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‘Dor que nunca senti’: Anitta relata perrengue ao ser atacada por medusas; conheça o animal

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Anitta sofreu um inesperado incidente nesta quarta-feira enquanto dava um mergulho na ilha espanhola de Ibiza. A cantora contou que foi atacada por medusas (mais conhecidas no Brasil como águas-vivas) quando estava na água e teve que “lutar” com os animais para escapar deles.

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Em suas redes sociais, ele descreveu o episódio como uma “experiência de ser eletrocutada do nada”, relatando ter sentido “uma dor nunca antes experimentada”. Nos stories seguintes, no entanto, ela tranquilizou os seguidores.

“Gente, já está tudo bem comigo agora [mostrando as queimaduras]. Agora está ficando tudo bem, mas, na hora, na hora foi babado. A gente foi em uma gruta, e, de repente, eu estava nadando, quando fui atacada por uma medusa imensa. Eu lutei com ela. No que eu dei um soco na medusa, ela me ‘coisou’ aqui. Foi uma dor que eu nunca senti na minha vida, foi a coisa mais horrível, eu fui eletrocutada, literalmente. E eu lutando, eu dava soco, e me queimei inteira”, contou.

Anitta conta que, após a publicação, muitas pessoas, inclusive da família dela, perguntaram se estava tudo bem com ela. Anitta contou que sentiu uma dor “do fim da vida” por cerca de uma hora e que a boca teria ficado imensa após o “ataque”, mas que ela ainda voltaria para a água mesmo após o ocorrido.

“O marinheiro tirava o veneno da minha pele com uma faca. Ele raspava, e o veneno saia marrom, era uma medusa imensa marrom. E eu ria e gritava, foi um mix de emoções. Eu acho que depois de sentir uma dor como essa, eu posso sentir qualquer outra coisa, eu estou pronta pra tudo”, brincou.

População de medusas tem crescido

Alguns tipos de medusas (também conhecidas como águas-vivas) são extremamente peçonhentas. Segundo o Ministério da Saúde, algumas delas, como as chamadas vespas-marinhas, são responsáveis por diversos óbitos na região do Indo-Pacífico, que compreende o Oceano Pacífico e a porção ocidental do Índico.

“No litoral brasileiro, as medusas que mais causam envenenamentos são a caravela Physalia physalis, a hidromedusas Olindias sambaquiensis, a cifomedusa Chrysaora lactea. A maioria dos cnidários adultos apresentam tentáculos que contém células especializadas chamadas cnidócitos. Os tentáculos podem medir até 30 metros”, diz o Ministério da Saúde.

A pasta afirma, ainda, que o aumento repentino da população dessa espécie é comum, mas diversos fatores têm contribuído para que esse crescimento tenha se tornado “exponencial” nos últimos vinte anos.

Estados como Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul já registraram recentemente surtos de acidentes causados pelas medusas Olindias sambaquiensis e Chrysaora lactea.

“O contato com tentáculos de cnidários podem causar ardência e/ou dor intensa no local, que podem durar de 30 minutos a 24 horas. Placas e pápulas urticariformes lineares aparecem precocemente, podendo dar lugar a necrose superficial, bolhas e necrose importante em cerca de 24 horas”, alerta o Ministério da Saúde.

O tratamento deve ser feito inicialmente por meio de compressas geladas, sendo fundamental o uso de água salgada — o uso da água doce para lavagem ou compressão pode piorar o quadro. Em seguida, é recomendado realizar a remoção dos tentáculos que aderiram à pele, preferencialmente com uso de pinças, lâmina ou a mão, desde com uso de luvas. O local do ferimento também deve ser “lavado abundantemente com ácido acético a 5% (vinagre, por exemplo), sem esfregar a região acometida”.

Em seguida, é recomendado “procurar assistência médica para avaliação clínica do envenenamento e, se necessário, realização de tratamento complementar”, segundo o Ministério da Saúde.

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