No coração do Vaticano, a jornalista Ilze Scamparini, conhecida por suas entradas ao vivo em um terraço com vista para a Basílica de São Pedro, viveu um momento inusitado na noite de 6 de maio de 2025. Durante a cobertura do conclave para a escolha do novo papa, William Bonner, âncora do Jornal Nacional, anunciou que a correspondente deixaria seu icônico cenário romano para se juntar a ele no estúdio improvisado no Vaticano. A promessa, feita ao vivo, gerou grande expectativa entre os telespectadores, que aguardavam ansiosamente por essa rara aparição de Ilze fora de seu tradicional ponto de transmissão.
A interação entre os dois jornalistas, no entanto, não saiu exatamente como o público esperava. Nas redes sociais, internautas apontaram um suposto desconforto de Ilze ao lado de Bonner, com comentários destacando sua postura reservada e reações que sugeriam certo constrangimento. A cena rapidamente se tornou um dos assuntos mais comentados do Brasil, com hashtags como #IlzeNoJN e #BonnerNoVaticano dominando as plataformas digitais.
William Bonner diz que Ilze Scamparini vai descer do telhado e apresentar JN ao lado dele https://t.co/JFNdWsZI0A #ODia
— Jornal O Dia (@jornalodia) May 7, 2025
- Cenário histórico: A cobertura do conclave marcou um momento raro na carreira de Ilze, que cobre o Vaticano desde 1999.
- Reação online: Posts no X descreveram a interação como “tensa” e “caótica”, com memes comparando Ilze a uma “diva dos telhados”.
- Expectativa quebrada: Muitos esperavam uma química descontraída, mas a postura de Ilze surpreendeu os fãs.
- Popularidade da jornalista: A presença de Ilze no estúdio reforçou seu status de ícone do jornalismo brasileiro.
O episódio reacendeu o fascínio do público por Ilze Scamparini, uma figura que transcende o jornalismo e se tornou um fenômeno cultural. Sua trajetória, marcada por coberturas históricas e um estilo único, foi destaque em milhares de comentários nas redes sociais, que celebraram e brincaram com sua saída do “telhado” para o estúdio do Jornal Nacional.
Reações nas redes sociais
A internet não perdoou a interação entre Ilze Scamparini e William Bonner. Logo após o término do Jornal Nacional de 6 de maio de 2025, usuários do X começaram a compartilhar trechos do programa, apontando o que chamaram de “climão” entre os jornalistas. Um vídeo mostrando Bonner tentando abraçar Ilze, que se afastou com uma expressão séria, viralizou em poucos minutos, acumulando milhares de visualizações. A hashtag #IlzeNoJN alcançou os trending topics no Brasil, com internautas divididos entre os que acharam a cena engraçada e os que expressaram preocupação com o bem-estar da correspondente.
Alguns usuários destacaram a postura corporal de Ilze, que manteve os braços cruzados e evitou contato visual com Bonner durante boa parte da transmissão. Um post no X, que descreveu a jornalista como “claramente desconfortável”, recebeu centenas de curtidas e gerou debates sobre a dinâmica entre os dois. Outros, no entanto, defenderam Ilze, argumentando que sua seriedade reflete o profissionalismo de quem está acostumada a trabalhar sozinha, em um cenário cuidadosamente escolhido como o terraço de seu apartamento em Roma.
- Comentários virais: “Ilze parecia querer voltar correndo pro telhado”, escreveu um usuário, acompanhado de emojis de risada.
- Memes criativos: Imagens de Ilze “fugindo” para o terraço ou escalando prédios como o Batman circularam amplamente.
- Apoio à jornalista: Fãs elogiaram sua elegância e disseram que o desconforto pode ter sido apenas um reflexo do ambiente novo.
- Humor nas redes: Um usuário brincou que “Ilze só desce do telhado com autorização do papa”.
A reação nas redes sociais transformou o momento em um evento cultural, com internautas criando montagens e vídeos que misturavam trechos da transmissão com referências pop. A popularidade de Ilze, já consolidada por anos de coberturas marcantes, ganhou um novo capítulo com esse episódio, que deve permanecer na memória dos brasileiros por muito tempo.
