades norte-americanas disseram que um importante negociador chinês pode visitar Washington neste mês para negociações de alto nível.

A soja para março fechou em alta de 3,5 centavos de dólar, a 9,1025 dólares por libra-peso, mas o contrato perdeu 1,2 por cento na semana, no quatro declínio nas últimas cinco semanas.

O clima quente e seco em partes do Brasil e chuvas excessivas na Argentina prejudicaram as perspectivas para a safra de soja na América do Sul, e especialistas em clima avaliam que o padrão deve continuar na próxima semana.

O milho para março fechou em alta de 2 centavos de dólar, a 3,7825 por bushel, perdendo 1,2 por cento na semana. Foi a quarta queda em cinco semanas.

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O contrato ganhou suporte técnico, enquanto operadores também monitoravam o clima desfavorável no Brasil e na Argentina.

No trigo, o contrato para março fechou em alta de 5,75 centavos de dólar, a 5,195 dólares por bushel, com apoio técnico. O contrato subiu 0,5 por cento na semana, o segundo avanço semanal consecutivo.

Os preços também foram ajudados por expectativas de que uma oferta em queda na Rússia eleve as oportunidades de exportação para o trigo dos EUA.

(Por Karl Plume)

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