SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Novos protestos na madrugada de segunda para esta terça-feira (26) marcaram a rotina no Palmeiras. A empresa de Maurício Galiotte, presidente do clube alviverde, sediada em Barueri (SP), amanheceu com bananas à frente da porta, adesivadas com fotos do dirigente.
Além disso, uma faixa foi pendurada com as expressões “Maurício banana” e “Mattos ladrão”. O ato foi organizado pela Mancha Verde, a mesma uniformizada que xinga o diretor de futebol do clube alviverde, Alexandre Mattos, em todos os jogos disputados no Allianz Parque estádio que também foi alvo de protestos.
Novas faixas foram colocadas por uma outra organizada, de menor porte, em frente ao Allianz, com os dizeres “fora Mattos”, “fora Mano” e “Maurício omisso”.
As reclamações acontecem dias após a entrevista de Mattos afirmando que o planejamento de 2020 conta com ele e com a permanência de Mano Menezes.
A relação entre organizada e diretoria não é boa desde o meio do ano. A crise já teve episódios como ameaça de morte a Luiz Felipe Scolari, então técnico do Palmeiras, na entrada da Academia de Futebol e ida a porta da casa de Alexandre Mattos, com direito a flores enviadas para a esposa do diretor.
A princípio, Maurício Galiotte afirmou que o projeto será mantido para a próxima temporada com os mesmos nomes que estão no comando no momento.

