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Pagamento do 13º do INSS começa dia 24 de abril: veja quem recebe e datas exatas

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INSS Previdência Social - Foto: Angela_Macario / Shutterstock.com INSS Previdência Social - Foto: Angela_Macario / Shutterstock.com

A partir do dia 24 de abril, cerca de 34 milhões de aposentados, pensionistas e beneficiários de auxílios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) começarão a receber a primeira parcela do 13º salário de 2025. O pagamento, anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, será antecipado pelo sexto ano consecutivo, uma medida que visa oferecer alívio financeiro e aquecer a economia nacional. Com um total de R$ 73,3 bilhões a serem injetados, o cronograma prevê duas parcelas: a primeira entre 24 de abril e 8 de maio, e a segunda entre 26 de maio e 6 de junho. O decreto que oficializa a antecipação foi publicado no Diário Oficial da União na última sexta-feira, dia 4 de abril, reforçando o compromisso do governo com os segurados da Previdência Social.

O objetivo principal dessa ação é garantir que os beneficiários possam lidar com despesas essenciais, como contas do dia a dia, compra de medicamentos e alimentos, especialmente no primeiro semestre do ano, período em que os gastos tendem a aumentar. A iniciativa beneficia diretamente mais de 34,2 milhões de pessoas em todo o país, com prioridade para quem recebe até um salário mínimo, fixado em R$ 1.518. Para esses segurados, os depósitos da primeira parcela começam no fim de abril, enquanto aqueles que ganham acima do piso nacional recebem entre os dias 2 e 8 de maio. O ministro da Previdência Social, Carlos Lupi, destacou a relevância do programa, afirmando que a Previdência gerencia o maior sistema contínuo de distribuição de renda do mundo, impactando positivamente a vida de milhões de famílias e a economia de cerca de 70% dos municípios brasileiros.

Essa antecipação, que se tornou uma prática recorrente desde 2020, reflete uma estratégia do governo federal para oferecer suporte financeiro em momentos estratégicos. O calendário de pagamentos é organizado com base no número final do cartão de benefício, desconsiderando o dígito verificador após o traço. Por exemplo, um beneficiário com cartão terminando em 3 receberá a primeira parcela no dia 28 de abril. Já a segunda parcela, que pode incluir descontos como o Imposto de Renda para quem é obrigado a pagar, segue um cronograma semelhante, começando em maio e se estendendo até o início de junho. A medida é vista como um reforço importante para a estabilidade financeira dos segurados, além de estimular o comércio local em diversas regiões do país.

Quem tem direito ao 13º antecipado do INSS

Nem todos os beneficiários do INSS estão elegíveis para receber o 13º salário antecipado. O pagamento é direcionado a aposentados, pensionistas e pessoas que recebem auxílios como auxílio-doença, auxílio-acidente ou auxílio-reclusão. Esses grupos representam a maioria dos 34,2 milhões de contemplados anunciados pelo governo. No entanto, beneficiários do Benefício de Prestação Continuada (BPC), destinado a idosos acima de 65 anos e pessoas com deficiência de baixa renda, não têm direito ao abono anual. O mesmo vale para quem recebe a Renda Mensal Vitalícia, outra modalidade assistencial que não inclui o 13º.

Para quem começou a receber o benefício ao longo de 2025, o valor do 13º será proporcional ao número de meses em que o segurado esteve na folha de pagamento até o final do ano. Isso significa que, se a aposentadoria ou auxílio foi concedido em fevereiro, por exemplo, o beneficiário receberá um valor calculado com base nos meses restantes. Dados da folha de fevereiro mostram que 28,68 milhões de segurados, equivalente a 70,5% do total, ganham até um salário mínimo por mês. Outros 11,98 milhões recebem valores acima desse patamar, sendo que 10,6 mil atingem o teto previdenciário, atualmente fixado em R$ 8.157,41.

A diferenciação no pagamento entre os grupos reflete a política de priorizar os beneficiários de menor renda, garantindo que eles tenham acesso ao dinheiro primeiro. Essa estratégia também ajuda a organizar a logística dos depósitos, evitando sobrecarga no sistema bancário. Além disso, o governo prevê que, em casos de benefícios temporários com cessação programada antes de 31 de dezembro, o abono será pago de forma proporcional, com eventuais ajustes caso o benefício termine antes do esperado.

Como funciona o calendário de pagamento

O cronograma do 13º antecipado é estruturado para facilitar o acesso dos beneficiários aos valores. A primeira parcela, correspondente a 50% do benefício, será depositada entre 24 de abril e 8 de maio. Para quem ganha até um salário mínimo, as datas seguem o número final do cartão de benefício. Já os segurados com valores acima do piso nacional têm um calendário ligeiramente diferente, com depósitos concentrados na primeira semana de maio. A segunda parcela, que completa o pagamento, ocorre entre 26 de maio e 6 de junho, mantendo a mesma lógica de organização.

