China concede mais cotas de importação de grãos para aumentar compras, dizem fontes
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China concede mais cotas de importação de grãos para aumentar compras, dizem fontes

China concede mais cotas de importação de grãos para aumentar compras, dizem fontes

Por Hallie Gu e Dominique Patton

PEQUIM (Reuters) – A China está alocando mais cotas para importação de milho com tarifas baixas neste ano e poderá expandir o uso também de cotas para o trigo, à medida que busca aumentar compras de bens agrícolas junto aos Estados Unidos e cumprir regras globais de comércio, disseram três fontes.

A China tem uma meta de 95% de autossuficiência em seu consumo de arroz, milho e trigo, mas permite certo volume de importações por meio de um sistema de cotas tarifárias.

As cotas permitem que importadores comprem volumes específicos com tarifas baixas, de 1%, ante 65% sem as cotas.

Mas o sistema tem sido criticado por exportadores de grãos, que dizem que o governo chinês não concede os volumes prometidos de cotas, limitando as compras externas.

Como parte da fase 1 de um acordo comercial com os Estados Unidos em janeiro, a China se comprometeu a permitir o uso total das cotas. O país também emitiu mais de 6 milhões de toneladas de cotas para milho em 2020 até o momento, disseram duas fontes com conhecimento do assunto.

O número inclui uma cota de 1,5 milhão de toneladas emitida no mês passado, além das tradicionalmente concedidas no início do ano, quando a maior parte das cotas é alocada.

O governo chinês poderia conceder um total de 7,2 milhões de toneladas em cotas de milho, acrescentou uma das fontes com conhecimento dos planos do governo, e assim seria a primeira vez em que houve alocação total da cota de milho.

A Comissão Nacional de Reforma e Desenvolvimento não respondeu a um pedido de comentário enviado após o horário comercial.

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