O terraço icônico de Ilze
O terraço de Ilze Scamparini, localizado no sexto andar de um prédio próximo à Piazza Navona, em Roma, é mais do que um simples cenário jornalístico. Com vista para a cúpula da Igreja Sant’Agnese in Agone e os fundos da Embaixada do Brasil, o local se tornou um símbolo do jornalismo brasileiro. Durante a pandemia, quando as ruas de Roma estavam desertas, Ilze passou a usar o espaço como ponto fixo para suas entradas ao vivo, aproveitando a paisagem histórica para contextualizar suas reportagens. A escolha, inicialmente prática, transformou-se em uma marca registrada da jornalista.
Em uma entrevista ao Fantástico em 2023, Ilze revelou que o terraço pertence ao apartamento onde vive desde 1999, quando se mudou para a capital italiana. O espaço, projetado com elementos do arquiteto Francesco Borromini, oferece uma vista privilegiada da cidade e foi palco de momentos descontraídos, como festas de Carnaval organizadas pela jornalista. A popularidade do cenário é tamanha que, no Carnaval de 2024, uma foliã em Vitória, no Espírito Santo, venceu um concurso de fantasias com um traje inspirado em “Ilze no telhado”.
A decisão de deixar o terraço para aparecer no estúdio com Bonner surpreendeu os telespectadores, que estão acostumados a associar Ilze a esse cenário. A mudança temporária, motivada pela cobertura do conclave, destacou a versatilidade da jornalista, mas também reforçou o apego do público por sua imagem nos telhados de Roma. Nas redes sociais, muitos brincaram que a ausência de Ilze no terraço era “um evento tão histórico quanto o próprio conclave”.
Trajetória de Ilze Scamparini
Ilze Scamparini, nascida em Araras, interior de São Paulo, é uma das correspondentes internacionais mais respeitadas da Globo. Sua carreira na emissora começou em 1984, após passagens por veículos como o Diário do Povo, de Campinas, e a EPTV, afiliada da Globo. Antes de se fixar em Roma, a jornalista trabalhou em Nova York e Los Angeles, cobrindo eventos como cerimônias do Oscar e as consequências do acidente nuclear de Chernobyl. Sua mudança para a Itália, inicialmente planejada para durar dois anos, completou mais de duas décadas, consolidando-a como referência em coberturas sobre o Vaticano.
Um dos momentos mais marcantes de sua carreira ocorreu em 2013, durante uma entrevista com o papa Francisco. Ilze perguntou sobre o “lobby gay” na Igreja Católica, um tema até então evitado por jornalistas. A resposta do pontífice, que defendeu a acolhida a homossexuais com a frase “quem sou eu para julgá-los?”, repercutiu globalmente e colocou a brasileira em destaque no cenário internacional. Desde então, Ilze se tornou a principal voz da Globo em assuntos relacionados à Santa Sé, cobrindo conclaves, mortes de papas e outros eventos históricos.
Além do jornalismo, Ilze também se dedica à literatura. Em 2021, lançou o romance “Atirem Direto no Meu Coração”, inspirado em uma entrevista com uma combatente sérvia da Guerra do Kosovo. O livro, publicado pela Harper Collins, reflete sua paixão pela escrita, que ela já manifestava desde os tempos de faculdade na Pontifícia Universidade Católica de Campinas. A jornalista planeja novas obras, incluindo projetos sobre a Primeira e a Segunda Guerra Mundial e os bastidores do Vaticano.
- Início na TV: Ilze estreou na Globo em 1981, como repórter do programa TV Mulher.
- Coberturas marcantes: Além do Vaticano, ela reportou o Rock in Rio de 1985 com um visual icônico.
- Vida pessoal discreta: Casada com o roteirista italiano Domenico Saverni, Ilze optou por não ter filhos.
- Apelido carinhoso: Nas redes, é chamada de “rainha dos telhados” por sua presença constante em terraços.
- Legado cultural: Sua imagem inspirou fantasias de Carnaval e memes nas redes sociais.
A trajetória de Ilze combina profissionalismo, elegância e uma conexão única com o público, que a transformou em uma figura quase mítica do jornalismo brasileiro.