  • Final 1: 24 de abril (1ª parcela) e 26 de maio (2ª parcela)
  • Final 2: 25 de abril (1ª parcela) e 27 de maio (2ª parcela)
  • Final 3: 28 de abril (1ª parcela) e 28 de maio ( genitalia
  • Final 4: 29 de abril (1ª parcela) e 29 de maio (2ª parcela)
  • Final 5: 30 de abril (1ª parcela) e 30 de maio (2ª parcela)

Para os beneficiários que recebem acima do mínimo, os pagamentos da primeira parcela ocorrem entre 2 e 8 de maio, enquanto a segunda parcela segue de 2 a 6 de junho. Essa divisão assegura que os depósitos sejam escalonados, permitindo que os bancos processem os valores sem atrasos. O sistema considera apenas o número final do cartão, ignorando o dígito verificador, o que simplifica a consulta para os segurados.

Impacto econômico da antecipação

A injeção de R$ 73,3 bilhões na economia brasileira com o 13º antecipado do INSS é um dos maiores movimentos financeiros do governo no primeiro semestre. Esse montante, distribuído entre mais de 34 milhões de pessoas, tem um efeito multiplicador em diversas regiões do país, especialmente em cidades menores, onde a renda dos aposentados e pensionistas representa uma parte significativa da economia local. O ministro Carlos Lupi enfatizou que cerca de 70% dos municípios brasileiros dependem, em algum grau, desses recursos para manter suas atividades comerciais e serviços básicos.

Comerciantes, pequenos empresários e prestadores de serviços esperam um aumento no movimento a partir do final de abril, quando os primeiros depósitos começam a chegar. Em anos anteriores, a antecipação do 13º foi responsável por impulsionar setores como o varejo, a saúde e a alimentação, ajudando a equilibrar as finanças de muitas famílias após os gastos típicos do início do ano, como impostos e material escolar. A medida também reduz a pressão sobre os beneficiários que dependem exclusivamente do INSS para sua subsistência, evitando que precisem recorrer a empréstimos ou outras formas de crédito.

Outro aspecto relevante é o impacto nas finanças públicas. Apesar do volume expressivo, o governo já provisiona esses valores no orçamento anual, o que torna a antecipação uma questão de ajuste de calendário, sem comprometer outras áreas do planejamento fiscal. A decisão de adiantar o pagamento, iniciada em 2020 por conta da pandemia de Covid-19, foi mantida nos anos seguintes devido aos resultados positivos tanto para os segurados quanto para a economia como um todo.

Histórico da antecipação do 13º

A prática de antecipar o 13º salário do INSS começou em 2020, durante a crise sanitária global, como uma forma de oferecer suporte financeiro em um momento de incertezas. Naquele ano, as duas parcelas foram pagas entre abril e maio, uma mudança em relação ao calendário tradicional, que previa a primeira parcela em julho e a segunda em novembro. A estratégia foi repetida em 2021, ainda sob os efeitos da pandemia, e em 2022, ano de eleição, consolidando-se como uma política recorrente.

Em 2023 e 2024, o governo Lula manteve o adiantamento, ajustando as datas para o primeiro semestre, geralmente entre abril e junho. Essa continuidade reflete a percepção de que o pagamento antecipado traz benefícios tanto para os segurados quanto para a economia, especialmente em períodos de alta inflação ou aumento de custos básicos, como energia e alimentos. A diferença é que, desde 2020, o abono passou a ser liberado em duas parcelas concentradas no início do ano, ao invés de espaçadas ao longo do segundo semestre.

A mudança também respondeu a uma demanda antiga de aposentados e pensionistas, que viam no calendário tradicional um atraso no acesso a recursos importantes. Nos governos anteriores ao PT, o 13º era pago integralmente no final do ano, mas a antecipação parcial começou a ser testada em gestões petistas e ganhou força com a pandemia. Hoje, o modelo de duas parcelas no primeiro semestre é visto como uma conquista consolidada pelos beneficiários.

Como consultar o pagamento

Verificar as datas e os valores do 13º antecipado é simples e pode ser feito de duas formas principais. Pelo aplicativo ou site Meu INSS, os segurados acessam o extrato de pagamento com CPF e senha cadastrados no Portal Gov.br. No menu, a opção “Extrato de Contribuição” permite baixar o documento em PDF, detalhando o depósito da primeira e da segunda parcela. O sistema é atualizado próximo às datas de pagamento, sendo mais preciso após o início dos depósitos.

Para quem não tem acesso à internet, a Central 135 é uma alternativa prática. Basta ligar de segunda a sábado, das 7h às 22h, informar o CPF e confirmar dados cadastrais com a atendente. O serviço é gratuito e foi pensado para evitar fraudes, exigindo validação de informações pessoais. Em ambos os casos, os beneficiários podem esclarecer dúvidas sobre o valor exato, especialmente se houver descontos como o Imposto de Renda na segunda parcela.

