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INSS continuava pagando aposentadoria para falecido

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INSS continuava pagando aposentadoria para falecido. Duas pessoas foram presas em flagrante, em São Paulo (SP), nesta segunda-feira (29), em operação da Força-Tarefa Previdenciária. Um idoso e uma mulher sacavam mensalmente o benefício de um segurado que morreu há 21 anos. A investigação começou depois que servidores do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) suspeitaram do possível óbito do titular da aposentadoria por tempo de contribuição no valor de um salário mínimo. O CPF do segurado, nascido em 9 de junho de 1922, já estava suspenso na Receita Federal.

Investigadores ouviram relatos de vizinhos no endereço cadastrado nos sistemas do INSS e foram informados de que o titular do benefício já havia morrido havia muitos anos. A Polícia Federal, em parceria com a Coordenação-Geral de Inteligência Previdenciária e Trabalhista (COINT) da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, aprofundou as análises para a caracterização do modus operandi da fraude e identificou o local dos saques fraudulentos.

O idoso preso era cunhado do beneficiário falecido e se passava por este, inclusive nas provas de vida. Nos saques, ele ia acompanhado da neta do falecido, que também foi presa. O valor sacado na data de hoje foi apreendido pela Polícia Federal.

Segundo informações da neta, o segurado morreu em 8 de janeiro de 1998, há 21 anos. Pelo tempo decorrido entre o óbito do titular e a duração dos saques pelo falsário, em valores brutos, estima-se um prejuízo de R$ 251.862,55, já aplicadas as devidas correções monetárias.

Veja a nova calculadora que simula contribuição na Reforma da Previdência Social pelo INSS

Veja a nova calculadora que simula contribuição na Reforma da Previdência Social pelo INSS. O governo federal lançou em seu Portal de Serviços uma calculadora que permite tanto aos segurados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), quanto aos servidores, descobrir de quanto será sua contribuição e quando poderão se aposentar, segundo as regras da reforma da Previdência. Por enquanto, apenas a simulação da alíquota de contribuição está disponível, mas o site informa que o cálculo da aposentadoria poderá ser feito em breve.

Para utilizar a calculadora, o segurado deverá informar se é servidor público federal (Poder Executivo, Legislativo e Judiciário da União) ou filiado ao INSS (empregado, doméstico, trabalhador avulso). Também será necessário colocar o valor do salário atual. O aplicativo, então, mostrará uma comparação, revelando a contribuição do usuário pela regra atual e o novo valor de contribuição, segundo novas regras.

Hoje, são três percentuais de contribuição para o INSS estabelecidos de acordo com a faixa de renda do empregado com carteira assinada: 8%, 9% e 11% (o cálculo é feito sobre todo o salário). Mas os percentuais, agora, vão variar de 7,5% a 14%, e as alíquotas serão progressivas, ou seja, o cálculo será feito sobre cada faixa de salário, como ocorre no Imposto de Renda.

Para os servidores, haverá oito alíquotas previdenciárias, de 7,5% a 22%. Atualmente, a alíquota é de 11% para todos.

Na página da calculadora, o usuário também tem acesso ao texto da PEC 6/2019. Os serviços estão disponíveis para computador e dispositivos móveis.

O aplicativo informa que a simulação não possui efeito legal nem garante o direito ao benefício.

O serviço está disponível em www.servicos.gov.br/calculadora/.

O jornal O GLOBO lançou em fevereiro uma calculadora que ajuda a entender as possibilidades que estarão disponíveis para os trabalhadores privados e do setor público. Confira aqui. Fonte Jornal Extra


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