A terceira parcela do programa Pé-de-meia, iniciativa do Governo Federal, começa a ser paga em 23 de junho de 2025, oferecendo R$200 mensais a estudantes de baixa renda do ensino médio público. Direcionado a jovens entre 14 e 24 anos inscritos no CadÚnico, o pagamento segue um calendário baseado no mês de nascimento e exige frequência mínima de 80% nas aulas. Os valores, que podem chegar a R$3.000 por ano, são depositados em contas poupança digitais da Caixa Econômica Federal. Lançado em 2023, o programa busca combater a evasão escolar, garantindo recursos para materiais, transporte e outros custos. Milhares de alunos em todo o país serão beneficiados, com o Ministério da Educação coordenando a ação. O incentivo também inclui bônus por matrícula, aprovação e participação no Enem, fortalecendo o acesso à educação.
Desde sua criação, o Pé-de-meia tem se destacado por apoiar jovens em situação de vulnerabilidade. A iniciativa já atingiu mais de 2 milhões de estudantes, e a expectativa é de crescimento em 2025.
- Pagamento mensal de R$200 para frequência escolar.
- Bônus de R$200 por matrícula no início do ano.
- R$1.000 por aprovação ao final do ano letivo.
- Adicional de R$200 para quem faz o Enem.
O programa se consolida como uma ferramenta essencial para a permanência escolar. Escolas públicas de diversas regiões relatam aumento na assiduidade desde a implementação.
Detalhes do pagamento em junho
O calendário da terceira parcela do incentivo-frequência segue uma ordem clara, organizada pelo mês de nascimento dos estudantes. Os depósitos ocorrem entre 23 e 30 de junho de 2025, diretamente nas contas poupança digitais da Caixa. Alunos nascidos em janeiro e fevereiro recebem no dia 23, enquanto os de março e abril têm o valor liberado no dia 24. Para os nascidos em maio e junho, o pagamento ocorre em 25 de junho. Já os estudantes de julho e agosto acessam os R$200 no dia 26, e os de setembro e outubro, no dia 27. Por fim, quem nasceu em novembro e dezembro recebe no dia 30. A verificação da frequência escolar é obrigatória, e as escolas devem enviar os dados ao Ministério da Educação para validação.

Quem pode participar do programa
Estudantes do ensino médio público ou da Educação de Jovens e Adultos (EJA) têm direito ao benefício, desde que atendam a critérios específicos. A faixa etária elegível é de 14 a 24 anos, e a inscrição no CadÚnico é obrigatória, com renda familiar per capita de até meio salário mínimo. Além disso, o aluno precisa ter CPF regularizado junto à Receita Federal. A participação é automática, sem necessidade de solicitação formal. Manter os dados atualizados no Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) é essencial para evitar interrupções no recebimento dos valores. O programa prioriza jovens de famílias vulneráveis, oferecendo suporte para que priorizem os estudos.
Como funciona o acesso aos valores
Os depósitos do Pé-de-meia são realizados exclusivamente em contas poupança digitais da Caixa Econômica Federal, abertas automaticamente em nome dos estudantes. Para consultar o saldo, o aluno pode usar o aplicativo Caixa Tem, que permite transferências via Pix, saques em caixas eletrônicos e emissão de cartão de débito virtual. Outra opção é o aplicativo Jornada do Estudante, desenvolvido pelo Ministério da Educação. Nele, é possível verificar a frequência escolar, o histórico de pagamentos e eventuais pendências. Ambos os aplicativos estão disponíveis para Android e iOS. Em caso de dificuldades, o estudante deve checar os dados junto à escola ou entrar em contato com os canais oficiais do MEC.
Requisitos para manter o incentivo
Garantir o recebimento do benefício exige o cumprimento de regras rigorosas. A frequência mínima de 80% nas aulas é verificada mensalmente pelas escolas, que enviam os dados ao Ministério da Educação. A aprovação no final do ano letivo é condição para o incentivo-conclusão, no valor de R$1.000. Alunos do 3º ano que participam do Enem recebem um bônus adicional de R$200.
- Frequência de 80% ou mais nas aulas.
