Celebridades

Fátima Bernardes cita William Bonner como guia após 9 anos do divórcio

Willian Bonner e Fátima Bernardes - Foto: globo
Willian Bonner e Fátima Bernardes - Foto: globo Willian Bonner e Fátima Bernardes - Foto: globo

Quase uma década após o fim de seu casamento com William Bonner, Fátima Bernardes voltou a falar sobre o ex-marido em uma entrevista exibida no dia 20 de fevereiro de 2025, no programa Casa de Verão da Eliana, transmitido pelo GNT, canal da Globo. A jornalista, que hoje tem 62 anos, surpreendeu ao revelar que Bonner, com quem dividiu a bancada do Jornal Nacional por 14 anos, foi sua principal referência profissional durante o período em que trabalharam juntos. O casal, separado desde 2016 após 26 anos de união, deixou uma marca indelével na televisão brasileira, e a declaração de Fátima reacendeu memórias de uma parceria que influenciou milhões de telespectadores. A apresentadora destacou a generosidade e os conselhos de Bonner como fundamentais para seu desenvolvimento como âncora, mostrando que, mesmo após o divórcio, o respeito profissional entre eles permanece intacto. A fala aconteceu em um momento descontraído do programa, quando Eliana perguntou sobre inspirações na carreira, e Fátima não hesitou em trazer o nome do ex-parceiro à tona.

A entrevista rapidamente ganhou destaque entre os fãs da dupla, que por anos acompanharam os dois no comando do principal telejornal do país.

Nove anos se passaram desde o anúncio da separação, mas o impacto da colaboração entre Fátima e Bonner continua vivo na memória do público e na história da emissora.

Uma parceria que mudou o Jornal Nacional

Durante os 14 anos em que dividiram a bancada do Jornal Nacional, Fátima Bernardes e William Bonner transformaram o telejornal em um marco do jornalismo brasileiro. A estreia da dupla, em 1998, trouxe uma nova dinâmica ao programa, que até então era apresentado por um único âncora. O formato inovador, aliado à química natural entre os dois, elevou os índices de audiência e consolidou o JN como líder absoluto no horário nobre. Fátima, que começou na Globo como repórter em 1987, encontrou em Bonner, já experiente na emissora, um guia que a ajudou a se adaptar ao ritmo intenso da bancada.

A influência de Bonner, segundo Fátima, ia além das dicas práticas, abrangendo aspectos como postura diante das câmeras e a forma de transmitir credibilidade ao público. A parceria também abriu caminho para uma maior presença feminina em telejornais de grande porte, algo que na época ainda era raro na televisão brasileira.

Caminhos distintos após 26 anos juntos

O casamento de Fátima e William, iniciado em 1990, chegou ao fim em 2016, mas a história dos dois na Globo começou bem antes. Pais de trigêmeos nascidos em 1997, eles sempre foram discretos sobre a vida pessoal, mesmo após a separação anunciada em uma postagem conjunta nas redes sociais. Enquanto Bonner permaneceu no Jornal Nacional, Fátima deixou o telejornal em 2012 para assumir o Encontro, marcando sua transição para o entretenimento.

O começo de tudo na Globo

Fátima Bernardes ingressou na Globo em 1987, inicialmente como repórter no Rio de Janeiro, cobrindo pautas locais no RJTV. Sua ascensão na emissora foi gradual, até que, em 1998, ela foi escolhida para dividir a bancada do Jornal Nacional com Bonner.

William, por sua vez, já tinha uma trajetória consolidada, tendo começado na Globo em 1986 e assumido papéis de destaque em programas jornalísticos antes de se tornar âncora fixo do JN.

Marcos que definiram a dupla

  • Estreia conjunta no Jornal Nacional em 1998, renovando o formato do telejornal.
  • Cobertura das eleições de 2002, com pico de 48 pontos de audiência.
  • Transmissão ao vivo do atentado de 11 de setembro de 2001, um marco global.
  • Entrevistas com presidentes e figuras políticas ao longo dos anos.
  • Mudança na linguagem do JN, mais acessível ao público.
  • Influência da dupla na modernização do jornalismo televisivo.
  • Legado deixado para as próximas gerações de apresentadores.

A química que conquistou o Brasil

A parceria entre Fátima Bernardes e William Bonner foi além dos números de audiência. Durante os anos em que estiveram juntos no Jornal Nacional, os dois desenvolveram uma sintonia única, combinando a firmeza de Bonner com a empatia de Fátima. Essa dinâmica ajudou o telejornal a atingir médias de 35 pontos no Ibope, com picos que chegaram a 45 em coberturas especiais, como grandes eventos políticos e tragédias internacionais. A presença de Fátima na bancada também trouxe um público mais diversificado, especialmente mulheres, que passaram a se identificar com a jornalista.

O sucesso da dupla não se limitou à audiência. Eles introduziram uma abordagem mais humana às notícias, algo que até então era pouco comum em telejornais brasileiros. Esse estilo acabou sendo adotado por outros programas da Globo e influenciou o jornalismo em emissoras concorrentes, solidificando o legado de Fátima e Bonner como pioneiros.

