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Onde assistir ao vivo Brasil x Peru em duelo decisivo no hexagonal do Sul-Americano feminino sub-17

Seleção Brasileira Feminina Sub-17
Seleção Brasileira Feminina Sub-17 - Foto: Nelson Terme / CBF) Seleção Brasileira Feminina Sub-17 - Foto: Nelson Terme / CBF)

Em Cali, na Colômbia, a Seleção Brasileira Feminina Sub-17 entra em campo nesta quinta-feira, 15 de maio, para enfrentar o Peru, em um confronto crucial pela segunda rodada do hexagonal final do Sul-Americano da categoria. A partida, marcada para as 21h30, no Estádio Pascual Guerrero, coloca frente a frente duas equipes com objetivos distintos: o Brasil, pentacampeão, busca consolidar sua liderança rumo ao sexto título, enquanto o Peru, estreante na fase final, tenta surpreender para se aproximar da classificação ao Mundial Sub-17, que será disputado no Marrocos.

A competição, realizada entre 1º e 25 de maio, reúne as dez seleções da Conmebol em um formato que classifica as três melhores equipes de cada grupo inicial para o hexagonal final, onde todas se enfrentam em turno único. O Brasil, que terminou a primeira fase com 100% de aproveitamento, empatou na estreia do hexagonal contra o Paraguai, enquanto o Peru sofreu uma derrota para a Colômbia, o que torna o jogo de hoje decisivo para ambas as equipes.

O confronto será transmitido ao vivo pelo Sportv, com retransmissão no Globoplay para assinantes, e promete atrair a atenção de torcedores que acompanham o desenvolvimento do futebol feminino de base na América do Sul. A Seleção Brasileira, comandada pela técnica Rilany Silva, aposta em sua força ofensiva e na experiência de jogadoras como Evelin e Gabi Pusch, enquanto o Peru, sob o comando da brasileira Emily Lima, busca surpreender com organização tática.

O Sul-Americano Sub-17 é mais do que uma disputa pelo título continental; ele garante quatro vagas para o Mundial da categoria, aumentando a pressão sobre as equipes. Confira os principais detalhes do confronto:

  • Horário e local: 21h30, Estádio Pascual Guerrero, Cali.
  • Transmissão: Sportv e Globoplay.
  • Objetivo do Brasil: Garantir a liderança e o hexacampeonato.
  • Desafio do Peru: Recuperar-se da derrota e buscar pontos para o Mundial.

Histórico de domínio brasileiro

A Seleção Brasileira chega ao confronto com um retrospecto impressionante no Sul-Americano Feminino Sub-17, com cinco títulos conquistados em 2010, 2012, 2018, 2022 e 2024. Na fase de grupos desta edição, o Brasil enfrentou o Peru na estreia, vencendo por 2 a 0, com gols de Gabi Pusch e um gol contra. A campanha invicta na primeira fase, com vitórias sobre Peru, Bolívia, Uruguai e Equador, consolidou a equipe como a única com 100% de aproveitamento, somando 12 pontos e um saldo de 13 gols.

O desempenho brasileiro reflete a força do trabalho de base no futebol feminino, com jogadoras de clubes como Corinthians, São Paulo e Internacional se destacando. A técnica Rilany Silva, que assumiu o comando da equipe em 2024, prioriza um estilo de jogo ofensivo, com transições rápidas e valorização da posse de bola.

Na partida contra o Paraguai, na abertura do hexagonal, o Brasil abriu o placar com Evelin, mas cedeu o empate no segundo tempo, em um gol de Alison Barreiro. O resultado deixou a equipe na terceira posição, com um ponto, atrás de Equador, líder com três pontos, e Colômbia, que ainda joga na rodada.

Peru em busca de feito histórico

O Peru, por sua vez, vive um momento histórico ao alcançar o hexagonal final pela primeira vez na competição. A equipe, liderada pela brasileira Emily Lima, ex-técnica da seleção principal peruana, conquistou seis pontos na primeira fase, com vitórias sobre Bolívia e Uruguai, mas derrotas para Brasil e Equador. A campanha colocou o Peru na terceira posição do Grupo B, garantindo a classificação ao lado de Brasil e Equador.

