Conheça como Elon Musk lidera a lista Forbes dos mais ricos com US$ 342 bilhões

Elon Musk

Elon Musk - Foto: Frederic Legrand - COMEO / Shutterstock.com

Elon Musk, aos 53 anos, mantém-se como o homem mais rico do mundo em 2025, com um patrimônio líquido estimado em US$ 342 bilhões, conforme a lista de bilionários da Forbes divulgada em 1º de abril. Cofundador de sete empresas, incluindo Tesla, SpaceX e xAI, Musk supera nomes como Mark Zuckerberg e Jeff Bezos, que ocupam o segundo e terceiro lugares com US$ 216 bilhões e US$ 215 bilhões, respectivamente. A ascensão de Musk reflete o sucesso de suas ventures tecnológicas, como a SpaceX, avaliada em US$ 350 bilhões, e a Tesla, líder global em carros elétricos. Sua influência vai além dos negócios, sendo conselheiro próximo do presidente dos EUA, Donald Trump, e uma figura central em debates sobre inovação e política. O ranking da Forbes deste ano registra 3.028 bilionários, um aumento de 247 em relação a 2024, com uma fortuna coletiva de US$ 16,1 trilhões, quase US$ 2 trilhões a mais que no ano anterior.

Mark Zuckerberg, fundador do Facebook e CEO da Meta, consolidou sua posição entre os mais ricos graças ao crescimento contínuo das plataformas sociais da empresa, como Instagram e WhatsApp. Já Jeff Bezos, que revolucionou o comércio eletrônico com a Amazon, mantém uma fortuna robusta mesmo após deixar o cargo de CEO em 2021. A lista reflete a dominância da tecnologia, com oito dos 10 primeiros bilionários tendo raízes nesse setor. Os Estados Unidos lideram com 902 bilionários, seguidos por China, com 516, e Índia, com 205, evidenciando a concentração de riqueza em grandes economias. Enquanto isso, nomes como Bernard Arnault, da LVMH, e Warren Buffett, da Berkshire Hathaway, representam exceções ao padrão tecnológico, com fortunas baseadas em luxo e investimentos tradicionais.

A riqueza de Musk cresceu significativamente em 2024, com um salto de US$ 91 bilhões desde dezembro, impulsionado pela valorização da SpaceX e pela expansão da Tesla no mercado global. Sua compra do Twitter, agora X, por US$ 44 bilhões em 2022, também contribui para sua influência, embora o foco atual esteja na inteligência artificial com a xAI. O ranking da Forbes destaca ainda a entrada de novos bilionários, como jovens herdeiros e empreendedores, mas são os veteranos da tecnologia que continuam a dominar. Para os brasileiros, o destaque fica com nomes como Eduardo Saverin, cofundador do Facebook, que aparece entre os mais ricos do país, mas fora do top 10 global.

  • Posição de Musk: 1º lugar com US$ 342 bilhões.
  • Zuckerberg: 2º com US$ 216 bilhões, líder da Meta.
  • Bezos: 3º com US$ 215 bilhões, fundador da Amazon.
  • Total de bilionários: 3.028 em 2025, aumento de 247.

Elon Musk mantém o topo com SpaceX e Tesla

Elon Musk solidifica sua liderança entre os bilionários mundiais com um patrimônio que reflete o sucesso de suas empresas inovadoras. A SpaceX, avaliada como a startup mais valiosa do mundo, com US$ 350 bilhões, revolucionou a exploração espacial com foguetes reutilizáveis como o Falcon 9 e a Starship, que já realizou missões históricas, como o envio de astronautas à Estação Espacial Internacional. A Tesla, por sua vez, domina o mercado de veículos elétricos, com o Model Y sendo o carro mais vendido globalmente em 2023, e avança em tecnologias de condução autônoma. Esses feitos impulsionaram a fortuna de Musk, que cresceu US$ 91 bilhões apenas nos últimos quatro meses de 2024, superando crises como a queda nas ações da Tesla em março deste ano.

Além dos negócios, Musk exerce influência política significativa nos Estados Unidos. Como conselheiro de Donald Trump, ele participou de eventos em Green Bay, Wisconsin, em 30 de março de 2025, apoiando candidatos conservadores. Sua liderança no Departamento de Eficiência Governamental (DOGE), ao lado de Trump, gerou debates, com críticas sobre cortes drásticos e apoio por sua visão de eficiência. A fusão do X com a xAI em março de 2025 reforça sua aposta na inteligência artificial, com a empresa mirando avanços em ciências humanas, o que pode ampliar ainda mais seu impacto econômico e social.

O magnata sul-africano também diversifica seus investimentos com a Neuralink, que desenvolve implantes cerebrais, e a Boring Company, focada em infraestrutura subterrânea. Apesar de controvérsias, como sua postura política e declarações públicas, Musk segue como uma figura central no cenário global, com sua riqueza e influência moldando indústrias e governos. Sua trajetória, que começou com a venda da Zip2 por US$ 307 milhões em 1999, mostra como visão e risco o levaram ao topo da lista Forbes.

Tecnologia domina o ranking Forbes

A lista da Forbes de 2025 evidencia o domínio da tecnologia entre os mais ricos do mundo. Mark Zuckerberg, com US$ 216 bilhões, lidera a Meta, que engloba Facebook, Instagram e WhatsApp, plataformas usadas por mais de 3,8 bilhões de pessoas mensalmente em 2024. O crescimento de 44% em sua fortuna desde o ano passado reflete o sucesso de investimentos em realidade virtual e inteligência artificial, como o metaverso e os óculos inteligentes Ray-Ban Meta. Jeff Bezos, com US$ 215 bilhões, transformou a Amazon em um gigante do varejo e da computação em nuvem, com a AWS gerando mais de US$ 100 bilhões em receita anual.