Bonner no Vaticano
William Bonner, por sua vez, também marcou presença na cobertura do conclave de 2025. O âncora do Jornal Nacional viajou ao Vaticano para apresentar o telejornal diretamente da Praça São Pedro, uma decisão que remete à sua experiência em 2005, durante a morte do papa João Paulo II. Naquela ocasião, Bonner enfrentou dificuldades climáticas, chegando a “congelar” ao vivo devido ao frio intenso de Roma. Em 2025, ele retornou ao mesmo cenário com um tom mais descontraído, mas não sem gerar polêmica com sua interação com Ilze.
Bonner anunciou a participação de Ilze no estúdio com entusiasmo, destacando que a correspondente “prometeu” estar ao seu lado na edição de 7 de maio. A declaração, feita ao vivo no dia 6, criou uma onda de expectativa nas redes sociais, com internautas especulando sobre como seria a dinâmica entre os dois. A presença de Bonner no Vaticano reforçou a importância da cobertura, que mobilizou outros jornalistas da Globo, como César Tralli, Nilson Klava, Murilo Salviano e Leonardo Monteiro.
A interação entre Bonner e Ilze, no entanto, foi o que mais chamou atenção. Enquanto o âncora tentava manter um tom leve, com gestos como tocar o braço da colega, Ilze respondeu com uma postura mais reservada, o que gerou interpretações variadas. Alguns internautas sugeriram que Bonner pode ter sido excessivamente caloroso, enquanto outros apontaram que Ilze, acostumada a trabalhar sozinha, simplesmente não se sentiu à vontade no ambiente do estúdio.
Dinâmica no estúdio
A edição do Jornal Nacional de 7 de maio de 2025 foi um marco para os telespectadores. Pela primeira vez em anos, Ilze Scamparini apareceu em um estúdio ao lado de William Bonner, deixando de lado o terraço que a tornou famosa. A transmissão, realizada diretamente do Vaticano, trouxe reportagens detalhadas sobre o conclave, incluindo uma matéria de Ilze sobre o “Quarto das Lágrimas”, a sala onde o novo papa veste a batina branca após a eleição. A jornalista narrou como o alfaiate responsável já havia preparado três batinas de tamanhos diferentes, destacando a curiosidade em torno do futuro pontífice.
Apesar do conteúdo jornalístico impecável, o foco do público se voltou para a interação entre os apresentadores. Bonner abriu o bloco com um comentário bem-humorado sobre a presença de Ilze, mas a correspondente respondeu com frases curtas e um sorriso contido. Durante a transmissão, ela manteve uma postura profissional, focando nas informações sobre o conclave, mas evitou interagir diretamente com o âncora. A dinâmica gerou uma enxurrada de comentários nas redes sociais, com alguns usuários descrevendo a cena como “constrangedora” e outros elogiando a seriedade de Ilze.
- Momento viral: O instante em que Bonner tentou abraçar Ilze foi o mais comentado da noite.
- Postura de Ilze: A jornalista manteve os braços cruzados e olhou para a câmera, evitando contato com Bonner.
- Reação de Bonner: O âncora tentou manter o clima leve, mas pareceu surpreso com a resposta contida da colega.
- Foco no conclave: Apesar da polêmica, a matéria de Ilze sobre o “Quarto das Lágrimas” foi elogiada por sua precisão.
A presença de Ilze no estúdio, embora breve, marcou um momento raro em sua carreira e reacendeu o debate sobre a pressão enfrentada por jornalistas em coberturas ao vivo.
Cobertura do conclave
O conclave de 2025, iniciado em 7 de maio, é um dos eventos mais aguardados do ano no cenário internacional. Após a morte do papa Francisco em 21 de abril, o Vaticano mobilizou cardeais de todo o mundo para eleger o novo líder da Igreja Católica. Ilze Scamparini, com sua vasta experiência em coberturas vaticanas, desempenhou um papel central na transmissão das informações para o público brasileiro. Suas reportagens detalharam o funcionamento do conclave, desde o isolamento dos cardeais na Capela Sistina até os rituais que envolvem a escolha do papa.
