Meghan Markle muda de nome e lidera lifestyle nos EUA

Meghan Markle

Meghan Markle - Foto: Instagram

Meghan Markle, figura que ganhou os holofotes ao se casar com o príncipe Harry em 2018, anunciou uma mudança marcante em sua identidade pública ao adotar oficialmente o sobrenome Sussex, alinhando-se ao título de seu marido, o duque de Sussex, e aos nomes de seus filhos, Archie e Lilibet. A revelação veio à tona durante as gravações de seu novo programa na Netflix, “Com amor, Meghan”, lançado em 4 de março, e reflete uma intenção clara de consolidar a unidade familiar em sua nova vida nos Estados Unidos. Desde que deixou os deveres reais em 2020 e se mudou para Montecito, na Califórnia, Meghan tem se dedicado a projetos pessoais que vão além da realeza, como a série de lifestyle e a marca As Ever, lançada em fevereiro deste ano. A escolha do nome Sussex, revelada em um momento descontraído ao lado da atriz Mindy Kaling, simboliza não apenas uma conexão emocional com os filhos, mas também um marco em sua trajetória como empresária e produtora, distante das amarras da monarquia britânica. Com mais de 7 milhões de seguidores em seu Instagram reativado e um vídeo de boas-vindas que ultrapassou 15 milhões de visualizações, Meghan Sussex mostra que sua influência permanece forte em 2025.

A decisão de abandonar o sobrenome Markle, que a acompanhou durante sua carreira em Hollywood e no blog “The Tig”, foi detalhada em uma entrevista à revista People, onde ela destacou o impacto da maternidade em sua identidade. Esse movimento coincide com um período de intensa atividade profissional, incluindo o retorno ao Instagram após sete anos e a estreia de um programa que já é sucesso entre os assinantes da Netflix.

Viver nos Estados Unidos trouxe à família Sussex uma liberdade que não tinham no Reino Unido, e a mudança de nome reforça essa transição. Harry, por sua vez, segue envolvido com os Invictus Games, enquanto Meghan lidera iniciativas que misturam entretenimento e negócios, consolidando seu espaço no mercado global.

O peso histórico do nome Sussex

A adoção do sobrenome Sussex por Meghan carrega uma carga histórica que remonta ao título concedido a Harry pela rainha Elizabeth II em 19 de maio de 2018, dia de seu casamento. O ducado de Sussex, criado originalmente em 1801 para o príncipe Augustus Frederick, filho do rei George III, foi revivido para o casal, marcando-os como duque e duquesa de Sussex. Esse título, embora ainda ligado à monarquia, ganhou novo significado com a saída do casal da realeza em 2020, quando decidiram renunciar aos deveres oficiais e buscar independência financeira. A escolha de Meghan por Sussex como sobrenome oficial resgata essa herança, mas a reposiciona em um contexto moderno, distante do protocolo real e mais próximo de uma identidade familiar contemporânea. Durante as gravações de “Com amor, Meghan”, ela deixou claro que a decisão veio da vontade de compartilhar o mesmo nome com Archie, de 5 anos, e Lilibet, de 3, algo que, segundo ela, trouxe um senso renovado de união.

Harry, quinto na linha de sucessão ao trono britânico, também parece endossar essa mudança, embora enfrente seus próprios desafios. Relatos de amigos próximos indicam que ele tem lidado com momentos de nostalgia em relação ao Reino Unido, especialmente após a perda de sua segurança oficial, resultado de uma batalha judicial em curso. Nesse cenário, o nome Sussex serve como uma ponte entre o passado real e o presente americano do casal, reforçando sua identidade em um momento de transição.

Além do simbolismo, a mudança reflete uma estratégia prática. Meghan, que antes de 2018 era conhecida por seu papel como Rachel Zane em “Suits”, usou o sobrenome Markle por mais de três décadas. Agora, ao adotar Sussex, ela sinaliza um rompimento definitivo com essa fase, alinhando-se aos projetos que desenvolve ao lado de Harry, como a Archewell, fundada em 2020, e a série da Netflix, que já acumula milhões de visualizações.

Da realeza ao lifestyle: a evolução de Meghan

A trajetória de Meghan desde sua entrada na família real até a adoção do nome Sussex é marcada por transformações significativas. Quando se casou com Harry, ela já era uma figura conhecida, com cerca de 3 milhões de seguidores no Instagram e um blog de sucesso, “The Tig”, que abordava temas como viagens, moda e culinária. O noivado, anunciado em novembro de 2017, levou ao fim dessas plataformas, uma exigência do protocolo real que a obrigou a abandonar sua presença digital. Após o casamento, o casal criou o perfil @sussexroyal, que alcançou 10 milhões de seguidores em menos de um ano, mas foi desativado em 2020 com a saída da realeza. O retorno de Meghan às redes sociais em janeiro deste ano, com um vídeo gravado por Harry na praia de Montecito, marcou o início de uma nova era, agora como Meghan Sussex, com uma conta pessoal que rapidamente ganhou tração.

Nos Estados Unidos, Meghan encontrou espaço para retomar paixões antigas. A série “Com amor, Meghan” reflete o estilo de vida que ela cultivava no “The Tig”, mas em uma escala maior, com produção de alto nível e convidados como Serena Williams e Roy Choi. Filmada em sua casa de 14 milhões de dólares, a série mostra Meghan cozinhando, cuidando do jardim e interagindo com amigos, um contraste gritante com a formalidade da vida em Kensington. O programa, lançado em março, já é apontado como um dos maiores sucessos da Netflix em 2025, com audiência estimada em dezenas de milhões.

