Viúva de Chadwick Boseman se emociona com homenagem póstuma ao marido
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Viúva de Chadwick Boseman se emociona com homenagem póstuma ao marido

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A cantora Taylor Simone Ledward, viúva do ator Chadwick Boseman, se emocionou ao agradecer o prêmio póstumo recebido pelo marido no Gotham Awards 2021. O astro de “Pantera Negra”, que morreu em agosto de 2020, foi o grande homenageado da premiação, que aconteceu virtualmente na noite desta segunda (11).

“Ele foi a pessoa mais honesta que eu já conheci. Ele procurou ativamente por isso em si mesmo, nas pessoas ao seu redor e no momento em que viveu.”, disse Taylor.

“A verdade pode ser uma coisa muito fácil para você evitar, mas se não for para se viver de verdade, então é impossível viver a vida. Assim se tornou a maneira como ele vivia sua vida, dia após dia. Imperfeito, mas determinado. Ele foi abençoado por viver muitas vidas dentro de uma só. Ele aproveitou o poder de deixar ir e deixar o amor de Deus brilhar. […] Que não possamos deixar sua convicção em vão”, acrescentou ela.

Foi a primeira vez que Taylor se pronunciou publicamente desde a morte do ator. Eles estavam juntos desde 2015. “Chad, obrigada. Eu te amo. Estou muito orgulhosa de você. Continue nos iluminando. Obrigada”, concluiu ela.

Boseman teve câncer de cólon diagnosticado quatro anos antes de sua morte. “Um verdadeiro lutador, Chadwick perseverou em tudo e trouxe a você muitos dos filmes que você aprendeu a amar”, publicaram na conta oficial de Boseman no Twitter na ocasião da morte. Durante esse período, no entanto, o diagnóstico não havia sido trazido a público.

Além do sucesso em “Pantera Negra”, de 2018, Boseman também atuou recentemente nos filmes “Crime Sem Saída”, de 2019, e “Destacamento Blood”, de 2020, longa de Spike Lee sobre a Guerra do Vietnã que estreou na Netflix em meio aos protestos do movimento Black Lives Matter. Em dezembro, estreou “Ma Rainey’s Black Bottom”, longa em que ele interpreta Levee, um trompetista dos anos 1920 que participa de uma gravação da lendária Mãe do Blues, Ma Rainey (Viola Davis).

“Pantera Negra” foi o primeiro filme de super-herói indicado à principal categoria do Oscar e o personagem, cuja alcunha remete ao grupo de ativistas negros, se tornou um símbolo cultural.

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