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MEU INSS: taxas e custos de crédito e cartão consignado expostas no site

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MEU INSS: taxas e custos de crédito e cartão consignado expostas no site O aplicativo Meu INSS, que reúne serviços e informações dos benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), vai passar a mostrar aos segurados o valor das taxas de juros ofertadas para novas operações de empréstimos consignadoscartão de crédito e cartão de crédito consignado.

As novas funcionalidades, que ainda não têm data para serem implementadas, serão adotadas após o Conselho Nacional da Previdência Social (CNPS) aprovar, na última quinta-feira (dia 4), duas resoluções recomendando mais transparência aos dados das operações consignáveis.

No primeiro documento, o órgão colegiado orienta que o app informe aos segurados o valor das taxas de juros ofertadas para as novas operações e o número de Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) ou Central de Atendimento (CAC).

Para isso, o Conselho recomenda que bancos e financeiras que ofereçam as operações a aposentados e pensionistas liberem ao INSS e a Dataprev, em cada operação, as seguintes informações:

  • Taxas de juros mensal e anual
  • Custo Efetivo Total
  • Data do primeiro desconto
  • Valores do imposto sobre operações e dos recursos pagos a título de dívida (saldo devedor original) quando a contratação for oriunda de portabilidade ou refinanciamento
  • Informação diária das taxas ofertadas para novas operações

O INSS informou que avalia a recomendação do CNPS e deve publicar, ainda esta semana, um novo ato normativo tratando do assunto. O documento, segundo o instituto, trará o prazo exato para que as instituições financeiras se adequem à nova regra.

“A recomendação do conselho é viável e necessária, e trará maior clareza ao beneficiário no processo de contratação de empréstimo consignado”, afirmou o instituto.

Já a segunda resolução, destinada ao Banco Central, orienta que a autoridade monetária divulgue na internet a apuração das taxas médias ponderadas que estão sendo praticadas pelas instituições financeiras num prazo menor que os atuais 15 dias. O EXTRA perguntou ao BC se há possibilidade de as medidas serem implementadas e se há prazo para que isso aconteça, mas a instituição ainda não respondeu.

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