Bolsas da Ásia fecham em alta com melhora do sentimento global
Economia

Bolsas da Ásia fecham em alta com melhora do sentimento global

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As bolsas da Ásia fecharam em alta nesta quinta-feira, 22, com a melhora do sentimento global. Após a aversão ao risco que predominou no começo da semana devido ao avanço da variante delta do coronavírus, os índices acionários asiáticos, depois de dois pregões mistos, acompanham agora a recuperação dos mercados em Nova York e na Europa.

Na China continental, o índice Xangai Composto subiu 0,3%, a 3.574,73 pontos, e o menos abrangente Shenzhen Composto avançou 0,5%, a 2.503,85 pontos. No Japão, um feriado manteve os mercados fechados e, portanto, o índice Nikkei não abriu.

Em Hong Kong, o Hang Seng encerrou com ganho de 1,8%, a 27.723.84 pontos, e o Kospi subiu 1,1% em Seul, a 3.250,21 pontos. A bolsa sul-coreana registrou alta pela primeira vez em cinco pregões, impulsionada por ações de tecnologia, finanças, aço e varejo. Os investidores deslocaram o foco das preocupações com a pandemia para os balanços corporativos do segundo trimestre.

No final da noite de ontem, a Fitch reafirmou o rating AA- da Coreia do Sul e manteve a perspectiva estável para a nota de crédito do país asiático.

Na Oceania, a bolsa da Austrália subiu mesmo em meio ao lockdown no país para conter a piora da pandemia de covid-19. O S&P/ASX 200 registrou alta hoje de 1,1% em Sydney, ao recorde de 7.386,4 pontos, também com foco em notícias corporativas.

Apesar da recuperação vista hoje nos mercados acionários, a cautela com a variante delta do coronavírus na Ásia ainda fica no radar, ainda que esteja em segundo plano. A Indonésia, por exemplo, tornou-se o epicentro da pandemia, segundo especialistas, enquanto o número de hospitalizações também tem subido na Malásia.

Ainda ficam no radar as tensões entre os Estados Unidos e China. Ontem, Washington anunciou que a vice-secretária de Estado americana, Wendy Sherman, viajará a Pequim nos dias 25 e 26 de julho. Nesta semana, os EUA e países aliados acusaram a China de ter usado o sistema de e-mails Microsoft Exchange para praticar ciberespionagem no mundo, o que foi negado pelas autoridades chineses. (Com informações da Dow Jones Newswires).

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