Os fãs de terror têm um motivo especial para celebrar nesta sexta-feira 13 de junho de 2025: uma seleção de 13 filmes, que vão de estreias nacionais e internacionais a clássicos do gênero, está disponível nos cinemas e plataformas de streaming. A data, conhecida por sua aura supersticiosa, inspira maratonas de suspense e sustos, com destaque para o brasileiro “Prédio vazio”, dirigido por Rodrigo Aragão, e a nova sequência “Premonição 6: Laços de sangue”, que chegam às telonas. Outras produções, como o remake de “Lobisomem”, também prometem atrair o público. As opções, disponíveis em serviços como Globoplay e nos circuitos de cinema, atendem tanto aos aficionados por novidades quanto aos nostálgicos. A curadoria reflete o apelo cultural da data, que une medo e entretenimento em experiências imersivas.
A escolha dos filmes para a data não é aleatória. A sexta-feira 13 carrega um simbolismo que transcende gerações, associado a lendas urbanas e narrativas de terror. Cinemas de cidades como São Paulo, Rio de Janeiro e Recife programaram sessões especiais, enquanto plataformas de streaming reforçam seus catálogos com títulos que exploram o sobrenatural e o psicológico.
- Novidades no cinema: Estreias como “Prédio vazio” e “Premonição 6” dominam as bilheterias.
- Clássicos no streaming: Títulos como “Sexta-feira 13: Bem-vindo a Crystal Lake” estão disponíveis no Globoplay.
- Acessibilidade: Há opções para todos os públicos, com ingressos a partir de R$ 20 em algumas salas.
- Engajamento cultural: A data estimula eventos temáticos, como maratonas em cineclubes.
O terror, como gênero, encontra na sexta-feira 13 um momento de renovação, conectando cineastas, público e tradições populares em uma celebração única.
Uma data marcada pelo medo
A sexta-feira 13 é sinônimo de suspense em diversas culturas, especialmente no Ocidente, onde a data é associada a eventos desafortunados. No cinema, ela ganhou notoriedade com a franquia “Sexta-feira 13”, que apresentou o icônico vilão Jason Voorhees. Em 2025, a data reforça sua relevância com uma programação que combina inovação e nostalgia. Filmes como “Prédio vazio” exploram o terror local, enquanto produções internacionais, como “Lobisomem”, investem em narrativas universais.
O gênero terror vive um momento de efervescência no Brasil. Nos últimos anos, cineastas nacionais têm conquistado espaço com histórias que misturam folclore, crítica social e suspense psicológico. “Prédio vazio”, por exemplo, ambientado em Guarapari, no Espírito Santo, usa o cenário de um edifício abandonado para criar uma atmosfera claustrofóbica. A trama, centrada na busca de Luna por sua mãe desaparecida, reflete temáticas contemporâneas, como o luto e a memória.
No circuito internacional, “Premonição 6: Laços de sangue” mantém a fórmula da franquia, com mortes elaboradas e um enredo que explora o destino. A protagonista Stefanie enfrenta visões de um acidente familiar ocorrido em 1968, trazendo um tom de mistério histórico. A produção, dirigida por Adam Stein e Zach Lipovsky, já atraiu críticas positivas por sua capacidade de renovar a série sem perder sua essência.
Estreias que roubam a cena
As estreias de junho de 2025 chegam com força nos cinemas brasileiros. “Prédio vazio” é um dos destaques, com sessões lotadas em cidades como Vitória e São Paulo. O filme, que mistura terror psicológico e sobrenatural, foi elogiado por sua direção de arte e atuações, especialmente a de Gilda Nomacce, que interpreta a zeladora sinistra.
Outro lançamento aguardado é “Lobisomem”, dirigido por Leigh Whannell. A produção aposta em uma abordagem intimista, centrada na transformação de Blake, vivido por Christopher Abbott, em uma criatura sobrenatural. A trama, ambientada em uma casa isolada, explora tensões familiares e o medo do desconhecido, com uma fotografia que realça o clima de suspense.
- Prédio vazio: Terror brasileiro com estreia em 12 de junho, em cartaz em 150 salas.
