Com o final do ano se aproximando cada vez mais, é comum vermos retrospectivas em diversos canais de televisão, jornais, revistas, plataformas digitais e até em redes sociais como o Facebook e o Instagram.
De acordo com publicação da renomadíssima revista no assunto, a Casa Cor da editora Abril, as obras e projetos refletem diretamente pautas relativas ao mundo contemporâneo, como por exemplo:
- Sustentabilidade
- Viabilidade Pública
- Inovação
Todos os projetos arquitetônicos que veremos ao longo da reportagem são de autoria de profissionais já extremamente renomados e conhecidos no mundo da arquitetura e do design.
Inclusive, suas obras são tão renomadas e reconhecidas em nível mundial que, para trabalhar ao lado de profissionais deste calibre, não basta apenas uma carta de intenção pronta, mas sim, experiência e um portfólio com projetos de tirar o fôlego.
Além disso, dentre as obras mais absurdas deste ano, temos diferentes padrões e tipos de construção, como bibliotecas, prédios e complexos verdes que refletem a pauta da sustentabilidade, tão crucial nos dias de hoje.
Sem mais delongas, vamos então dar uma olhada nos projetos mais incríveis e inacreditáveis de todo o ano.
Aquarela – Quito, Equador
O primeiro projeto arquitetônico que comentaremos hoje está disponível, como foi constatado anteriormente, na revista Casa Cor, juntamente com outras disponíveis na reportagem de hoje.
A obra mais recente de Jean Nouvel, um respeitado arquiteto francês, denominada Aquarela, é um grande complexo de residências que conta com 650 unidades na capital do Equador.
Nouvel é considerado um dos arquitetos mais influentes e importantes dos últimos tempos, sendo membro fundador do Sindicato da Arquitetura de Paris, o Syndicat de l’Architecture.
Além disso, Nouvel se graduou, especializou e adquiriu a maior parte de seus conhecimentos arquitetônicos na Escola de Belas Artes de Paris, uma unidade de ensino que, certamente, requer mais do que saber como fazer uma carta de intenção
e sua vontade de aprender para ingressar.O que mais chama atenção no projeto de Jean Nouvel é a fusão com a topografia e o ambiente natural da região onde o projeto foi concebido e instaurado.
A pequena ilha acima do Rio Hudson
Outro dos projetos arquitetônicos mais inacreditáveis do ano é a chamada Little Island, cuja tradução literal é pequena ilha ou ilhota, sobre o Rio Hudson em Nova Iorque.
Conforme a publicação da revista Casa Cor, esta é uma das obras da arquitetura moderna mais incomuns a ser concluída, sendo um parque suspenso acima do Rio Hudson, que banha a cidade de Nova Iorque.
O grupo responsável pelo desenvolvimento do projeto foi o Heatherwick Studio, do designer inglês Thomas Heatherwick.
Heatherwick é um artista conhecido por suas inovações e pelo seu uso de esculturas em espaços e locais públicos, criando obras quase surrealistas.
O estúdio Heatherwick já possui praticamente três décadas de existência e atuação, tendo sido fundado por Thomas e outros no ano de 1994.
A casa da música húngara em Budapeste
A capital da Hungria sempre foi conhecida como um lugar peculiar pela população ocidental, com traços culturais fortes e uma arquitetura completamente tradicional, com mesclas de elementos orientais e ocidentais.
A casa da música foi projetada e desenvolvida pelo arquiteto japonês Sou Fujimoto e será utilizada como um museu, casa de shows, centro educacional e de entretenimento no centro de Budapeste.
Um dos detalhes mais impressionantes desta obra é o fato de árvores passarem por dentro da obra e, literalmente, atravessarem buracos na parte superior do projeto, que foi idealizado em cima do maior parque público da cidade.
A cultura oriental representada no Grande Teatro Sunac Guangzhou
A cultura chinesa clássica remete aos tecidos de seda leves, ao equilíbrio e à crítica ao excesso nas mais diferentes formas ao redor de toda a sociedade.
Desde os pratos, até as vestimentas, passando pela arquitetura e pela engenharia, o traço mais marcante da cultura oriental, de maneira generalista, é o equilíbrio, a leveza e a comunhão de seus elementos.
A representação desta leveza e harmonia pode ser observada no Grande Teatro Suna Guangzhou, localizado na cidade de Guangzhou, na China.
A parte externa do Teatro foi claramente inspirada em vestimentas tradicionais da China Antiga, desenvolvidas através do uso de seda e de tecidos incrivelmente leves.
De maneira geral, a arquitetura é uma representação da cultura estética e visual de determinada região e momento na história, sendo também uma vertente artística de complexidade inimaginável.
Logo, o estudo das diferentes escolas da arquitetura ao longo da história pode muito bem refletir valores culturais e estéticos de uma determinada civilização.

