Copa do Brasil

Sorteio define 16 confrontos da terceira fase da Copa do Brasil com gigantes em ação

Troféu da Copa do Brasil
Troféu da Copa do Brasil - Lucas Figueiredo/CBF Troféu da Copa do Brasil - Lucas Figueiredo/CBF

A bola vai rolar para mais uma etapa emocionante da Copa do Brasil, e o sorteio da terceira fase, marcado para esta quarta-feira, às 15h, na sede da CBF, no Rio de Janeiro, promete agitar os torcedores. Serão definidos os 16 confrontos que colocarão frente a frente 32 equipes, entre elas gigantes do futebol brasileiro e clubes que surpreenderam nas fases iniciais. O evento terá transmissão ao vivo pelo ge e pelo sportv, permitindo que os fãs acompanhem em tempo real a formação dos duelos que movimentarão o calendário nacional nas próximas semanas. Times como Flamengo, Palmeiras e Corinthians entram na disputa, enquanto equipes como Operário-PR e Retrô-PE buscam manter o sonho vivo.

Nesta etapa, a competição ganha ainda mais peso com a chegada dos 12 clubes classificados diretamente, incluindo os participantes da Libertadores, como Botafogo, São Paulo e Internacional, além de Santos, campeão da Série B, e Paysandu, vencedor da Copa Verde. Eles se juntam aos 20 times que avançaram após embates acirrados nas duas primeiras fases, como Athletico, Grêmio e Vasco, que agora terão a chance de medir forças contra adversários de diferentes níveis. Os jogos, disputados em sistema de ida e volta, estão previstos para os dias 30 de abril e 21 de maio, com a possibilidade de decisões por pênaltis em caso de empate no placar agregado.

A divisão dos potes, baseada no Ranking Nacional de Clubes da CBF, garante confrontos equilibrados e imprevisíveis. O Pote 1 reúne os 16 melhores ranqueados, como Atlético-MG, Fluminense e Bahia, enquanto o Pote 2 traz equipes como Ceará, Criciúma e Vila Nova, que chegam com ambição de surpreender. A expectativa é alta, especialmente para os clubes das séries inferiores, que veem na competição uma oportunidade de visibilidade e premiação significativa, além da chance de enfrentar os gigantes do futebol nacional em duelos que podem entrar para a história.

A Taça da Copa do Brasil
A Taça da Copa do Brasil – Foto: Thiego Mattos/Copa do Brasil

Como funciona o sorteio da terceira fase

O sorteio da terceira fase da Copa do Brasil segue um formato bem definido pela CBF para garantir equilíbrio e competitividade. As 32 equipes participantes são separadas em dois grupos distintos, chamados de Pote 1 e Pote 2, com base em suas posições no ranking nacional. Do Pote 1, saem os 16 clubes mais bem colocados, enquanto o Pote 2 abriga os outros 16, geralmente de menor ranqueamento, mas que já provaram seu valor ao chegar até aqui. Cada confronto será formado por um time de cada pote, com a ordem dos mandos de campo também definida no evento desta quarta-feira.

Diferente das fases iniciais, marcadas por jogos únicos, a terceira fase adota o sistema de ida e volta, o que aumenta a emoção e a estratégia envolvida. Caso o placar agregado termine empatado após os dois jogos, a vaga nas oitavas de final será decidida nos pênaltis, uma regra que promete finais dramáticos. A data do sorteio, 9 de abril, às 15h, é um marco no calendário do futebol brasileiro, pois sinaliza a entrada de clubes de peso e o início de uma etapa mais intensa da competição.

Para os torcedores, acompanhar o evento ao vivo é uma chance de saber logo contra quem seus times jogarão. A transmissão pelo ge e sportv começa às 15h, direto da sede da CBF, e deve durar cerca de uma hora, tempo suficiente para definir os 16 duelos e os mandos. A expectativa é que o sorteio traga confrontos regionais, clássicos inesperados e embates entre favoritos e azarões, características que fazem da Copa do Brasil um torneio tão querido no país.