A jornalista destacou curiosidades sobre o processo, como a preparação de batinas em três tamanhos diferentes para o novo pontífice. Ela também explicou o significado do “Quarto das Lágrimas”, onde o eleito reflete sobre sua nova responsabilidade antes de aparecer na varanda da Basílica de São Pedro. A cobertura, transmitida pela Globo e pela GloboNews, contou com a participação de outros repórteres, mas Ilze se destacou pela profundidade de suas análises e pela familiaridade com os bastidores do Vaticano.
A presença de William Bonner no local reforçou a relevância do evento para o público brasileiro. O âncora conduziu entrevistas com especialistas e apresentou reportagens sobre a história dos conclaves, enquanto Ilze trouxe informações exclusivas sobre os preparativos em Roma. A combinação dos dois jornalistas, embora marcada por uma interação polêmica, garantiu uma cobertura abrangente e dinâmica, que manteve os telespectadores atentos às novidades do Vaticano.
Impacto cultural de Ilze
A popularidade de Ilze Scamparini transcende o jornalismo. Sua imagem nos telhados de Roma inspirou memes, fantasias de Carnaval e até comparações com personagens fictícios como o Batman e Ezio, do jogo Assassin’s Creed. A jornalista, que já foi chamada de “rainha dos telhados” nas redes sociais, conquistou um lugar especial no imaginário brasileiro, graças à sua elegância, seriedade e ao cenário único de suas reportagens. O episódio com Bonner apenas ampliou esse fenômeno, com internautas criando conteúdos que misturam humor e admiração pela correspondente.
Durante o Carnaval de 2024, uma foliã chamada Melina Duarte venceu um concurso de fantasias em Vitória com um traje inspirado em Ilze. A jornalista, ao saber da homenagem, agradeceu em uma entrada ao vivo no Em Pauta, da GloboNews, destacando a criatividade da fã. O evento reforçou a conexão de Ilze com o público, que a enxerga não apenas como uma profissional, mas como uma figura cultural. Nas redes sociais, posts celebram sua trajetória e brincam com sua suposta “relutância” em deixar o terraço.
A interação com Bonner, embora vista como tensa por alguns, também gerou apoio à jornalista. Muitos internautas defenderam sua postura, argumentando que a seriedade é parte de sua marca registrada. Outros destacaram que a pressão de uma cobertura ao vivo, em um ambiente diferente do habitual, pode explicar o desconforto percebido. Independentemente das interpretações, o episódio consolidou Ilze como uma das personalidades mais queridas e comentadas do jornalismo brasileiro.
- Fantasias de Carnaval: A homenagem de Melina Duarte em 2024 viralizou nas redes sociais.
- Memes constantes: Comparações com o Batman e Ezio são comuns em posts no X.
- Apoio do público: Fãs elogiaram a elegância de Ilze, mesmo em um momento de suposto desconforto.
- Presença nas redes: A hashtag #IlzeNoJN acumulou milhares de menções em poucas horas.
- Legado duradouro: A jornalista é vista como um ícone cultural, além de uma profissional respeitada.
O fenômeno Ilze Scamparini mostra como o jornalismo pode se entrelaçar com a cultura popular, criando momentos que vão além da notícia.
Preparativos para o conclave
A cobertura do conclave exigiu uma logística complexa por parte da Globo. Além de Ilze Scamparini e William Bonner, a emissora deslocou outros jornalistas para Roma, como César Tralli, que cobriu os primeiros dias após a morte do papa Francisco. A equipe trabalhou em pontos estratégicos da cidade, incluindo a Praça São Pedro, a Casa Santa Marta e os arredores da Basílica. Ilze, que geralmente grava no terraço de seu apartamento, apareceu em locais como a entrada da Casa Santa Marta, onde os cardeais ficam hospedados durante o conclave.
A jornalista também visitou os Jardins do Vaticano e a Piazza del Popolo, locais que costuma frequentar em momentos de lazer com sua cachorrinha, Pina. Essas aparições fora do terraço surpreenderam os telespectadores, que estão acostumados a vê-la em um cenário fixo. A mobilidade de Ilze durante a cobertura destacou sua versatilidade e reforçou a importância de sua presença em Roma, onde vive desde 1999 com o marido, o roteirista siciliano Domenico Saverni Mezzatesta.
