O presidente da Fundação Cultural Palmares, Sérgio Camargo, voltou a usar o Twitter nesta segunda-feira (14) para criticar o refugiado congolês Moïse Kabagambe, brutalmente assassinado em um quiosque na Barra da Tijuca, quando foi cobrar duas diárias de trabalho atrasadas.
Camargo escreveu: “O brutal assassinato NADA teve a ver com racismo! Moise foi vítima da selvageria de PRETOS como ele.”
No mesmo tweet, ele completa: “Fiz da Palmares, desconhecida antes de mim, uma autêntica instituição cultural.”

