Hackers invadem link de audiência virtual de Djokovic e transmitem música e pornografia
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Hackers invadem link de audiência virtual de Djokovic e transmitem música e pornografia

Hackers invadem link de audiência virtual de Djokovic e transmitem música e pornografia

A decisão da Justiça da Austrália de permitir que público e imprensa pudessem assistir à audiência do julgamento do recurso do astro do tênis Novak Djokovic contra o cancelamento de seu visto, nesta segunda-feira, resultou em confusão, uma vez que hackers sequestraram o link da transmissão para tocar música alta e pornografia.

Por conta das restrições do coronavírus, a audiência foi conduzida de maneira virtual, por meio de videoconferência entre o juiz do caso e os advogados do governo australiano e de Djokovic.

Minutos antes da audiência começar, os jornalistas entraram em um link da plataforma Microsoft Teams fornecido pelo tribunal, sem saber que a corte havia substituído o link pouco antes. Esperando ver a sessão em tempo real, foram, em vez disso, surpreendidos com imagens pornográficas.

A diretora de esportes digitais da News Corp, Emily Benammar, observou ironicamente que os invasores virtuais pelo menos forneceram um ingrediente que estava faltando em um dos maiores dramas jurídicos da Austrália nos últimos anos.

“Pornografia: a única coisa que estava faltando na saga Djokovic”, disse Benammar em uma publicação no Twitter.

O link, que havia sido compartilhado amplamente nas redes sociais nos dias anteriores, foi substituído por um novo link, enviado pela Justiça aos veículos de imprensa. No horário marcado para o início da audiência, às 10h da manhã (horário local), o novo link levou a um website que caiu por conta do excesso de visitantes.

Na audiência, Djokovic foi liberado da detenção pela imigração da Austrália, uma vez que o juiz Anthony Kelly concluiu que a decisão do governo federal na semana passada de revogar o visto do tenista sérvio em meio a uma disputa sobre sua dispensa médica para não cumprir as exigências de vacinação contra a Covid-19 não era “razoável”.

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