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Gol de pênalti de Quintero deixa Racing em busca da virada; jogo segue

Quintero
Quintero - Foto: Instagram Quintero - Foto: Instagram

Racing e Corinthians protagonizam um duelo acirrado pela semifinal da Copa Sul-Americana, com o jogo realizado no estádio Presidente Perón, em Avellaneda. O momento mais marcante até os 36 minutos do primeiro tempo ocorreu aos 34 minutos, quando Quintero marcou de pênalti, igualando o placar e mantendo o jogo aberto em 1 a 1. A disputa, que até então mostrava um Corinthians concentrado em contra-ataques e um Racing insistente nas investidas, ganhou ainda mais intensidade após o gol.

Como o pênalti mudou o ritmo do jogo

O lance que originou o pênalti ocorreu aos 32 minutos, quando Matheuzinho foi driblado na entrada da área e Salas avançou pela esquerda, cruzando para trás. José Martínez, volante do Corinthians, tentou cortar a jogada com um carrinho, mas com o braço aberto, tocou a bola e cometeu a infração. A arbitragem, sem hesitar, marcou o pênalti a favor do Racing, gerando protestos dos jogadores do Corinthians.

Quintero, destaque do meio-campo do Racing, assumiu a responsabilidade. Com precisão e força, ele bateu de perna esquerda e estufou a rede de Hugo Souza, deixando a torcida argentina em êxtase. A igualdade no placar impulsionou o Racing a continuar pressionando e buscar a virada, enquanto o Corinthians precisou reorganizar sua defesa para conter o ímpeto dos donos da casa.

O início e os primeiros 30 minutos de disputa

Desde os primeiros minutos, o jogo apresentou um ritmo intenso, com o Racing impondo pressão e buscando jogadas ofensivas. O Corinthians, por sua vez, apostou em uma defesa sólida e em contra-ataques rápidos. Aos 5 minutos, Yuri Alberto abriu o placar para o Corinthians após uma jogada trabalhada com Memphis Depay, que deu uma assistência de calcanhar para o atacante finalizar com categoria.

Mesmo com o gol sofrido, o Racing não se abateu e manteve sua estratégia de controle de bola. Aos 20 minutos, Gabriel Rojas, lateral do Racing, tentou uma inversão de bola, mas acabou errando o domínio, proporcionando um respiro momentâneo para o Corinthians. Pouco depois, Memphis Depay quase ampliou a vantagem corintiana em uma jogada em profundidade, mas o goleiro Arias foi ágil e impediu o gol.

O domínio do Racing e as respostas do Corinthians

Após sofrer o primeiro gol, o Racing intensificou suas ações no campo ofensivo. A equipe argentina trocou passes rápidos, explorando principalmente o lado direito, onde Quintero e Almendra se destacaram. A pressão resultou em lances perigosos, como o chute de Quintero aos 29 minutos, que passou rente à trave de Hugo Souza. O goleiro corintiano teve papel fundamental, realizando defesas seguras e evitando que o Racing aproveitasse suas oportunidades iniciais.

Do lado corintiano, André Ramalho e Félix Torres foram destaques na defesa, afastando bolas perigosas e mantendo a linha de marcação compacta. O time de São Paulo, apesar de ter menos posse de bola, conseguiu se manter firme e criar chances esporádicas, sobretudo em contra-ataques orquestrados por Garro e Yuri Alberto.

O gol e a reação da torcida

O gol de Quintero aos 34 minutos gerou um clima de festa nas arquibancadas do Presidente Perón. A torcida do Racing, que já vinha criando um ambiente de pressão sobre o Corinthians, aumentou ainda mais o apoio à equipe. Esse fator foi sentido em campo, com o Racing mantendo a posse de bola e buscando rapidamente o segundo gol.

A marcação do pênalti e a conversão de Quintero acirraram o clima de disputa, obrigando o Corinthians a repensar sua postura em campo. O técnico orientou a equipe a manter a calma e ajustar a marcação para evitar novos sustos. Com o jogo ainda em aberto e o placar empatado, a expectativa era de que o Racing continuasse a pressionar, enquanto o Corinthians tentaria encontrar espaços para contra-atacar.

Detalhes dos lances de perigo

A partida não foi marcada apenas pelo gol de pênalti. Outros momentos chamaram a atenção, como aos 27 minutos, quando André Ramalho afastou uma bola perigosíssima na pequena área, evitando o que poderia ser o empate do Racing antes do pênalti. Já aos 22 minutos, Rodrigo Garro teve uma chance clara de ampliar a vantagem corintiana, mas parou em uma grande defesa de Arias, que evitou o segundo gol do Timão.

A tática e as mudanças necessárias

Até os 36 minutos do primeiro tempo, o Racing mostrou ser uma equipe mais ofensiva e disposta a buscar a vitória em casa. A posse de bola e as tentativas constantes de jogadas aéreas e lançamentos foram a tônica do time argentino, que utilizou bem as laterais para desafiar a defesa adversária.

O Corinthians, mesmo com a pressão, não abdicou de tentar surpreender em lances isolados, aproveitando a velocidade de seus atacantes. A presença de Memphis Depay como referência no ataque foi um alívio em alguns momentos, pois o jogador conseguiu segurar a bola e buscar passes que desafogaram a defesa em meio à pressão do Racing.

Perspectivas para o restante do jogo

Com o placar empatado e a partida em andamento, as duas equipes precisariam fazer ajustes. O Racing, motivado pelo apoio da torcida e pelo gol de Quintero, buscaria a virada, pressionando ainda mais a defesa do Corinthians. Já o time brasileiro precisaria de equilíbrio para não sucumbir à pressão e, ao mesmo tempo, encontrar formas de explorar os espaços deixados pelo adversário.

A arbitragem de Felipe González se mostrou criteriosa e sem hesitações na marcação do pênalti, o que reforçou o controle sobre a partida e evitou maiores reclamações dos jogadores. O uso do VAR também estava de prontidão para possíveis lances duvidosos.

O ambiente no estádio e o papel da torcida

A torcida do Racing desempenhou um papel crucial, empurrando a equipe e criando um ambiente hostil para o Corinthians. O estádio Presidente Perón, conhecido pela atmosfera vibrante, foi palco de uma festa que aumentava conforme o time da casa criava chances e dominava o meio-campo.

Impactos e próximos passos

Com a semifinal em aberto e um gol de pênalti que reacendeu as esperanças do Racing, o jogo prometia mais emoções nos minutos finais do primeiro tempo e na etapa complementar. O Corinthians precisava de uma resposta rápida para não se ver totalmente dominado, enquanto o Racing aproveitava o momento para manter a intensidade e buscar a virada.

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