Saiba quando você poderá se aposentar no INSS depois da aprovação da Previdência em 2019

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SÃO PAULO, SP, 27.08.2018 - Beneficio dos aposentados serão depositados a partir de hoje (27) a 10 de setembro na folha de pagamento mensal do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). Na foto, site do INSS do celular. (Foto: Adriana Toffetti/A7 Press/Folhapress)

Saiba quando você poderá se aposentar no INSS depois da aprovação da Previdência. A partir da publicação da nova legislação, prevista para novembro, quem quiser saber quando irá se aposentar precisará entender um emaranhado de regras ainda maior do que o atual.

O ponto de partida para planejar a nova data de aposentadoria é somar as contribuições atuais. Uma alternativa para fazer essa conta é utilizar o portal de serviços do INSS na internet (meu.inss.gov.br) ou pelo aplicativo Meu INSS.

Pelo Meu INSS é possível acessar o extrato do Cnis (Cadastro Nacional de Informações Sociais), onde estão registrados períodos de contribuição do trabalhador. O órgão ainda não disponibiliza um sistema para calcular a aposentadoria conforme as novas regras.

O Agora fornece em seu site (www.agora.com.br) uma calculadora que permite simular quanto tempo será necessário esperar para pedir a aposentadoria após a reforma

Novas regras

Para empregados do setor privado, a nova legislação acaba com a aposentadoria por tempo de contribuição e institui idades mínimas de aposentadoria de 62 anos, para a mulher, e de 65 anos, para o homem.
Antes da implantação das idades mínimas definitivas, a reforma prevê um período de transição que elevará aos poucos as exigências para o acesso aos benefícios.

Serão cinco regras de transição nas quais o trabalhador comum com carteira assinada poderá se encaixar.

Existem ainda regras diferentes para servidores públicos federais e trabalhadores que exercem atividades insalubres ou perigosas.
“Será muito mais complicado pensar na aposentadoria porque o trabalhador pode entrar em mais de uma regra de transição e ele precisará compreender todas elas”, diz Adriane Bramante, presidente do IBDP (Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário). “Quem não entender a transição poderá ter a aposentadoria prejudicada.”