Na estreia do hexagonal, o Peru enfrentou a Colômbia, anfitriã do torneio, e sofreu uma derrota por 3 a 0, resultado que deixou a equipe na lanterna da fase final, sem pontos. Apesar do revés, a comissão técnica peruana mantém o foco na recuperação, apostando em jogadoras como Aldana Costa e Fátima Huaylupo para equilibrar o confronto contra o Brasil.

A presença de Emily Lima no comando técnico agrega experiência ao elenco peruano. A treinadora, que também atua como coordenadora técnica, tem trabalhado na reestruturação do futebol feminino no país, com ênfase na formação de atletas jovens. O jogo contra o Brasil é visto como uma oportunidade para mostrar evolução, mesmo diante de um adversário tradicionalmente dominante.

Formato do torneio e importância do hexagonal

O Sul-Americano Feminino Sub-17 de 2025 adota um formato que intensifica a disputa na fase final. Após a primeira fase, com dois grupos de cinco equipes, as três melhores de cada chave avançam ao hexagonal, onde disputam cinco partidas em turno único. A equipe com mais pontos ao final das rodadas conquista o título, enquanto as quatro primeiras garantem vaga no Mundial Sub-17, programado para outubro e novembro no Marrocos.

No hexagonal, cada vitória vale três pontos, e o saldo de gols pode ser decisivo em caso de empate. A competição, sediada em Palmira e Cali, na Colômbia, tem atraído atenção pela qualidade técnica das equipes e pelo equilíbrio entre as seleções classificadas: Brasil, Equador, Peru, Colômbia, Paraguai e Chile.

Os jogos do hexagonal são disputados em estádios tradicionais, como o Pascual Guerrero, que já sediou grandes confrontos sul-americanos. A presença de torcedores locais tem criado um ambiente festivo, com bandeiras e cânticos que celebram o futebol juvenil.

Prováveis escalações em campo

As equipes entram em campo com escalações que refletem suas estratégias para o confronto. O Brasil, sob o comando de Rilany Silva, deve manter a base que atuou contra o Paraguai, com destaque para a meia Evelin, vice-artilheira do torneio com quatro gols, e a atacante Gabi Pusch, que já marcou na estreia contra o Peru.

A provável escalação do Brasil inclui:

  • Goleira: Morganti.
  • Defesa: Allyne, Andreyna, Marina.
  • Meio-campo: Carol Melo, Julinha, Dulce Maria, Evelin.
  • Ataque: Ravenna, Yngrid Piauí, Mari.

O Peru, treinado por Fiorella Valverde sob a supervisão de Emily Lima, aposta em uma formação equilibrada, com ênfase na solidez defensiva e transições rápidas. Jogadoras como Alba Soto e Mía Meist são peças-chave no esquema tático. A provável escalação peruana é:

  • Goleira: Fiorela Sucuitana.
  • Defesa: Aldana Costa, Fátima Huaylupo, Ariana Sabalú.
  • Meio-campo: Ana Lucía Deletre, Emillia Consiglieri, Alba Soto, Mía Meist.
  • Ataque: Alexa Zevallos, Brisa Alvarado, Valeria Huamaní.

Estádio Pascual Guerrero como palco

O Estádio Olímpico Pascual Guerrero, em Cali, é um dos principais cenários do futebol colombiano, com capacidade para cerca de 35 mil espectadores. Inaugurado em 1937 e reformado em 2010, o estádio tem histórico de sediar competições internacionais, incluindo jogos das seleções sul-americanas.

Para o confronto entre Brasil e Peru, a expectativa é de um público expressivo, com torcedores colombianos apoiando o torneio e a presença de comunidades brasileiras e peruanas na região. A arbitragem será conduzida por uma equipe colombiana, liderada por María Victoria Daza, auxiliada por Mary Blanco e Mayra Sánchez, garantindo imparcialidade nas decisões.

