Cetesb reúne profissionais para discutir logística reversa no Estado
São Paulo

Cetesb reúne profissionais para discutir logística reversa no Estado

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A Divisão de Logística Reversa e Gestão de Resíduos Sólidos da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), coordenadora do Grupo de Trabalho 3 do Comitê de Integração de Resíduos Sólidos da Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente (SIMA), promoveu na última terça-feira (18) um workshop com a participação de representantes de prefeituras e consórcios municipais para discutir a participação de municípios na logística reversa, instituída na Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), conforme a Lei Federal nº 12.305, aprovada em 2010.

Foram tratados, na pauta de discussão, temas ligados à remuneração dos municípios por sistemas de logística reversa e como as cidades podem fiscalizar a coleta e a restituição dos resíduos sólidos em estabelecimentos comerciais, de prestação de serviços e industriais licenciados pela própria administração municipal.

A coordenação das discussões esteve a cargo da gerente da Divisão de Logística Reversa da Cetesb, Lia Demange. Na abertura do encontro, a gestora destacou que a pauta do workshop foi objeto de discussão Grupo de Trabalho 3 do Comitê de Integração de Resíduos Sólidos, no âmbito da SIMA.

“Estivemos reunidos no ano passado com as entidades gestoras dos sistemas de logística reversa em questões que dialogassem com o município. No âmbito estadual, a inclusão da logística reversa no licenciamento fez toda a diferença para aumento da adesão de empresas a sistemas de logística reversa”, explicou.

Oportunidade

O evento foi aberto pela diretora-presidente da Cetesb, Patrícia Iglecias, que ressaltou a importância do trabalho da Divisão de Logística Reversa com os municípios. Segundo a dirigente, o fato de se reunir representantes de municípios com características completamente distintas e de localizações diferentes do Estado é uma oportunidade de se promover a troca de experiências para avanços na logística reversa, por meio de mudanças no padrão de consumo, da destinação dos resíduos, da atuação das empresas e também na forma com que se pensa a questão, não apenas na destinação dos resíduos, mas da geração e da fabricação dos produtos.

Segundo Patrícia Iglecias, vários números que indicam um aperfeiçoamento no que diz respeito à logística reversa em São Paulo e à adesão de empresas aos planos, que saltou de 1.276 em dezembro em 2018 para 1.848 em dezembro de 2019, representando um aumento de 44%. A diretora-presidente ressaltou, ainda, a exigência dos planos de logística reversa para a concessão e renovação das licenças ambientais.

Patrícia Iglecias também abordou a importância da troca de experiências nesse campo, principalmente no âmbito dos municípios. “Vocês são importantes articuladores para se buscar um avanço nessa agenda. O desafio não é somente do Estado. É o desafio de todas as esferas públicas, tanto federal quanto estadual e municipal”, disse aos participantes.

Estiveram presentes no workshop representantes das prefeituras de Registro, Lorena, Eldorado, Limeira, São José do Rio Preto, São Caetano do Sul, Iguape, Ribeirão Preto, Joanópolis, Rio Grande da Serra, Cananéia, Piracicaba, Louveira, Barra do Turvo, Ribeirão Pires, Juquiá e São Paulo, além de representantes dos Consórcios Cioeste, Consimares e do Grande ABC.

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