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Explosão é ouvida no centro de cidade no leste da Ucrânia

SÃO PAULO, SP (UOL-FOLHAPRESS) – Uma testemunha da agência de notícias Reuters afirmou ter ouvido uma explosão na manhã de segunda-feira (21), (horário local; noite de domingo no Brasil), no centro da cidade de Donetsk, controlada por separatistas apoiados pela Rússia, no leste da Ucrânia.

Ainda não há informações sobre a origem das explosões.

Na noite de sábado e início de domingo (horário local), moradores do centro da cidade de Donetsk também informaram ter ouvido diversas explosões, em meio à tensão de uma possível invasão da Rússia.

Não há informações sobre a origem das explosões de ontem -as autoridades separatistas locais e o governo ucraniano ainda não se pronunciaram sobre o assunto.

Dois soldados ucranianos também foram mortos no sábado (19) na linha de frente dos conflitos com separatistas pró-Moscou, no leste da Ucrânia. Estas foram as primeiras baixas entre militares, em mais de um mês de crise na fronteira com a Rússia.

Outros quatro soldados ficaram feridos e estão hospitalizados, informou o Exército ucraniano em um comunicado, em que acusa os rebeldes de liderarem os bombardeios e de terem cometido 70 violações da trégua que deveria estar em vigor.

MINISTRO E JORNALISTAS SÃO ALVO DE TIROS

Ontem, o ministro do Interior da Ucrânia, Denys Monastyrskiy, e um grupo de jornalistas foram alvos de tiros de morteiro no leste do país neste sábado, noticiou a CNN Internacional. Ninguém ficou ferido. Cerca de uma dúzia de tiros de morteiro caíram a algumas centenas de metros do grupo.

Em uma entrevista coletiva mais tarde na cidade de Kramatorsk, Monastyrskiy disse que há informações de avanço do exército russo no território ucraniano. Nos últimos dias, as Forças Armadas do país relataram um aumento no disparo de armas pesadas contra suas posições.

O Ministério da Defesa ucraniano disse que até as 17h (horário local) de sábado, “70 violações do regime de cessar-fogo foram registradas pelas forças de ocupação russas, 60 das quais usando armas proibidas pelos acordos de Minsk”.

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