A marca As Ever, lançada em fevereiro, complementa essa evolução. Inspirada em sua rotina em Montecito, a linha promete produtos como geleias artesanais, utensílios de cozinha e itens sustentáveis, todos ligados à estética que Meghan apresenta na série. A primeira imagem da marca, uma foto com Lilibet, reforça o foco familiar que guia suas escolhas atuais.

Os marcos de Meghan Sussex em 2025

A mudança para Meghan Sussex não é um evento isolado, mas parte de uma série de ações que definem sua presença em 2025. Veja os principais momentos que marcaram esse ano até agora:

  • Janeiro: Reativação do Instagram com um vídeo simbólico na praia, alcançando 15 milhões de visualizações em poucos dias.
  • Fevereiro: Lançamento da marca As Ever, com uma foto inédita de Meghan e Lilibet, destacando a conexão mãe e filha.
  • Março: Estreia de “Com amor, Meghan” na Netflix, com oito episódios que mostram sua vida em Montecito.
  • Primavera: Anúncio de um novo podcast com a Lemonada Media, previsto para os próximos meses.

Esses eventos mostram um planejamento cuidadoso para posicionar Meghan como uma figura influente no entretenimento e no mercado de lifestyle, agora sob o nome Sussex.

A vida em Montecito e os projetos familiares

Desde que se estabeleceram em Montecito em 2020, Meghan e Harry têm moldado uma rotina que equilibra privacidade e exposição pública. A propriedade, comprada por 14 milhões de dólares, é o cenário principal de “Com amor, Meghan”, onde câmeras capturam momentos como Lilibet brincando com Serena Williams e Meghan preparando receitas com Roy Choi. Archie e Lilibet, nascidos em 2019 e 2021, respectivamente, crescem longe dos holofotes da realeza, mas aparecem esporadicamente em projetos dos pais, como o vídeo de lançamento da As Ever.

Harry, enquanto isso, mantém seu compromisso com os Invictus Games, evento que fundou em 2014 e que teve sua última edição no Canadá em fevereiro. Sua ausência de Montecito durante esses compromissos destaca o papel de Meghan como âncora da família nos EUA. A mudança para Sussex como sobrenome reforça essa dinâmica, unindo o casal e os filhos sob uma identidade compartilhada que reflete sua nova realidade.

Os projetos de Meghan, como a série e a marca, também geram impacto econômico. Estima-se que “Com amor, Meghan” tenha movimentado milhões de dólares em publicidade para a Netflix, enquanto a As Ever já atrai interesse de investidores antes mesmo de seu lançamento completo. Essa combinação de influência cultural e sucesso comercial solidifica a posição de Meghan Sussex como uma empreendedora em ascensão.

Relações com a realeza em xeque

A distância entre os Sussex e a família real britânica permanece evidente em 2025. A saída oficial em 2020, formalizada após negociações com a rainha Elizabeth II, foi seguida por revelações polêmicas no livro “Spare”, de Harry, lançado em 2023, e na série documental do casal na Netflix em 2022. Esses projetos expuseram tensões com o rei Charles III e o príncipe William, que se agravaram com o diagnóstico de câncer de Charles em 2024. A possibilidade de Harry comparecer ao funeral do rei, ainda em especulação, reacende debates sobre o papel dos Sussex na monarquia.

Meghan, agora como Sussex, parece menos inclinada a uma reaproximação. Sua ausência em eventos reais desde 2020 e a resistência de Camilla, rainha consorte, à sua presença em futuros encontros familiares indicam que os laços estão fragilizados. A adoção do sobrenome Sussex, nesse contexto, pode ser vista como uma afirmação de independência, destacando que a família constrói sua história longe de Londres.

Harry, por outro lado, já expressou desejo de reconectar-se com William, com quem compartilha memórias de infância e o luto pela morte da mãe, Diana, em 1997. A disputa judicial pela segurança no Reino Unido, perdida em parte em 2024, limita suas visitas ao país, mas não apaga sua ligação emocional com a terra natal.

Detalhes que definem Meghan Sussex

A transição para Meghan Sussex é repleta de nuances que mostram sua evolução. Confira alguns pontos que destacam essa jornada:

  • Antes de 2017, Meghan mantinha o blog “The Tig”, que atraía milhares de leitores mensais com dicas de lifestyle.
  • O perfil @sussexroyal, ativo entre 2019 e 2020, foi o mais rápido a atingir 1 milhão de seguidores na história do Instagram.
  • A série “Com amor, Meghan” enfrentou atrasos devido a incêndios na Califórnia, mas foi concluída a tempo para a estreia em março.
  • A marca As Ever é inspirada em receitas de família, como a geleia que Meghan produziu para o programa.

Esses elementos reforçam como Meghan transformou sua imagem ao longo dos anos, culminando em uma identidade que une passado e presente.

O futuro da marca Sussex

Aos 43 anos, Meghan Sussex está no comando de uma operação que mistura mídia, negócios e influência social. A série na Netflix, com sua estética impecável, atraiu milhões de espectadores, enquanto a As Ever promete levar essa visão ao mercado de consumo. A participação de nomes como Serena Williams e Mindy Kaling nos projetos da duquesa amplia seu alcance, conectando-a a uma rede de celebridades que reforçam sua credibilidade.

Harry, embora menos presente na mídia, segue como parceiro essencial, seja filmando vídeos para o Instagram ou liderando os Invictus Games. A unidade do casal, agora sob o nome Sussex, é evidente em cada iniciativa, desde a Archewell até os projetos individuais que desenvolvem em paralelo. Em Montecito, eles constroem um legado que transcende a realeza, focado em família, criatividade e impacto global.

O podcast com a Lemonada Media, esperado para a primavera, e a expansão da As Ever são os próximos passos de Meghan Sussex. Sua habilidade em navegar entre privacidade e exposição, aliada a uma marca cuidadosamente construída, mantém-na como uma das figuras mais acompanhadas de 2025.

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