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Carol Macharethe quebra silêncio e comenta rumores sobre assumir posto de rainha na Viradouro

Carolina Macharethe
Carolina Macharethe - Foto: Instagram Carolina Macharethe - Foto: Instagram

Carolina Macharethe, musa da Unidos do Viradouro desde 2022, abriu o coração sobre os rumores que a apontam como uma das principais candidatas a substituir Erika Januza no posto de rainha de bateria da escola de samba de Niterói. Em entrevista concedida durante o Desfile das Campeãs, no dia 8 de março, a jovem de 24 anos conversou com a repórter Monique Arruda e deixou claro que, por enquanto, nenhum convite oficial foi feito. “Nada foi conversado sobre isso, não recebi nenhum convite, como estão dizendo”, afirmou Carol, que se mostrou surpresa com o burburinho envolvendo seu nome após a saída de Erika, anunciada no início do mês. Apesar da especulação, ela destacou sua satisfação com o atual papel de musa e o orgulho de fazer parte da agremiação que conquistou o quarto lugar no Carnaval deste ano. Nascida no Morro do Turano, na Tijuca, Carol traz no sangue a paixão pelo samba, herdada da avó, integrante da Velha Guarda da Estácio de Sá, e reforçada por sua trajetória como passista em diversas escolas antes de chegar à Viradouro.

A saída de Erika Januza, que ocupou o cargo por quatro anos, foi oficializada em 7 de março, quando a atriz revelou que a decisão partiu da própria escola, que não desejava um reinado prolongado. Desde então, o nome de Carol ganhou força nos bastidores e entre os fãs da Viradouro, especialmente por sua desenvoltura na avenida e pelos vídeos de seus ensaios que viralizaram nas redes sociais. Em 2023, suas performances já haviam atravessado fronteiras, sendo compartilhadas até fora do Brasil, o que ampliou seu reconhecimento. No entanto, ela mantém os pés no chão e foca no presente, celebrando o desempenho da escola no Carnaval 2025, que apresentou o enredo “Malunguinho: O Mensageiro de Três Mundos” e ficou a poucos pontos do pódio na Marquês de Sapucaí.

Além de Carol, outros nomes, como o da influenciadora Lore Improta, também surgiram como possíveis sucessoras de Erika, mas a musa da Viradouro parece contar com um apoio significativo dentro da agremiação. Sua história no samba, aliada à dedicação nos ensaios e desfiles, a coloca como uma candidata natural para o posto, embora ela mesma evite alimentar as expectativas. O futuro da bateria Furacão Vermelho e Branco, comandada pelo mestre Ciça, segue em aberto, mas a entrevista de Carol no Desfile das Campeãs reacendeu o debate entre os sambistas sobre quem será a nova rainha em 2026.

Musa em ascensão: quem é Carol Macharethe na Viradouro

Carolina Macharethe não é um rosto novo no universo do samba. Criada no Morro do Turano, na Zona Norte do Rio, ela começou sua trajetória ainda criança, influenciada pela avó, que integrou a Velha Guarda da Estácio de Sá. Antes de brilhar na Viradouro, Carol passou por agremiações como Paraíso do Tuiuti e Unidos da Tijuca, onde atuou como passista e aprimorou seu samba no pé. Desde que chegou à escola de Niterói em 2022, ela conquistou espaço como musa, destacando-se nos ensaios técnicos e nos desfiles oficiais com fantasias marcantes, como a que usou este ano, composta por mais de mil chaves, simbolizando a força e a criatividade da agremiação.

Sua popularidade explodiu nas redes sociais, especialmente após vídeos de suas apresentações nos ensaios da Viradouro viralizarem. Em 2023, as imagens de Carol sambando alcançaram não só o Brasil, mas também outros países, evidenciando o impacto de sua performance. “Não vou falar que estou acostumada, mas em 2023 também aconteceu isso. Meus vídeos foram parar em outros lugares e até mesmo fora do país”, contou ela, ressaltando a felicidade de ver seu trabalho reconhecido. Para Carol, oriunda das alas de passistas, esse destaque é fruto de uma luta longa por visibilidade e espaço no Carnaval, algo que ela valoriza profundamente.

O legado de Erika Januza: uma despedida emocionante

Erika Januza deixou o posto de rainha de bateria da Viradouro após quatro anos de reinado, iniciado em 2021, quando substituiu Raíssa Machado. A atriz mineira, de 39 anos, anunciou sua saída em um vídeo gravado nos bastidores do desfile de 2 de março, exibido no último episódio do programa “Rainhas Além da Avenida”, no GNT, em 7 de março. Emocionada, ela revelou que a decisão veio da direção da escola, que desde o convite inicial deixou claro que não queria um reinado extenso. “A Viradouro me pediu o cargo, o cargo não é meu, eu sou só um instrumento”, disse Erika, destacando a gratidão pelos anos à frente da bateria.

