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Reajuste de aposentadorias e pensões do INSS fecha 2018 em 3,43%

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Reajuste de aposentadorias e pensões do INSS fecha 2018 em 3,43%. Os 11,7 milhões de aposentados, pensionistas e titulares de auxílios do INSS que recebem acima do salário mínimo deverão ter 3,43% de reajuste anual, retroativo a 1º de janeiro. O percentual — referente ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) acumulado de janeiro a dezembro de 2018 — foi divulgado nesta sexta-feira, dia 11, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O indicador — que mede a inflação para as famílias com renda mensal de um a cinco salários mínimos — é sempre usado como base para corrigir os benefícios previdenciários. No caso dos que ganham acima do piso nacional, aplica-se apenas o INPC acumulado em 12 meses cheio.

O anúncio oficial, no entanto, deverá ser feito apenas na segunda-feira, dia 14, com a publicação de uma portaria no Diário Oficial da União. Em 2018, o aumento para os segurados que ganham mais do que o piso nacional foi de 2,07%.

Este ano, o aumento dos benefícios acima do mínimo virá no pagamento feito nos cinco primeiros dias úteis do fevereiro (do dia 1º ao dia 7), de acordo com o número final do cartão de pagamento do segurado (excluindo-se o dígito verificador).

O índice também atualizará o valor máximo pago pelo INSS a seus segurados. O teto dos benefícios — que até agora era de R$ 5.645,80 — deverá subir para R$ 5.839,45. Com isso, O trabalhador autônomo que recolhe até 20% sobre o teto passaria a desembolsar R$ 1.167,89 por mês.

Correção das faixas de contribuição

Além de corrigir os benefícios dos segurados da Previdência Social, o INPC atualiza também as faixas salariais de contribuição dos trabalhadores da iniciativa privada com carteira assinada, que recolhem 8%, 9% ou 11% para o INSS, de acordo com a renda mensal.

Se a aplicação do INPC for oficializada, a alíquota de 8% deverá ser paga por aqueles que ganham até R$ 1.751,81 por mês. Os que recebem entre R$ 1.751,82 e R$ 2.919,72 deverão recolher 9%. O desconto de 11% deverá ser aplicado para os trabalhadores com rendimentos mensais entre R$ 2.919,73 e R$ 5.839,45.

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