O gramado do Pascual Guerrero, conhecido por sua qualidade, favorece o estilo de jogo técnico do Brasil, mas também pode beneficiar o Peru, que busca explorar contra-ataques. A iluminação moderna e a estrutura do estádio proporcionam condições ideais para uma partida noturna.

Preparação das equipes

A Seleção Brasileira realizou sua preparação final em Guararema, no interior de São Paulo, antes de embarcar para a Colômbia. Durante dez dias, a equipe trabalhou aspectos táticos e físicos, com amistosos e treinos intensivos. Rilany Silva convocou 22 jogadoras, incluindo atletas de clubes tradicionais e algumas que já disputaram edições anteriores do torneio.

No último treino antes do jogo, realizado no Estádio Raul Miranda, em Yumbo, a comissão técnica brasileira ajustou o posicionamento defensivo, após o empate contra o Paraguai, e reforçou jogadas de bola parada, que têm sido decisivas na competição. A confiança no grupo é alta, com destaque para a união entre as atletas.

O Peru, por sua vez, concentrou sua preparação em Lima, com treinos focados na organização defensiva e na velocidade no ataque. Emily Lima acompanhou de perto a evolução das jogadoras, muitas delas estreantes em competições internacionais. A derrota para a Colômbia na primeira rodada do hexagonal serviu como aprendizado, e a equipe busca corrigir falhas para enfrentar o Brasil.

Destaques individuais em foco

Entre as brasileiras, Evelin tem se destacado como uma das principais jogadoras do torneio. A meia, que atua pelo Corinthians, marcou quatro gols na primeira fase, incluindo um hat-trick contra a Bolívia. Sua visão de jogo e precisão nos chutes de média distância são armas importantes para o Brasil.

Gabi Pusch, outra peça-chave, abriu o placar na vitória contra o Peru na fase de grupos e é referência no ataque. A atacante, que joga pelo Internacional, combina velocidade e habilidade, sendo uma ameaça constante às defesas adversárias.

No lado peruano, Aldana Costa, zagueira de apenas 16 anos, é um dos pilares da equipe. Sua capacidade de antecipação e liderança em campo têm sido elogiadas por Emily Lima. No ataque, Mía Meist, que marcou contra a Bolívia na primeira fase, é a principal esperança de gols.

Rivalidade na fase de grupos

O confronto desta quinta-feira não é o primeiro entre Brasil e Peru no Sul-Americano Sub-17 de 2025. Na estreia da competição, em 1º de maio, as brasileiras venceram por 2 a 0, em partida disputada no Estádio Francisco Rivera Escobar, em Palmira. O jogo foi marcado pelo domínio brasileiro no primeiro tempo, com Gabi Pusch abrindo o placar de cabeça aos 23 minutos.

O segundo gol veio no início da etapa final, quando uma jogada de Ravenna resultou em um gol contra da defesa peruana. Apesar da derrota, o Peru mostrou resistência, com boas intervenções da goleira Fiorela Sucuitana e tentativas de contra-ataque lideradas por Alba Soto.

O histórico entre as duas equipes no torneio é amplamente favorável ao Brasil, que venceu todos os confrontos desde a criação da competição, em 2008. No entanto, o Peru tem evoluído, e a presença de Emily Lima no comando técnico adiciona um elemento de imprevisibilidade ao duelo.

Importância do Mundial Sub-17

O Mundial Sub-17, que será disputado no Marrocos entre outubro e novembro de 2025, é o grande objetivo das equipes no Sul-Americano. A competição, organizada pela Fifa, reunirá 24 seleções, com quatro vagas destinadas à América do Sul. O torneio representa uma vitrine para jovens atletas, muitas das quais podem chegar às seleções principais no futuro.

O Brasil, que já conquistou o Sul-Americano em cinco ocasiões, busca manter sua hegemonia continental e garantir a classificação com antecedência. A campanha de 2024, quando a Seleção venceu o torneio no Paraguai, serve como inspiração para o elenco atual, que conta com jogadoras experientes e novos talentos.

Para o Peru, a classificação ao Mundial seria um marco histórico, consolidando o trabalho de base iniciado nos últimos anos. A equipe, que nunca participou da competição global, vê no hexagonal uma oportunidade única de fazer história.

