Black Friday: Saiba como verificar um site seguro
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Black Friday: Saiba como verificar um site seguro

Procon informa  sobre cuidados com as compras online na semana do  Black Friday

Black Friday: Saiba como verificar um site seguro A Black Friday pode ser uma oportunidade para comprar produtos e serviços com desconto, mas também um prato cheio para cair em golpes. Criminosos aproveitam a data para divulgar falsas ofertas que atraem principalmente os consumidores desatentos.

UOL reuniu dicas do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor), do Procon-SP, da Febraban (Federação Brasileira de Bancos) e de especialista para fugir de armadilhas.

A Black Friday é uma liquidação online que começou nos Estados Unidos. Na sexta-feira seguinte ao Dia de Ação de Graças, as lojas costumam baixar os preços, com o objetivo de renovar os estoques para o Natal.

Em 2021, a promoção acontecerá no dia 26 de novembro.

1- Desconfie das promoções exageradas

Promoções exageradas podem ser uma estratégia para fisgar o consumidor e direcioná-lo a uma fraude.

Caso encontre uma promoção aparentemente imperdível, pesquise o preço na concorrência.

2- Verifique se o site é confiável

Cheque se a loja ou plataforma existe mesmo. Verifique se a empresa tem endereço físico e SAC (Serviço de Atendimento ao Cliente). Essas informações devem estar indicadas com clareza na página.

O Procon-SP tem uma lista com mais de 500 sites considerados não-confiáveis.

Tenha cuidado especial ao clicar em ofertas recebidas por email ou nas redes sociais. Elas podem levar a um site falso que simula o espaço de compras de uma loja conhecida.

“Caso tenha dúvida sobre alguma oferta recebida por link, acesse o site da loja por outra aba do navegador e tente encontrar a promoção”, recomenda Milene Jacob, especialista em fintechs do escritório Baptista Luz Advogados.

A Febraban alerta que muitos fraudadores usam “links patrocinados” para ganhar visibilidade nos resultados de buscas.

3- Confira a reputação da loja

Antes da compra é importante investigar a reputação da loja, o nível de qualidade do serviço e também a postura no relacionamento com os clientes. Pesquise esses dados em rankings como o do Consumidor.gov.br e o ReclameAqui.

4- Não compre utilizando redes públicas de WiFi

Redes públicas de internet são mais vulneráveis à interceptação de dados pessoais. A recomendação é que o usuário use o WiFi público para pesquisar preços e sites, caso precise, mas finalize as compras usando uma rede particular.

5- Se puder, utilize um cartão de crédito virtual

Dê preferência para cartões virtuais em compras online. Desta forma, um número de cartão novo é ativado no próprio aplicativo do banco ou fintech e expira pouco tempo depois. Isso evita que golpistas usem os dados de um cartão fixo para fazer compras ilegais.

“Alternativamente, a instituição emissora do cartão pode disponibilizar um cartão virtual recorrente, que pode ser bloqueado ou desabilitado, a pedido do cliente”, diz Milene Jacob.

6- Cuidado com boletos e Pix

O Idec recomenda evitar sites que só aceitam pagamento via boleto. “Além de não passar pela verificação da administradora do cartão, caso haja fraude, [você] não conseguirá reaver o valor pago”, diz o instituto.

Se for pagar no boleto, a Febraban indica conferir quem é a empresa beneficiária que aparece no momento do pagamento, no aplicativo ou site do banco. “Se o nome for diferente da marca ou empresa onde a compra foi feita, a transação não deve ser concluída.”

Segundo Milene Jacob, o mesmo cuidado é necessário para compras via Pix. “É muito importante conferir atentamente o CNPJ da loja ou CPF do vendedor e valores, cruzando-os com os da compra e do vendedor.”

7- Compra presencial? Confira valor na maquininha

Conferir o valor na máquina de cartão é um cuidado fundamental para compras presenciais.

Um golpe simples e comum acontece quando o criminoso insere um valor maior e cobre discretamente o visor ao passar a máquina ao cliente. Em outros casos, o golpista apresenta uma maquininha com visor quebrado, o que impede a leitura do valor. Fonte: Economia Uol

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