Atlético-MG repete erros e busca técnico há dois meses
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Atlético-MG repete erros e busca técnico há dois meses

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BELO HORIZONTE, MG (UOL/FOLHAPRESS) – O Atlético-MG optou pela demissão de Rodrigo Santana em 13 de outubro passado. Um dia depois, o clube anunciou a contratação de Vagner Mancini até o fim de 2019. Naquele período, a diretoria já tinha a intenção de buscar um novo nome para 2020.
O departamento de futebol, liderado pelo presidente Sérgio Sette Câmara e o executivo Rui Costa, não pensava em seguir com Mancini no próximo ano. O técnico foi comunicado ao fim do Campeonato Brasileiro. No entanto, esta já era a intenção da cúpula.
A situação é semelhante às vividas em 2018 e 2019. Nos dois anos, o clube contou com um interino e foi à procura de alguém para o cargo. O problema é que, em ambas as situações, teve dificuldades e acabou seguindo com os interinos. Na primeira oportunidade, Thiago Larghi foi efetivado, enquanto Rodrigo Santana recebeu a chance na segunda.
Neste período, o Atlético já procurava nomes para o cargo. Fábio Carille, ex-treinador do Corinthians, e Jorge Sampaoli, antigo comandante do Santos, foram alvos da diretoria e chegaram a conversar.
O primeiro, no entanto, tem a intenção de trabalhar na China ou nos Emirados Árabes Unidos. O acordo com um clube brasileiro é tratado como plano B pelo técnico e seu estafe.
O argentino, por outro lado, fez exigências que não podem ser atendidas pela diretoria. Sampaoli quer receber 4,5 milhões de euros (cerca de R$ 20,4 milhões) livres por ano, o que é considerado impossível pela diretoria. Ele ainda deseja um investimento elevado em contratações, o que também está fora dos planos. O Atlético quer gastar R$ 20 milhões em reforços na próxima temporada.
Agora, dez dias após o fim do Campeonato Brasileiro, o Atlético ainda não tem um nome que possa assumir o time em 2020. A diretoria até cogitou outros treinadores, mas ainda está longe de um acordo com os nomes que estão em pauta.

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