Equilíbrio no hexagonal final

O hexagonal final do Sul-Americano Sub-17 tem se mostrado altamente competitivo, com resultados apertados nas primeiras rodadas. O Equador lidera a tabela após vencer o Chile por 2 a 0, enquanto a Colômbia, anfitriã, busca manter sua invencibilidade contra o Peru. Brasil e Paraguai, que empataram na estreia, ocupam posições intermediárias, mas ainda têm quatro jogos para buscar a liderança.

A rodada desta quinta-feira também inclui o confronto entre Chile e Equador, que pode influenciar a classificação. Cada ponto conquistado no hexagonal é crucial, especialmente para equipes como o Peru, que precisam se recuperar rapidamente para permanecer na zona de classificação ao Mundial.

O Brasil, mesmo após o empate contra o Paraguai, mantém a confiança em sua capacidade de reverter a situação. A técnica Rilany Silva destacou a importância de manter a concentração durante os 90 minutos, especialmente contra adversários que exploram erros defensivos.

Tradição brasileira no torneio

O Brasil é a maior potência do Sul-Americano Feminino Sub-17, com cinco títulos em oito edições. A equipe venceu em 2010, na Bolívia, com uma geração liderada por Andressa Alves, que mais tarde se destacou na seleção principal. Em 2012, no Paraguai, o título veio com atuações brilhantes de Bia Zaneratto, hoje ícone do futebol feminino brasileiro.

As conquistas de 2018, 2022 e 2024 reforçaram a hegemonia brasileira, com elencos que combinaram talento individual e trabalho coletivo. A edição de 2024, disputada no Paraguai, teve o Brasil como campeão invicto, vencendo a final contra a Colômbia por 2 a 0.

Na atual edição, a Seleção busca o quarto título consecutivo, um feito inédito na história do torneio. A campanha na primeira fase, com 13 gols marcados e apenas um sofrido, demonstra o potencial do elenco, que agora enfrenta o desafio de manter o nível no hexagonal.

Evolução do futebol peruano

O Peru, embora ainda em desenvolvimento no futebol feminino, tem mostrado sinais de evolução. A classificação ao hexagonal final é um reflexo do investimento na base, com a criação de ligas regionais e programas de formação de atletas. Emily Lima, que assumiu a coordenação técnica em 2023, tem sido peça-chave nesse processo, trazendo sua experiência como treinadora de clubes brasileiros e da seleção equatoriana.

Na primeira fase, o Peru venceu a Bolívia por 3 a 1 e o Uruguai por 2 a 0, resultados que garantiram a vaga no hexagonal. As derrotas para Brasil e Equador, no entanto, expuseram a necessidade de maior consistência contra adversários mais fortes. O jogo contra a Colômbia, na estreia do hexagonal, foi um teste duro, mas a equipe mantém o foco na recuperação.

A participação no Sul-Americano Sub-17 é vista como um passo importante para o futuro do futebol feminino peruano, que busca inspiração em países como Brasil e Colômbia, onde a modalidade tem maior visibilidade.

Expectativa dos torcedores

A partida entre Brasil e Peru tem gerado grande expectativa entre os torcedores, especialmente nas redes sociais, onde posts celebram a campanha brasileira e destacam a evolução do Peru. A transmissão pelo Sportv e Globoplay facilita o acesso dos fãs, que acompanham o torneio de diferentes partes do mundo.

Em Cali, a comunidade brasileira na Colômbia organiza encontros para assistir ao jogo, enquanto torcedores peruanos na região planejam apoiar a equipe no estádio. O clima festivo, com bandeiras e cânticos, reflete a importância do torneio para o fortalecimento do futebol feminino na América do Sul.

Os ingressos para o jogo, vendidos pelo site Tuboleta.com, variam entre 23 e 46 dólares, com boa procura por parte do público local. A Conmebol espera que o hexagonal final atraia ainda mais espectadores nas próximas rodadas, especialmente nos jogos decisivos de 24 de maio.

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