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INSS tem novos valores de pagamento dos benefícios em 2019

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INSS tem novos valores de pagamento dos benefícios em 2019. Aposentados, pensionistas e demais beneficiários do INSS receberão seus salários reajustados a partir do calendário de pagamentos que começa em 25 de janeiro, para quem recebe o piso salarial, e de 1º de fevereiro para os demais segurados.


Com base nos índices oficiais, o Agora calculou como ficarão os salários para beneficiários de diversas faixas de renda, considerando a correção e o desconto do Imposto de Renda, nos casos em que há tributação.

Benefícios do INSS com valores acima de um salário mínimo e concedidos até janeiro do ano passado deverão ser reajustados em 3,43%, inflação acumulada em 2018, segundo o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor). O piso salarial, de R$ 998, está estabelecido desde 1º de janeiro, por decreto do presidente Jair Bolsonaro (PSL).

Com a correção, o teto dos benefícios previdenciários deve passar de R$ 5.645,80 para R$ 5.839,45. A confirmação do reajuste, no entanto, ocorrerá após publicação de portaria no "Diário Oficial da União", o que deverá ocorrer nesta semana.

A correção deste ano deverá ser a terceira menor a partir de 1995, primeiro ano completo de vigor da moeda oficial do país, o real. No ano passado, o reajuste foi de 2,07%. Em 2007, de 3,3%.

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Benefícios do INSS maiores do que o piso passarão a ser pagos com a correção entre os dias 1º e 7 de fevereiro.

Para segurados que ganham o piso, os depósitos ocorrem entre os dias 25 de janeiro e 7 de fevereiro.
 

VALOR PROPORCIONAL

Quem passou a receber o benefício a partir de fevereiro do ano passado deve ter reajuste proporcional à inflação acumulada após a concessão da renda.

Considerando essa regra, aposentados em novembro, por exemplo, podem não ter reajuste ou, ainda, ter redução na renda. Isso pode ocorrer porque o INPC de dezembro, positivo em 0,14%, não foi suficiente para compensar o índice de -0,25% do mês anterior. Para evitar que beneficiários tenham redução salarial, o governo tem a possibilidade de considerar correção zero quando há inflação negativa.

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