Times que entram direto na disputa

A terceira fase marca a entrada de 12 equipes que não precisaram passar pelas duas primeiras etapas do torneio. Esses clubes conquistaram suas vagas por critérios específicos: oito deles estão na Libertadores deste ano, como Flamengo, Palmeiras, Botafogo, São Paulo, Internacional, Fortaleza, Corinthians e Bahia. Além disso, há o Cruzeiro, qualificado pelo desempenho no Brasileirão, o Santos, campeão da Série B, o CRB, vice-campeão da Copa do Nordeste, e o Paysandu, que levantou o troféu da Copa Verde.

Esses times chegam descansados, mas com a pressão de justificar o favoritismo diante de adversários que já superaram desafios nas fases iniciais. O Flamengo, atual campeão da Copa do Brasil, entra com a missão de defender o título, enquanto o Palmeiras, com sua força tradicional, busca mais uma conquista no torneio. Já o Santos, após um ano na Série B, quer usar a competição como vitrine para sua volta ao topo, e o Paysandu carrega o orgulho do Norte na disputa nacional.

A presença desses gigantes eleva o nível técnico da terceira fase e atrai ainda mais atenção para os jogos. Para os clubes que já estavam na competição desde o início, como Grêmio e Atlético-MG, o desafio é se impor diante de adversários que entram com elencos renovados e sem o desgaste das rodadas anteriores. A mistura de trajetórias distintas promete duelos eletrizantes nas semanas de 30 de abril e 21 de maio.

Clubes que avançaram das fases iniciais

Vinte equipes conseguiram chegar à terceira fase após superar os obstáculos das duas primeiras etapas da Copa do Brasil. Entre elas estão nomes conhecidos da Série A, como Athletico, Fluminense e Vasco, mas também surpresas como Aparecidense-GO, Capital-DF e Retrô-PE, que mostraram força ao eliminar adversários em jogos únicos. Esses clubes representam a diversidade do torneio, trazendo representantes de várias regiões do Brasil e de diferentes divisões do futebol nacional.

O caminho até aqui não foi fácil. Na primeira fase, disputada entre 18 e 27 de fevereiro, 80 times entraram em campo, com os duelos definidos por sorteio entre potes baseados no ranking da CBF. As equipes menores jogaram em casa, mas precisaram vencer para avançar, já que empates levavam à decisão por pênaltis. Na segunda fase, entre 4 e 13 de março, os 40 classificados enfrentaram novos desafios, com o mando de campo definido previamente e a mesma regra de desempate por penalidades em caso de igualdade no placar.

Agora, na terceira fase, esses 20 sobreviventes terão a chance de enfrentar os gigantes que entram diretamente. Clubes como o Ceará, que tem tradição no torneio, e o Maringá, representante paranaense em ascensão, chegam motivados por suas campanhas sólidas. A combinação de experiência e garra desses times promete dar trabalho aos favoritos e manter a imprevisibilidade que é marca registrada da Copa do Brasil.

  • Times classificados da segunda fase:
    • Aparecidense-GO
    • Athletico
    • Atlético-MG
    • Botafogo-PB
    • Brusque
    • Capital-DF
    • Ceará
    • Criciúma
    • CSA
    • Fluminense
    • Grêmio
    • Maracanã-CE
    • Maringá
    • Náutico
    • Novorizontino
    • Operário-PR
    • Red Bull Bragantino
    • Retrô-PE
    • Vasco
    • Vila Nova

Por que a terceira fase é tão esperada

A chegada da terceira fase da Copa do Brasil é um momento aguardado por torcedores e clubes por diversos motivos. Primeiro, ela marca a entrada dos times mais badalados do futebol brasileiro, como Flamengo, Corinthians e Palmeiras, que elevam a visibilidade e a competitividade do torneio. Esses clubes, muitos deles com torcidas gigantescas, transformam cada jogo em um evento nacional, atraindo audiência e enchendo estádios.

Além disso, o formato de jogos de ida e volta, que começa nesta etapa, adiciona uma camada extra de emoção. Diferente das fases iniciais, em que um único resultado definia o classificado, agora as equipes têm duas chances de mostrar seu valor, o que pode levar a reviravoltas épicas. A possibilidade de decisão por pênaltis em caso de empate no placar agregado também aumenta o drama, algo que os fãs adoram e que já rendeu momentos históricos no torneio.