A preparação para o conclave incluiu detalhes curiosos, como a escolha das batinas pelo alfaiate romano. Ilze explicou que o profissional, responsável por vestir os papas há gerações, trabalha com antecedência para garantir que o novo pontífice esteja pronto para sua primeira aparição. A jornalista também abordou o simbolismo da fumaça branca, que anuncia a eleição do papa, e da fumaça preta, que indica a ausência de consenso entre os cardeais. Esses elementos, apresentados com clareza, ajudaram o público brasileiro a entender a complexidade do processo.
Vida pessoal e rotina em Roma
Fora das câmeras, Ilze Scamparini leva uma vida discreta em Roma. Casada há quase 20 anos com Domenico Saverni, ela optou por não ter filhos, mas mantém laços próximos com suas sobrinhas, a quem considera como “segundas filhas”. A jornalista, que nasceu em uma família de origem italiana, é fluente em italiano e se adaptou completamente à vida na capital. Sua rotina inclui passeios pelo Ghetto Hebraico, uma área histórica de Roma, e pelo Parque do Castelo de Sant’Angelo, onde costuma caminhar com sua cachorrinha, Pina.
Ilze também é conhecida por sua paixão pela cultura italiana. Ela frequenta restaurantes no Ghetto Hebraico, como os que oferecem pratos típicos da culinária judaico-romana, e já foi vista em cafés na Piazza del Popolo. Apesar de sua discrição, a jornalista não passa despercebida entre os turistas brasileiros, que muitas vezes a reconhecem durante seus passeios. Para evitar atenção, ela costuma usar óculos escuros, mas sua elegância natural a torna uma figura marcante nas ruas de Roma.
A correspondente divide seu tempo entre o trabalho intenso na Globo e momentos de pausa, que incluem a escrita e a leitura. Seu livro, “Atirem Direto no Meu Coração”, é um reflexo de sua dedicação à literatura, e ela já planeja novos projetos literários. A vida em Roma, com sua mistura de história, arte e gastronomia, parece ser o cenário perfeito para a jornalista, que se sente em casa na cidade desde sua chegada, há mais de duas décadas.
- Vida discreta: Ilze evita expor detalhes pessoais, mas compartilhou sua rotina em raras entrevistas.
- Paixão por Roma: A jornalista frequenta locais históricos e aprecia a culinária local.
- Relação com sobrinhas: Sem filhos, Ilze mantém laços fortes com as filhas de seus irmãos.
- Escrita como hobby: Seu romance de 2021 é apenas o começo de sua carreira literária.
A rotina de Ilze em Roma combina o ritmo acelerado do jornalismo com momentos de tranquilidade, que a ajudam a recarregar as energias para coberturas intensas como a do conclave.
Histórico de coberturas no Vaticano
Ilze Scamparini já cobriu três mortes de papas desde que chegou a Roma: João Paulo II, Bento XVI e Francisco. Cada uma dessas coberturas trouxe desafios únicos, mas também reforçou sua reputação como especialista em assuntos vaticanos. Durante a morte de João Paulo II, em 2005, Ilze trabalhou ao lado de William Bonner, que enfrentou o frio intenso de Roma para apresentar o Jornal Nacional. A experiência, embora marcante, foi lembrada por Bonner como desafiadora, especialmente pelo clima adverso.
A morte de Bento XVI, em 2022, pegou Ilze de surpresa durante suas férias no Brasil. A jornalista precisou retornar às pressas a Roma, interrompendo sua ceia de Réveillon. O episódio gerou memes nas redes sociais, com internautas brincando que o papa emérito havia “estragado” as festas de Ilze. Já a cobertura da morte de Francisco, em 2025, foi planejada com mais antecedência, permitindo que a jornalista se preparasse para uma das transmissões mais importantes de sua carreira.
A experiência de Ilze no Vaticano vai além das coberturas de mortes e conclaves. Em 2013, sua pergunta ao papa Francisco sobre o “lobby gay” marcou um momento histórico, ao trazer à tona um tema sensível dentro da Igreja. A resposta do pontífice, que defendeu a tolerância, foi amplamente debatida e colocou Ilze no centro das atenções. Desde então, ela se consolidou como uma das poucas jornalistas com acesso privilegiado aos bastidores da Santa Sé, o que a torna indispensável para a Globo em momentos como o conclave de 2025.