Viradouro em 2025: quarto lugar e a busca pelo bicampeonato

O Carnaval 2025 foi um marco para a Viradouro, que ficou em quarto lugar no Grupo Especial do Rio com o enredo “Malunguinho: O Mensageiro de Três Mundos”. Apesar de não repetir o título de 2024, a escola de Niterói manteve sua reputação de excelência na Sapucaí, com um desfile elogiado por sua harmonia e evolução. Carol Macharethe, que desfilou à frente do abre-alas no Desfile das Campeãs, em 8 de março, comentou o resultado com otimismo. “Eu acho que todas as escolas estão aqui para mostrar o seu trabalho, todo mundo luta durante um ano, a gente não para”, afirmou, reconhecendo o esforço coletivo das agremiações.

Para Carol, o quarto lugar não diminui a conquista da Viradouro. Ela admitiu que o sonho do bicampeonato era compartilhado por todos na escola, mas já projeta o futuro: “Estamos aí para buscar ano que vem novamente”. O desempenho da agremiação, que somou 269,1 pontos na apuração, ficou a apenas 1,3 ponto da terceira colocada, a Beija-Flor, mostrando que a disputa foi acirrada. A musa também celebrou a oportunidade de participar do Desfile das Campeãs, onde sua presença à frente do carro abre-alas chamou atenção, reforçando sua visibilidade e os rumores sobre sua possível ascensão ao posto de rainha.

Cronograma do reinado: a transição na Viradouro

A história de rainhas de bateria na Viradouro reflete uma tradição de renovação. Confira os principais momentos recentes:

  • 2021: Erika Januza assume o posto, substituindo Raíssa Machado, que reinou por sete anos.
  • 2022: Primeiro desfile de Erika como rainha, após o adiamento do Carnaval devido à pandemia.
  • 2024: Viradouro conquista o título do Carnaval, com Erika à frente da bateria.
  • 7 de março de 2025: Erika anuncia sua saída, abrindo espaço para uma nova rainha.
  • 2026: Previsão para a estreia da próxima rainha, ainda não definida.

Essa linha do tempo mostra a intenção da escola de alternar o comando da bateria, como explicou o presidente de honra, Marcelo Calil, ao destacar que o cargo deve contemplar outras mulheres apaixonadas pelo samba.

Rumores e concorrentes: quem pode ser a nova rainha

Enquanto Carol Macharethe desponta como favorita entre os fãs e nos bastidores, outros nomes também estão na disputa pelo posto de rainha da Viradouro. Lore Improta, influenciadora e dançarina, é outra cotada para assumir a bateria Furacão Vermelho e Branco em 2026. Lore, que já tem experiência no Carnaval da Bahia e é casada com o cantor Léo Santana, revelou ter conversado com Erika Januza após o anúncio da saída, mostrando respeito pela antecessora. Apesar disso, Carol parece levar vantagem por sua ligação direta com a comunidade do samba e seu histórico na escola.

A escolha da nova rainha ainda não foi oficializada, mas a direção da Viradouro já sinalizou que busca alguém com carisma, samba no pé e conexão com a agremiação. Carol, com seu apoio interno e trajetória como passista, encaixa-se nesse perfil, mas ela mantém a cautela: “Estou feliz com o posto de musa”. A decisão, segundo Marcelo Calil, será baseada em atributos como beleza, simpatia e dedicação, características que Erika Januza entregou durante seu reinado e que agora guiarão a próxima etapa da escola.

Samba no pé viral: o impacto de Carol nas redes

O reconhecimento de Carol Macharethe vai além da Sapucaí. Seus vídeos dançando nos ensaios da Viradouro tornaram-se um fenômeno nas redes sociais, com milhares de visualizações e compartilhamentos. Em 2023, suas performances alcançaram audiência internacional, algo que ela vê como uma conquista pessoal. “Eu fico feliz sempre, claro, porque somos oriundas de alas de passistas e a gente luta muito por um lugar de destaque”, declarou, enfatizando o esforço para ganhar visibilidade em um meio tão competitivo.

Esse alcance digital fortalece sua posição como candidata ao posto de rainha, já que a Viradouro valoriza figuras que representem a escola tanto na avenida quanto fora dela. No Desfile das Campeãs, sua aparição à frente do abre-alas foi amplamente comentada no Instagram e no Twitter, com fãs destacando sua energia e simpatia. A musa, que já foi clicada com fantasias elaboradas, como a de mais de mil chaves deste ano, prova que tem presença para brilhar em um cargo de destaque.

Tradição e renovação: o futuro da bateria da Viradouro

A bateria Furacão Vermelho e Branco, sob o comando do mestre Ciça, é um dos pilares da Viradouro, conhecida por sua precisão e energia na avenida. Erika Januza trouxe carisma e dedicação ao posto de rainha, participando ativamente dos ensaios e eventos da escola quando não estava envolvida em projetos artísticos, como a série “Dona Beja”. Sua saída, embora emocionante, segue a filosofia da agremiação de renovar o cargo para dar oportunidade a novas representantes do samba.

Carol Macharethe, com sua raiz na comunidade e talento nato, pode ser a ponte entre essa tradição e a renovação desejada pela escola. Seus anos como musa e a conexão com os ritmistas a colocam em uma posição privilegiada, mas ela evita especulações: “Não recebi nenhum convite”. Enquanto isso, a Viradouro se prepara para o Carnaval 2026, com a promessa de um enredo impactante e uma bateria que continuará a emocionar a Sapucaí, independentemente de quem estiver à frente.

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