Outro fator que torna essa fase especial é a premiação. Cada clube que participa da terceira fase, independentemente da divisão em que atua, recebe R$ 2,315 milhões, valor que sobe para R$ 3,638 milhões nas oitavas de final. Para times menores, como Maracanã-CE e Capital-DF, essa quantia pode ser transformadora, enquanto para os grandes é um incentivo a mais para avançar. A combinação de rivalidade, dinheiro em jogo e a chance de glória faz dessa etapa um dos pontos altos do calendário futebolístico.

Os potes e os possíveis confrontos

Divididos em dois potes, os 32 times da terceira fase terão seus destinos traçados no sorteio desta quarta-feira. O Pote 1 é formado pelos 16 clubes mais bem ranqueados no Ranking Nacional de Clubes da CBF, uma lista que reflete o desempenho histórico e recente das equipes. Já o Pote 2 reúne os outros 16, que, apesar de menos favorecidos no ranking, chegam com moral após superar as fases iniciais.

No Pote 1, estão gigantes como Flamengo, atual campeão, Palmeiras, com três títulos na competição, e Corinthians, dono de uma das maiores torcidas do país. Há também equipes em boa fase, como o Fortaleza, que vem crescendo nos últimos anos, e o Internacional, sempre competitivo. O Pote 2, por sua vez, traz nomes como Ceará, com tradição no Nordeste, e Criciúma, que já surpreendeu no passado ao vencer o torneio em 1991. Clubes como Retrô-PE e Aparecidense-GO representam a chance de zebras, algo comum na Copa do Brasil.

Os confrontos possíveis são muitos, mas alguns chamam atenção de imediato. Um duelo entre Flamengo e Ceará, por exemplo, seria um choque entre a força carioca e a garra nordestina. Já Palmeiras contra Vila Nova poderia testar a consistência do time paulista diante de um adversário motivado. O sorteio, às 15h, vai revelar essas histórias, e os torcedores já especulam sobre os embates que podem surgir.

Calendário da competição

A Copa do Brasil tem um cronograma bem definido para suas próximas etapas, começando pela terceira fase, que terá jogos nos dias 30 de abril e 21 de maio. Essas datas foram reservadas pela CBF para garantir que os clubes possam se preparar adequadamente, especialmente os que disputam outros torneios, como o Brasileirão e competições internacionais. Após o sorteio desta quarta-feira, as equipes saberão exatamente quando e onde enfrentarão seus adversários.

As oitavas de final estão marcadas para 30 de julho e 6 de agosto, seguidas pelas quartas de final, nos dias 27 de agosto e 11 de setembro. As semifinais ocorrem em 5 e 19 de outubro, e a grande final será disputada em 2 e 9 de novembro. Esse calendário extenso reflete a importância do torneio, que mobiliza o futebol brasileiro ao longo de quase todo o ano e culmina em decisões que costumam parar o país.

Para os torcedores, acompanhar cada fase é uma maratona de emoções, com a terceira fase sendo o ponto de partida para os duelos mais intensos. As datas também permitem que os clubes planejem suas estratégias, seja para buscar a classificação ou para surpreender os favoritos. A competição, que começou em fevereiro com 92 equipes, agora entra em sua reta mais decisiva.

  • Datas principais da Copa do Brasil:
    • Terceira fase: 30 de abril e 21 de maio
    • Oitavas de final: 30 de julho e 6 de agosto
    • Quartas de final: 27 de agosto e 11 de setembro
    • Semifinais: 5 e 19 de outubro
    • Final: 2 e 9 de novembro

Premiação atrai clubes de todas as divisões

Participar da Copa do Brasil é sinônimo de retorno financeiro, e a terceira fase já garante uma quantia significativa aos clubes. Cada equipe embolsa R$ 2,315 milhões só por estar nesta etapa, valor igual para times da Série A, Série B ou divisões inferiores. Esse montante é um alívio para as finanças de clubes menores, como Maringá e Capital-DF, e um incentivo extra para os grandes seguirem na disputa.

Nas oitavas de final, a premiação sobe para R$ 3,638 milhões por clube, independentemente da divisão em que jogam. À medida que o torneio avança, os valores crescem ainda mais, chegando a dezenas de milhões na final. Em 2024, por exemplo, o campeão levou R$ 70 milhões, e o vice, R$ 30 milhões, números que devem ser superados na edição atual, já que a CBF tem aumentado os prêmios ano a ano para tornar a competição ainda mais atraente.