Os segurados que recebem o salário mínimo geralmente têm acesso às informações antes dos que ganham acima disso, devido à prioridade no cronograma. Após o primeiro dia de pagamento, o INSS libera o extrato atualizado para todos, facilitando o planejamento financeiro. A recomendação é checar os dados regularmente, já que ajustes podem ocorrer em casos de benefícios novos ou revisões.

Datas detalhadas para beneficiários de até um salário mínimo

O calendário para quem recebe até R$ 1.518 segue uma ordem clara, baseada no número final do cartão de benefício. Confira as datas exatas da primeira e da segunda parcela:

  • Final 1: 24 de abril e 26 de maio
  • Final 2: 25 de abril e 27 de maio
  • Final 3: 28 de abril e 28 de maio
  • Final 4: 29 de abril e 29 de maio
  • Final 5: 30 de abril e 30 de maio
  • Final 6: 2 de maio e 2 de junho
  • Final 7: 5 de maio e 3 de junho
  • Final 8: 6 de maio e 4 de junho
  • Final 9: 7 de maio e 5 de junho
  • Final 0: 8 de maio e 6 de junho

Essas datas foram definidas para garantir um fluxo organizado de pagamentos, começando pelos finais mais baixos e avançando ao longo de duas semanas. A primeira parcela é depositada sem descontos, enquanto a segunda pode incluir deduções, como o Imposto de Renda, para os segurados que ultrapassam o limite de isenção do tributo.

Pagamento para quem ganha acima do mínimo

Beneficiários com valores entre R$ 1.518 e o teto de R$ 8.157,41 têm um cronograma um pouco diferente. A primeira parcela é paga entre 2 e 8 de maio, e a segunda entre 2 e 6 de junho, também seguindo o número final do cartão. Veja as datas específicas:

  • Finais 1 e 6: 2 de maio e 2 de junho
  • Finais 2 e 7: 5 de maio e 3 de junho
  • Finais 3 e 8: 6 de maio e 4 de junho
  • Finais 4 e 9: 7 de maio e 5 de junho
  • Finais 5 e 0: 8 de maio e 6 de junho

A concentração dos pagamentos em menos dias reflete o menor número de segurados nesse grupo, que representa cerca de 11,98 milhões de pessoas. O INSS organiza os depósitos para que os bancos consigam processar tudo dentro do prazo, evitando atrasos. Assim como no grupo de até um salário mínimo, a segunda parcela pode ter descontos, dependendo da renda total do beneficiário.

Cuidados com fake news

Informações falsas sobre o 13º do INSS circulam com frequência em redes sociais e aplicativos de mensagens, especialmente sobre um suposto “14º salário” no fim do ano. O INSS já alertou que não há previsão para esse pagamento extra, e tais rumores são desmentidos oficialmente. A orientação é que os segurados busquem dados apenas em canais confiáveis, como o site do governo ou a Central 135, para evitar cair em golpes ou expectativas irreais.

A disseminação de notícias falsas pode gerar confusão entre os beneficiários, que muitas vezes compartilham essas mensagens em grupos familiares ou comunitários. Um exemplo comum é a promessa de um abono adicional em dezembro, algo que nunca foi implementado pelo governo. Para proteger os segurados, o INSS reforça a importância de verificar qualquer novidade diretamente nos meios oficiais, garantindo que as informações sejam corretas e atualizadas.

Dinheiro Pagamento
Dinheiro Pagamento – Foto: rafastockbr/ Shutterstock.com

Benefícios para os segurados

Receber o 13º antecipado traz vantagens práticas para os beneficiários do INSS. Com o dinheiro disponível já em abril e maio, muitos conseguem quitar dívidas acumuladas do início do ano, como IPVA, IPTU ou despesas escolares. Outros aproveitam para comprar medicamentos ou reforçar o orçamento doméstico, especialmente em um contexto de preços altos de itens básicos, como gás e energia elétrica.

A antecipação também reduz a dependência de empréstimos ou linhas de crédito, que costumam ter juros elevados e comprometer a renda mensal. Para aposentados e pensionistas que vivem exclusivamente do benefício, o pagamento adiantado é uma forma de ganhar fôlego financeiro antes do segundo semestre, quando os gastos com festas de fim de ano começam a pesar. A medida é vista como um alívio especialmente para os 28,68 milhões que recebem até um salário mínimo.

Além disso, o 13º ajuda a planejar investimentos pequenos, como reformas em casa ou a compra de bens duráveis. Para quem tem renda complementar, o valor extra pode ser uma reserva para emergências, algo crucial em tempos de instabilidade econômica. A flexibilidade oferecida pelo pagamento antecipado é um dos motivos pelos quais a política tem sido bem recebida pelos segurados.

