Atualização e alteração do endereço residencial no site do Detran. Para não deixar de receber notificações importantes, quem possui carteira de habilitação e um veículo registrado no Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran.SP) precisa manter o endereço de correspondência atualizado.
Manter os dados atualizados evita que o motorista deixe de receber informações importantes dos órgãos de trânsito, em tempo hábil, como notificações de multas ou aviso de suspensão do direito de dirigir, por exemplo.
Para isso não é necessário se deslocar a um posto de atendimento do órgão. A atualização pode ser feita de forma online pelo portal www.detran.sp.gov.br.
No topo da página do Detran.SP, basta clicar no link: “Serviços Online – Mais de 30 serviços disponíveis, acesse todos aqui” e, em seguida, em uma das opções nas colunas “CNH-Habilitação” ou “Veículos”.
O portal pedirá um rápido cadastro, a partir do número do CPF. Feito isso, escolha o serviço desejado, preencha o formulário e siga as orientações para finalizar a solicitação.
Condições
O portal aceitará o registro de novo endereço da CNH ou do veículo, na mesma cidade que a anterior, quando o motorista for titular de uma conta de consumo (energia, água/esgoto, gás, telefone fixo) emitida há pelo menos 15 dias na nova residência.
Se o motorista mudou-se de cidade, será necessário fazer a alteração de forma presencial, já que é obrigatória a transferência da habilitação e do veículo no novo município.
Ministro da Economia fala em ‘travar’ concursos públicos em 2019
Ministro da Economia fala em ‘travar’ concursos públicos. O ministro da Economia, Paulo Guedes, fez um discurso nesta segunda-feira (8) no qual falou em “travar” os concursos públicos.
Paulo Guedes deu a declaração ao participar de um seminário promovido pelos jornais “O Globo” e “Valor Econômico”, cujo tema era “E agora, Brasil?”, sobre os 100 dias do governo Jair Bolsonaro.
“Grande notícia: 50% do funcionalismo público se aposenta nos próximos cinco anos. A primeira coisa, concursos públicos. Trava esse negócio aí. Quero saber por que precisa, tem que ver os atributos”, declarou o ministro.
No mês passado, o governo editou um decreto para estabelecer critérios mais rígidos para abertura de vagas por meio de concursos públicos. As regras passarão a valer a partir de 1º de junho.
De acordo com o governo federal, haverá “maior rigor na autorização de concurso público e na autorização de nomeação de aprovados”.
Entre as mudanças:
- os órgãos públicos deverão respeitar critérios mais específicos e rigorosos para justificar novos concursos;
- o concurso não terá prazo de validade superior a dois anos (salvo se houver previsão no edital);
- os órgãos públicos deverão provar que tentaram outras medidas para preencher as vagas, como remanejamento de pessoal.
Aposentadoria de servidores
De acordo com o ministro Paulo Guedes, a aposentadoria dos servidores públicos vai “desidratar pela metade” o efeito do funcionalismo público e, também, digitalizar os procedimentos.
Segundo a proposta de orçamento de 2019, o governo federal prevê gastar R$ 326,87 bilhões com os servidores públicos neste ano. O valor inclui despesas com servidores ativos, inativos e pensionistas dos poderes Executivo, Legislativo, Judiciário, do Ministério Público e da Defensoria Pública.
Bancos públicos e privatizações
O ministro da Economia também declarou que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) vai devolver ao governo federal R$ 126 bilhões em recursos emprestados para a instituição financeira no passado.
Além disso, também declarou que o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal farão a devolução de outros R$ 80 bilhões em “instrumentos híbridos de crédito”. Segundo ele, também são recursos emprestados pela União no passado.
“A Caixa vai vender subsidiária para me pagar, e o BB também. Paguem à União”, declarou.
Paulo Guedes informou, ainda, que pretende conseguir outros R$ 80 bilhões por meio de privatizações.
Ao todo, serão arrecadados, com essas três iniciativas, mais de R$ 280 bilhões neste ano, afirmou o ministro da Economia. Fonte G1