Esse sistema igualitário de premiação na terceira fase beneficia especialmente os times de menor porte, que muitas vezes usam o dinheiro para quitar dívidas, investir em infraestrutura ou reforçar o elenco. Para os gigantes, como Atlético-MG e São Paulo, é uma oportunidade de acumular recursos para contratações de peso. A combinação de glória esportiva e ganho financeiro mantém a Copa do Brasil como um dos torneios mais cobiçados do país.

Histórico de zebras na competição

A Copa do Brasil é conhecida por suas zebras, e a terceira fase pode ser o palco de novas surpresas. Historicamente, clubes de menor expressão já deixaram suas marcas ao eliminar favoritos em duelos memoráveis. Em 1991, o Criciúma, então um time modesto, conquistou o título ao bater o Grêmio na final, um feito que até hoje é celebrado em Santa Catarina.

Outro exemplo marcante veio em 2004, quando o Santo André, de São Paulo, levantou a taça após derrotar o Flamengo no Maracanã. No ano seguinte, em 2005, o Paulista de Jundiaí repetiu o feito ao vencer o Fluminense, também no Rio de Janeiro. Esses casos mostram como a competição dá espaço para que equipes menos tradicionais brilhem, especialmente em fases como a atual, em que os grandes entram em cena e os menores têm a chance de enfrentá-los de igual para igual.

Na edição atual, times como Retrô-PE, Maracanã-CE e Aparecidense-GO carregam essa esperança. Com o formato de ida e volta, eles têm duas oportunidades para surpreender, seja em casa, com o apoio da torcida, ou fora, aproveitando possíveis deslizes dos favoritos. A história da Copa do Brasil sugere que, no sorteio desta quarta-feira, algum duelo improvável pode acabar virando manchete.

O que esperar dos jogos de ida e volta

Com a terceira fase adotando o sistema de jogos de ida e volta, os torcedores podem esperar embates mais estratégicos e disputados. O primeiro jogo, no dia 30 de abril, será crucial para definir quem sai na frente, enquanto a volta, em 21 de maio, promete decisões emocionantes. A regra do placar agregado dá aos times a chance de reverter resultados adversos, mas também aumenta a pressão para evitar gols sofridos em casa.

Clubes como o Flamengo, que têm elencos fortes e experiência em competições mata-mata, podem usar isso a seu favor, mas equipes menores, como o Brusque e o Novorizontino, já mostraram que sabem se defender e contra-atacar com eficiência. A possibilidade de pênaltis em caso de empate agrega um elemento de imprevisibilidade, algo que os técnicos terão de levar em conta ao montar suas estratégias.

Os jogos também serão uma vitrine para jogadores em busca de destaque. Para os grandes, é a chance de estrelas como os atacantes do Palmeiras ou os meias do Corinthians brilharem. Para os menores, pode ser o momento de um atleta desconhecido ganhar os holofotes. As semanas de 30 de abril e 21 de maio serão decisivas para os 32 times, e os torcedores já contam os dias para ver quem avança às oitavas.

Representantes regionais em destaque

A terceira fase da Copa do Brasil reflete a diversidade geográfica do futebol brasileiro, com times de várias regiões do país na disputa. O Sul está bem representado por Athletico, Grêmio e Maringá, todos do Paraná ou Rio Grande do Sul, enquanto o Sudeste traz gigantes como Flamengo, Corinthians e Palmeiras, além de Vasco e Fluminense. O Nordeste marca presença com Ceará, Náutico e CSA, e o Centro-Oeste tem Capital-DF e Aparecidense-GO como surpresas.

No Norte, o Paysandu entra diretamente na competição como campeão da Copa Verde, carregando a bandeira da região amazônica. Essa mistura de origens é um dos charmes do torneio, que dá espaço para clubes de estados menos tradicionais no futebol, como Tocantins e Rondônia, nas fases iniciais, e agora coloca equipes como Maracanã-CE, do Ceará, frente a frente com os gigantes do eixo Rio-São Paulo.

Essa representatividade regional aumenta o interesse pelo sorteio, já que torcedores de todo o Brasil terão times para apoiar. Os confrontos entre regiões diferentes, como um possível Santos contra CSA ou Internacional contra Retrô-PE, prometem mostrar as diferentes escolas de futebol do país, do jogo técnico do Sudeste à raça característica do Nordeste.