Importância para os municípios

Cerca de 70% dos municípios brasileiros sentem diretamente o impacto do 13º do INSS, segundo o ministro Carlos Lupi. Em cidades menores, onde a economia depende fortemente da circulação de dinheiro vindo de aposentadorias e pensões, o pagamento antecipado é um motor essencial. Lojas, farmácias e mercados locais registram aumento nas vendas logo após os depósitos, o que ajuda a manter empregos e serviços funcionando.

Em muitas regiões, os beneficiários do INSS são a principal fonte de renda de famílias inteiras, especialmente no interior do país. O dinheiro do 13º, ao chegar mais cedo, permite que esses municípios planejem melhor suas atividades econômicas no primeiro semestre, período em que o comércio pode estar mais fraco. Prefeituras também se beneficiam indiretamente, já que o aquecimento da economia local reduz a pressão por assistência social.

A relevância do abono anual vai além do suporte individual, funcionando como uma ferramenta de redistribuição de renda em escala nacional. Com R$ 73,3 bilhões circulando, o efeito cascata atinge desde o pequeno vendedor ambulante até as grandes redes varejistas, mostrando como a Previdência Social é um pilar fundamental para a estabilidade de boa parte do Brasil.

Detalhes sobre os valores pagos

O 13º salário do INSS equivale a um mês extra de benefício, mas o valor exato depende de alguns fatores. Para quem recebeu o ano inteiro, o abono corresponde ao valor integral do benefício de dezembro. Já para quem começou a receber em 2025, o cálculo é proporcional aos meses de pagamento. Por exemplo, um segurado que entrou na folha em março terá direito a 10/12 do valor mensal, dividido em duas parcelas.

A primeira parcela é sempre 50% do benefício, sem descontos, o que facilita o uso imediato do dinheiro. Na segunda, podem ser aplicadas deduções, como o Imposto de Renda, para quem tem renda tributável acima do limite de isenção. O teto do INSS, atualmente em R$ 8.157,41, define o valor máximo pago, enquanto o mínimo é R$ 1.518, ajustado anualmente com base na inflação e na política de salário mínimo.

Beneficiários de auxílios temporários, como o auxílio-doença, também recebem o 13º proporcional ao período em que estiveram ativos. Isso garante que todos os segurados contemplados tenham acesso ao abono, mas com valores ajustados à sua situação específica. O INSS faz os cálculos automaticamente, e os detalhes aparecem no extrato disponível no Meu INSS.

Organização do pagamento pelo INSS

Processar o pagamento de mais de 34 milhões de pessoas exige uma logística eficiente por parte do INSS. A autarquia utiliza o número final do cartão de benefício para escalonar os depósitos, evitando sobrecarga nos sistemas bancários. Bancos como Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil e instituições privadas participam do processo, garantindo que o dinheiro chegue às contas dos beneficiários nas datas previstas.

O cronograma é divulgado com antecedência para que os segurados possam se preparar, e o INSS mantém canais de atendimento, como a Central 135, para resolver problemas pontuais. Em anos anteriores, a antecipação enfrentou poucos atrasos, o que demonstra a capacidade da autarquia de gerenciar um volume tão grande de transações. A integração com o sistema Meu INSS também facilita o acompanhamento pelos beneficiários.

Para os casos de benefícios temporários que cessam antes de dezembro, o INSS realiza um encontro de contas, ajustando o valor pago ao período efetivo. Essa organização reflete o esforço do governo em manter a confiabilidade do sistema previdenciário, que é essencial para milhões de brasileiros.

Repercussão entre os beneficiários

A notícia da antecipação do 13º foi recebida com entusiasmo por aposentados e pensionistas em todo o país. Para muitos, o pagamento em abril e maio representa uma chance de equilibrar as finanças após os gastos típicos do início do ano. Representantes de sindicatos de aposentados, como o Sindnapi, elogiaram a medida, mas alertaram para o uso consciente do dinheiro, já que o benefício não se repete no fim do ano.

Nas redes sociais e em conversas informais, os segurados destacam a importância do adiantamento para cobrir despesas inesperadas ou planejar compras maiores. Em cidades pequenas, a expectativa é de um aquecimento imediato no comércio local, com lojistas já se preparando para o aumento da demanda. A percepção geral é de que a antecipação virou um ganho permanente, algo que os beneficiários esperam ver mantido nos próximos anos.

A medida também reforça a imagem do governo Lula junto a esse público, que vê no 13º antecipado uma atenção especial às suas necessidades. Embora alguns critiquem a falta de um pagamento extra no fim do ano, a maioria reconhece que o modelo atual é mais útil para enfrentar os desafios do primeiro semestre.

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