Larry Ellison, quarto colocado com US$ 192 bilhões, construiu sua fortuna com a Oracle, líder em software empresarial, enquanto Larry Page e Sergey Brin, sétimo e oitavo com US$ 144 bilhões e US$ 138 bilhões, respectivamente, revolucionaram a internet com o Google, hoje parte da Alphabet. Steve Ballmer, décimo com US$ 118 bilhões, ex-CEO da Microsoft, completa o grupo tecnológico, beneficiado por ações da empresa que liderou por 14 anos. Apenas Bernard Arnault, com US$ 178 bilhões da LVMH, e Amancio Ortega, com US$ 124 bilhões da Zara, representam setores tradicionais como luxo e moda, enquanto Warren Buffett, sexto com US$ 154 bilhões, destaca-se nos investimentos.

O avanço da tecnologia explica a concentração de riqueza. Em 2024, o setor tech respondeu por 60% do crescimento do PIB dos EUA, com empresas como Tesla e Amazon liderando inovações em mobilidade e comércio. A Forbes aponta que os oito bilionários tech do top 10 somam US$ 1,56 trilhão, mais de 75% da riqueza total do grupo, evidenciando como a digitalização global impulsiona fortunas.

  • Tech no topo: 8 dos 10 mais ricos vêm da tecnologia.
  • Zuckerberg: US$ 216 bilhões com Meta e metaverso.
  • Page e Brin: US$ 282 bilhões combinados com Google.

Bilionários diversificam setores e influência

Fora da tecnologia, Bernard Arnault e sua família, com US$ 178 bilhões, lideram o setor de luxo com a LVMH, que inclui marcas como Louis Vuitton e Tiffany & Co. A empresa faturou mais de €86 bilhões em 2024, impulsionada pelo consumo de alto padrão na Ásia e Europa. Arnault, que começou com US$ 15 milhões do negócio de construção do pai para comprar a Christian Dior, transformou a LVMH no maior conglomerado de luxo do mundo, com 70 marcas sob seu comando. Sua presença no ranking é a única representação europeia no top 10, destacando a força do velho continente em nichos premium.

Warren Buffett, com US$ 154 bilhões, é uma exceção no grupo por sua abordagem tradicional de investimentos. Aos 94 anos, o “Oráculo de Omaha” comanda a Berkshire Hathaway, que possui participações em empresas como Coca-Cola e Apple, acumulando lucros consistentes. Buffett já doou mais de US$ 60 bilhões em ações para a Fundação Bill & Melinda Gates e outras instituições, incluindo US$ 5,3 bilhões em 2024, mas sua fortuna segue robusta. Amancio Ortega, nono com US$ 124 bilhões, construiu a Zara e a Inditex, que revolucionaram a moda rápida, com mais de 5.600 lojas globais e vendas de €35 bilhões em 2024.

Esses bilionários mostram que, embora a tecnologia domine, setores como luxo, investimentos e varejo ainda geram riquezas colossais. A influência deles se estende além dos negócios, com Buffett moldando estratégias de investimento e Arnault definindo tendências globais de consumo. No Brasil, a ausência de nomes no top 10 reflete um mercado menos concentrado em tech, mas bilionários como Eduardo Saverin, com fortuna ligada ao Facebook, aparecem em posições mais baixas na lista Forbes.

Cronologia da ascensão de Musk ao topo

A trajetória de Elon Musk até o primeiro lugar da Forbes é marcada por marcos empresariais e financeiros. Sua fortuna começou a crescer com a venda da Zip2 em 1999, seguida pela PayPal em 2002, que rendeu US$ 165 milhões. A fundação da Tesla em 2003 e da SpaceX em 2002 pavimentaram o caminho para sua liderança em tecnologia. Veja os principais momentos:

  • 1999: Venda da Zip2 por US$ 307 milhões.
  • 2010: IPO da Tesla, início de sua ascensão no mercado.
  • 2022: Compra do Twitter (X) por US$ 44 bilhões.
  • 2024: SpaceX atinge valuation de US$ 350 bilhões.

Riqueza global cresce em 2025

O total de US$ 16,1 trilhões dos 3.028 bilionários da Forbes em 2025 é um salto de quase US$ 2 trilhões em relação a 2024, refletindo a recuperação econômica pós-pandemia e o boom tecnológico. Os EUA lideram com 902 bilionários, impulsionados por hubs como Vale do Silício e Wall Street. A China, com 516, mantém o segundo lugar, apesar de desafios regulatórios, enquanto a Índia, com 205, emerge como potência em tecnologia e manufatura. A concentração de riqueza no top 10, que soma US$ 1,73 trilhão, equivale ao PIB de países como o México, destacando a disparidade global.

Musk, Zuckerberg e Bezos, os três primeiros, acumulam US$ 773 bilhões juntos, mais de 47% do total do top 10. O crescimento de suas fortunas em 2024, especialmente de Musk com US$ 91 bilhões, mostra como eventos como a valorização da SpaceX e o avanço da Tesla em mercados asiáticos impulsionam essas cifras. A Forbes aponta que 70% dos novos bilionários de 2025 vêm de heranças ou startups tech, evidenciando duas vias principais para a riqueza atual.

Para os brasileiros, o ranking reflete a força de nomes como Saverin, mas a ausência no top 10 sugere um foco maior em setores tradicionais, como agronegócio e finanças, em vez de tecnologia disruptiva. A lista Forbes de 2025 reforça que, enquanto a inovação digital lidera, a diversidade de fontes de riqueza ainda define o cenário global.

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