Impacto financeiro para os clubes

Ganhar na Copa do Brasil não é só questão de prestígio; o impacto financeiro é enorme, especialmente para clubes de menor porte. Os R$ 2,315 milhões garantidos na terceira fase podem representar mais da metade do orçamento anual de equipes como Maringá ou Capital-DF, permitindo investimentos em infraestrutura, pagamento de salários ou contratações para o restante da temporada.

Para os grandes, como Botafogo e São Paulo, a premiação é um reforço no caixa, mas o verdadeiro prêmio vem nas fases finais. Em 2024, o Flamengo embolsou R$ 70 milhões pelo título, valor que ajudou o clube a manter seu elenco estrelado. Já os vices, como o Atlético-MG no mesmo ano, levaram R$ 30 milhões, quantia significativa mesmo para um time de Série A. Na edição atual, espera-se que os valores sejam ainda maiores, o que torna cada jogo um passo rumo a uma bolada.

Os clubes menores, por sua vez, veem na competição uma chance de transformação. O Retrô-PE, por exemplo, já faturou mais de R$ 4 milhões só por chegar à terceira fase, considerando as premiações das etapas anteriores. Esse dinheiro pode ser o diferencial para que essas equipes se consolidem em suas divisões ou sonhem mais alto no futuro.

  • Premiação por fase (valores de 2024, com previsão de aumento):
    • Terceira fase: R$ 2,315 milhões
    • Oitavas de final: R$ 3,638 milhões
    • Quartas de final: R$ 4,5 milhões (2024)
    • Semifinais: R$ 10 milhões (2024)
    • Vice-campeão: R$ 30 milhões (2024)
    • Campeão: R$ 70 milhões (2024)

Tradição e rivalidade no torneio

A Copa do Brasil carrega uma tradição de mais de três décadas, desde sua criação em 1989, e a terceira fase é o momento em que essa história começa a ganhar novos capítulos. Clubes como Palmeiras, com três títulos, e Flamengo, com cinco, entram na disputa com o peso de suas conquistas passadas, enquanto outros, como o Internacional, buscam repetir o feito de anos anteriores, como o título de 1992.

Rivalidades regionais também podem surgir no sorteio. Um confronto entre Grêmio e Internacional, por exemplo, seria um Gre-Nal histórico na competição, algo que os torcedores gaúchos adorariam ver. Da mesma forma, um Flamengo contra Vasco reacenderia a chama do clássico carioca em um palco nacional. Esses duelos, mesmo que raros nesta fase devido à separação dos potes, são o sonho de qualquer fã de futebol.

Para os times menores, a tradição é construída jogo a jogo. O Criciúma, campeão em 1991, é um exemplo de como a Copa do Brasil pode mudar a história de um clube. Equipes como Brusque e Novorizontino, que vêm subindo de produção nos últimos anos, esperam usar essa etapa para marcar seus nomes na competição e, quem sabe, repetir as façanhas de zebras do passado.

Onde acompanhar o sorteio ao vivo

Assistir ao sorteio da terceira fase da Copa do Brasil é simples e acessível para todos os torcedores. O evento, que acontece às 15h desta quarta-feira, na sede da CBF, no Rio de Janeiro, terá transmissão ao vivo pelo ge e pelo sportv, dois dos principais canais de cobertura esportiva do país. A narração detalhará cada passo do processo, desde a retirada das bolinhas até o anúncio dos mandos de campo.

A transmissão começa pontualmente às 15h, horário de Brasília, e deve durar cerca de uma hora, tempo suficiente para definir os 16 confrontos. Para quem não puder assistir ao vivo, as redes sociais dos clubes e os portais de notícias atualizarão os resultados em tempo real, garantindo que ninguém perca os duelos que estão por vir. É o momento de reunir a torcida e torcer por um confronto favorável – ou por um clássico inesquecível.

O interesse pelo sorteio é enorme, já que ele define o caminho de times de todas as divisões rumo às oitavas de final. Seja pelo ge, pelo sportv ou acompanhando as reações nas redes, os fãs terão diversas formas de ficar por dentro de tudo. A expectativa é que a audiência seja alta, refletindo a paixão do brasileiro pelo futebol e pela Copa do Brasil.

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