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Economia dos EUA está “saudável” em termos de política monetária, diz Williams

Economia dos EUA está "saudável" em termos de política monetária, diz Williams

Por Richard Leong

NOVA YORK (Reuters) – Economia dos EUA está “saudável” em termos de política monetária, diz Williams. A economia dos EUA está numa situação saudável considerando “uma perspectiva puramente de política monetária”, mas há mais trabalho que os formuladores de política monetária podem fazer para garantir que o crescimento seja amplamente compartilhado, disse nesta quinta-feira o presidente do Federal Reserve de Nova York, John Williams.

“Estamos nos aproximando da mais longa expansão econômica já registrada, o desemprego está em níveis historicamente baixos e a inflação está próxima da nossa meta de 2 por cento”, disse Williams, em conferência em Nova York.

“Do ponto de vista da política monetária pura, esta é uma economia saudável. Mas estou ciente de que nem todos estão sentindo os benefícios do bom desempenho da economia.”

Nem todo mundo está feliz com a política do Fed. O presidente Donald Trump descreveu os aumentos de taxas de juros pelo BC norte-americano como um obstáculo ao forte crescimento econômico e pressionou publicamente os membros do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) a mudar de rumo.

Trump também está considerando duas pessoas para cargos em aberto na diretoria do Fed, Herman Cain e Stephen Moore, mais alinhados ao ponto de vista do presidente norte-americano. [nL1N21N0NP]

Williams disse aos repórteres depois de seu discurso que as críticas são algo natural e esperado. Como chefe do Fed de Nova York, Williams tem voto permanente no Fomc.

Sobre as taxas de juros, a ferramenta mais poderosa do banco central, o Fed tem “espaço para ser paciente”, disse Williams a repórteres. Ele vê um momento positivo no mercado de trabalho e um crescimento econômico de cerca de 2 por cento neste ano.

A ata do Fed, divulgada na véspera, mostrou que a maioria dos membros do Fomc espera juro estável (entre 2,25 por cento e 2,50 por cento) até o fim do ano, devido a preocupações com uma desaceleração global. [nL1N21S1G9]

((Tradução Redação São Paulo, 5511 56447702)) REUTERS AC

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