Vacina da Covid não será obrigatória para competir em Tóquio, diz comitê paralímpico dos EUA
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Vacina da Covid não será obrigatória para competir em Tóquio, diz comitê paralímpico dos EUA

Vacina da Covid não será obrigatória para competir em Tóquio, diz comitê paralímpico dos EUA

O Comitê Paralímpico dos Estados Unidos (USOPC) ajudará os atletas a conseguirem vacinas contra Covid-19, mas não exigirá que a tomem para competir nos Jogos de Tóquio, disse sua presidente-executiva, Sarah Hirshland, nesta quarta-feira.

Como no dia anterior o presidente norte-americano, Joe Biden, orientou os Estados a ampliarem o acesso a vacinas a pessoas de 18 anos ou mais a partir de 19 de abril, a maioria dos atletas terá acesso ao imunizante bem antes da abertura da Olimpíada de Tóquio, no dia 23 de julho, mas o USOPC não o exigirá.

Em vez disso, o USOPC disse que fornecerá apoio logístico para conectar atletas e outros funcionários a locais onde podem ser vacinados.

“Não estamos rastreando, não exigiremos a vacina nem dos atletas da equipe dos EUA, nem de quaisquer outros membros da delegação”, disse Hirshland durante a sessão inaugural da reunião virtual de três dias da equipe norte-americana.

“Estamos facilitando totalmente este acesso para tentar ajudar a conectar as pessoas com os sistemas locais de saúde pública ou de hospitais locais, com prestadores locais, para que, onde quer que estejam treinando no país, tenham uma rota fácil para se vacinar.”

O USOPC está incentivando atletas e funcionários a receberem a vacina particularmente agora que o Japão está entrando no que parece ser uma quarta onda da pandemia a 107 dias da cerimônia de abertura dos Jogos.

Os atletas parecem estar ouvindo o conselho da entidade, e aqueles que participaram da reunião nesta quarta-feira indicaram que ou já tomaram a vacina ou se registraram para receber uma.

(Reportagem adicional de Amy Tennery)

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