Fátima no entretenimento

Após deixar o Jornal Nacional em 2012, Fátima Bernardes assumiu o comando do Encontro, um programa matinal que mistura entrevistas, debates e pautas leves. A mudança representou uma guinada em sua carreira, mostrando sua versatilidade como comunicadora.

Curiosidades da trajetória de Fátima e Bonner

Fátima adotou o sobrenome Bonner após o casamento, o que gerava confusão entre telespectadores, que por vezes achavam que eram parentes.

Nos bastidores, a dupla dividia responsabilidades, com Bonner focado na edição e Fátima na interação com repórteres ao vivo.

Após a separação, Fátima e William evitaram aparições públicas juntos, mas mantiveram uma relação cordial por causa dos filhos.

Infográficos da carreira da dupla

  • 1987: Fátima estreia como repórter na Globo.
  • 1990: Casamento com William Bonner.
  • 1998: Início no Jornal Nacional.
  • 2012: Fátima assume o Encontro.
  • 2016: Separação anunciada.
  • Audiência média no JN: 35 pontos entre 1998 e 2012.
  • Pico histórico: 48 pontos em 2002.
  • Anos juntos no ar: 14.

Linha do tempo da parceria

O primeiro encontro profissional de Fátima e William aconteceu nos anos 1980, mas a parceria na bancada só começou em 1998, quando assumiram o Jornal Nacional.

O divórcio em 2016 marcou o fim do casamento, mas a influência mútua seguiu evidente, como Fátima deixou claro em sua entrevista no GNT em 2025.

O impacto em números

Entre 1998 e 2012, o Jornal Nacional sob o comando de Fátima e Bonner foi líder de audiência em 95% das noites exibidas.

A entrada de Fátima na bancada aumentou em 20% o interesse do público feminino, segundo dados internos da Globo.

O programa registrou médias anuais acima de 30 pontos durante os 14 anos da dupla, um feito raro na TV aberta atual.

Repercussão da entrevista

A declaração de Fátima no programa Casa de Verão da Eliana, em 20 de fevereiro de 2025, movimentou as redes sociais, com fãs relembrando os tempos em que a dupla era sinônimo de credibilidade na TV.

Muitos telespectadores destacaram a nostalgia de ver Fátima e Bonner juntos na tela, mesmo que apenas em memórias.

As lições de Bonner segundo Fátima

Fátima enfatizou que as orientações de Bonner incluíam desde a forma de ler o teleprompter até o tom ideal para transmitir notícias sérias.

Ela também revelou que a confiança dele na bancada a ajudou a superar inseguranças iniciais como âncora.

A troca de experiências foi constante, com Bonner atuando como um mentor informal nos primeiros anos da parceria.

Vida após o divórcio

Fátima seguiu para o entretenimento e hoje apresenta programas como o The Voice Brasil, enquanto Bonner continua como âncora e editor-chefe do Jornal Nacional.

Os dois evitam detalhes sobre a vida pessoal, mas a criação dos trigêmeos mantém um vínculo familiar entre eles.

Detalhes históricos da dupla

Fátima começou cobrindo pautas policiais e eventos locais no RJTV, ganhando destaque antes de chegar ao JN.

Bonner, que entrou na Globo em 1986, já tinha experiência como apresentador antes de dividir a bancada com Fátima.

A estreia conjunta em 1998 foi planejada pela emissora para renovar o Jornal Nacional, que enfrentava queda de audiência na época.

Influência no jornalismo moderno

A presença de dois âncoras, inaugurada por Fátima e Bonner, tornou-se um padrão em telejornais brasileiros.

O equilíbrio entre rigor técnico e proximidade com o público foi uma das marcas deixadas pela dupla na Globo.

Jornalistas atuais, como Renata Vasconcellos, que substituiu Fátima, seguem influenciados por esse modelo.

Bastidores da parceria

Nos estúdios, Fátima e Bonner dividiam decisões sobre a escalada do Jornal Nacional, trabalhando em harmonia com a equipe.

A rotina intensa incluía reuniões diárias e ajustes ao vivo, algo que fortalecia a relação profissional entre eles.

Após 2016, os dois passaram a se encontrar apenas em eventos familiares relacionados aos filhos.

Estatísticas do sucesso

O pico de 48 pontos em 2002, durante as eleições, foi o maior registrado na história do Jornal Nacional com a dupla.

A média de 35 pontos entre 1998 e 2012 reflete a força da parceria em um período de alta concorrência na TV.

A saída de Fátima, em 2012, gerou uma queda inicial de 5 pontos, mas o programa se estabilizou com novos apresentadores.

O legado na Globo

Fátima e Bonner moldaram uma geração de telejornais, trazendo inovação ao formato e à linguagem.

A transição de Fátima para o entretenimento ampliou sua influência, enquanto Bonner mantém o JN como referência jornalística.

O impacto da dupla segue reconhecido por profissionais da emissora e pelo público fiel do telejornal.

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