- Aprovação no ano letivo para o bônus de R$1.000.
- Participação no Enem para o incentivo extra.
- Regularização de pendências para retomar pagamentos.
Se a frequência não for atingida em um mês, o valor é suspenso, mas pode ser liberado no mês seguinte, caso a situação seja corrigida.
Benefícios extras oferecidos
O Pé-de-meia vai além do incentivo mensal, oferecendo valores adicionais em etapas específicas do ano letivo. No início do ano, o incentivo-matrícula, de R$200, é pago após a confirmação da matrícula. Ao final do ano, alunos aprovados recebem R$1.000 como incentivo-conclusão. Estudantes do 3º ano que realizam o Exame Nacional do Ensino Médio ganham R$200 extras. Esses valores se acumulam, permitindo um total de até R$3.000 anuais para quem cumpre todas as metas. A iniciativa estimula a permanência escolar e a preparação para o ensino superior, beneficiando jovens em todo o país.
Soluções para pendências nos pagamentos
Quando o pagamento não é depositado, o estudante deve agir rapidamente para identificar a causa. O primeiro passo é consultar o aplicativo Jornada do Estudante para checar possíveis pendências, como frequência insuficiente. Em seguida, o aplicativo Caixa Tem permite confirmar se o saldo está disponível. A escola também desempenha um papel crucial, validando e enviando os dados de frequência ao Ministério da Educação.
- Verificar pendências no aplicativo Jornada do Estudante.
- Consultar o saldo no Caixa Tem.
- Confirmar os dados de frequência com a escola.
- Buscar os canais do MEC para esclarecimentos.
A resolução ágil de problemas garante a continuidade dos depósitos nos meses seguintes.
Histórico de participação no programa
Lançado em 2023, o Pé-de-meia já beneficiou mais de 2 milhões de estudantes em todo o país. Em 2024, o programa registrou um aumento de 15% no número de participantes, segundo o Ministério da Educação. Escolas públicas de diversas regiões têm integrado seus sistemas de monitoramento de frequência, facilitando a gestão dos benefícios. Educadores destacam que a assiduidade dos alunos melhorou, especialmente em comunidades de alta vulnerabilidade. A expectativa para 2025 é de expansão, com mais estados e municípios aderindo à iniciativa.
Relatos de estudantes beneficiados
Jovens de diferentes regiões compartilham experiências positivas com o Pé-de-meia. Em Pernambuco, Maria, de 17 anos, utilizou o valor mensal para comprar livros e acessar cursos online preparatórios para o Enem. No Rio de Janeiro, João, de 16 anos, conseguiu se dedicar aos estudos sem a necessidade de trabalhar em período integral. Em Minas Gerais, Ana, de 18 anos, destaca que o incentivo-matrícula a ajudou a cobrir custos de transporte. Esses depoimentos mostram como o programa tem apoiado a permanência escolar e a busca por melhores oportunidades educacionais.
Ampliação do alcance em 2025
O Ministério da Educação planeja aumentar o número de beneficiários do Pé-de-meia em 2025, com a inclusão de mais escolas públicas no sistema. A iniciativa conta com o apoio de gestores estaduais e municipais, que têm trabalhado para integrar dados de frequência e matrícula. Regiões com altos índices de evasão escolar são prioridade, visando atender jovens em situação de maior vulnerabilidade. O programa também busca aprimorar os aplicativos Jornada do Estudante e Caixa Tem, facilitando o acesso às informações e aos valores depositados. A meta é fortalecer a educação pública em todo o país.
Papel das escolas na gestão do benefício
As escolas públicas desempenham uma função essencial no Pé-de-meia, sendo responsáveis por registrar e enviar os dados de frequência dos alunos ao Ministério da Educação. Esse processo é mensal e garante a validação dos pagamentos. Diretores e professores também orientam os estudantes sobre a regularização de pendências, como a atualização do CadÚnico.
- Registro mensal da frequência dos alunos.
- Envio de dados ao Ministério da Educação.
- Orientação aos estudantes sobre pendências.
- Apoio na regularização de documentos.
A parceria entre escolas e o MEC é fundamental para o sucesso do programa.