Quando ainda era uma das principais revelações do voleibol brasileiro, um dos palcos onde Virna brilhou foi o Intercolegial. A potiguar se mudou para o Rio de Janeiro aos 16 anos e disputou a competição escolar em 1987 e 1988.
— Era gostoso, porque qualquer torneio em que existe disputa é muito bacana. E ainda tinham os amigos e colegas de classe torcendo — relembra Virna, que chegou a ser campeã defendendo o colégio MV1, pela unidade de Ipanema.
Ela, que hoje coleciona dois bronzes olímpicos e um ouro pan-americano, à época já fazia parte das categorias de base da seleção.
— Eu era a jogadora contra quem todo mundo queria jogar por conta da seleção. Existia uma admiração e um respeito. E, independentemente do campeonato que eu jogava, sempre fui competitiva — conta ela, recordando os jogos que disputou pelo Intercolegial.
Hoje empresária e palestrante, Virna exalta a importância do incentivo ao esporte ainda nos colégios.
— É na escola que os alunos podem descobrir seu talento e seus valores. O esporte é muito importante para educar e disciplinar. Todas as escolas deveriam ter essa responsabilidade de incentivar, principalmente agora, após dois anos de pandemia com as crianças trancadas em casa — recomenda a ex-atleta.

