Latin America

Milho amplia perdas em Chicago após relatório do USDA; soja se recupera

CHICAGO (Reuters) – Os contratos futuros do milho em Chicago despencaram pelo segundo dia consecutivo nesta terça-feira, cedendo 4,1% e atingindo uma mínima de três meses, depois de o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) elevar surpreendentemente na segunda-feira sua estimativa para a produção do cereal, o que continuou a pressionar fortemente o mercado, segundo operadores.

Os futuros da soja recuperaram a maior parte das perdas de segunda-feira, com sinais de alívio nas tensões comerciais entre EUA e China, além de preocupações de que as condições secas prejudiquem o desenvolvimento da safra no Meio-Oeste norte-americano.

O USDA surpreendeu o mercado de grãos na segunda-feira ao elevar sua perspectiva para a produção de milho dos EUA neste ano, reduzindo a estimativa de plantios afetados pelas chuvas e aumentando a projeção para os rendimentos.

O governo de Donald Trump irá adiar a imposição de uma tarifa de 10% sobre determinados produtos chineses, como laptops e celulares, que estava prevista para entrar em vigor no mês que vem, disse o gabinete do Representante de Comércio dos EUA.

O contrato novembro da soja fechou em alta de 9,75 centavos de dólar, a 8,89 dólares por bushel, em seu quarto dia de ganhos nas últimas cinco sessões.

O milho para dezembro recuou 16,25 centavos de dólar, para 3,765 dólares o bushel, fechando logo acima da mínima da sessão, de 3,76 dólares. O preço foi o mais baixo para o contrato mais ativo desde 16 de maio.

O vencimento setembro do trigo avançou 0,25 centavo de dólar, fechando a 4,72 dólares/bushel.

(Reportagem adicional de Gus Trompiz em Paris e Naveen Thukral em Cingapura)

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