- Premonição 6: Sexto filme da franquia, lançado em 13 de junho, com 200 mil ingressos vendidos na pré-venda.
- Lobisomem: Remake internacional, disponível em 120 salas, com sessões em 3D.
- Distribuição: Cinemas como Cine Globo e redes como UCI oferecem ingressos promocionais.
As estreias refletem a diversidade do gênero, com produções que vão do terror psicológico ao gore, atendendo a diferentes perfis de público.
Clássicos que resistem ao tempo
Além das novidades, a sexta-feira 13 de 2025 resgata clássicos que moldaram o gênero. No Globoplay, filmes como “Sexta-feira 13: Bem-vindo a Crystal Lake” (2009) e “It – A coisa” (1989) estão entre os mais acessados. O remake de “Sexta-feira 13” traz Jason em uma versão moderna, enquanto a adaptação de Stephen King explora o terror psicológico do palhaço Pennywise.
A curadoria do streaming também inclui “A bruxa de Blair” (1999), que revolucionou o subgênero found footage. A história de três cineastas perdidos em uma floresta de Maryland continua a inspirar novos diretores, com seu estilo cru e imersivo. Outra opção é “Creep” (2014), disponível no Globoplay, que acompanha um cinegrafista contratado para gravar mensagens de um homem misterioso, resultando em um thriller psicológico perturbador.
O terror brasileiro em ascensão
O cinema de terror nacional vive um momento de consolidação. Nos últimos cinco anos, filmes como “Bacurau” e “O animal cordial” mostraram que o gênero pode dialogar com questões sociais e culturais. “Prédio vazio” segue essa tendência, usando o cenário de um edifício à beira-mar para explorar o abandono e a memória coletiva. O diretor Rodrigo Aragão, conhecido por “Mangue negro” (2010), aposta em uma narrativa que mistura elementos do folclore brasileiro com o terror contemporâneo.
A produção nacional também ganha destaque em festivais. “Prédio vazio” foi exibido na Mostra de Cinema de São Paulo em 2024, recebendo elogios pela originalidade. Outros filmes, como “Confia – Sonho de cria”, com Mc Cabelinho, mostram a versatilidade do cinema brasileiro, que transita entre o suspense e o drama social.
A experiência nos cinemas
Os cinemas brasileiros estão preparados para a sexta-feira 13. Redes como Cine Globo Cinemas, com salas em cidades como Três Passos (RS) e Recife (PE), oferecem sessões temáticas com ingressos a preços acessíveis. Em São Paulo, o Cine Belas Artes organiza uma maratona com “Prédio vazio” e “Premonição 6”, enquanto o CineSesc exibe clássicos como “Psicose” (1960), de Alfred Hitchcock.
As salas modernas, equipadas com tecnologia Dolby Atmos e projeção 4K, elevam a experiência do terror. Em cidades menores, como Vitória (ES), cinemas independentes promovem sessões comentadas, com debates sobre o gênero após as exibições. A média de ingressos varia entre R$ 20 e R$ 40, com descontos para estudantes e meia-entrada.
Streaming como alternativa prática
Para quem prefere o conforto de casa, as plataformas de streaming oferecem um catálogo robusto. O Globoplay, por exemplo, preparou uma seleção especial para a sexta-feira 13, com 13 filmes e 13 séries de terror e suspense. Entre os destaques estão “Natal sangrento”, que mistura terror com o clima natalino, e “Éden”, uma série que explora o desaparecimento de uma jovem em oito episódios.
Outras plataformas, como Netflix e Amazon Prime Video, também reforçam suas ofertas. A Netflix disponibiliza “Corra!” (2017), de Jordan Peele, que combina terror e crítica social, enquanto a Amazon oferece “O bebê de Rosemary” (1968), de Roman Polanski, um marco do terror psicológico.
- Globoplay: 26 títulos temáticos, incluindo “Sexta-feira 13” e “Natal sangrento”.
- Netflix: Disponibiliza “Corra!” e “A bruxa de Blair” com legendas em português.
- Amazon Prime: Oferece “O bebê de Rosemary” e “Creep” em alta definição.
- Acessibilidade: Planos a partir de R$ 19,90 por mês, com teste gratuito.
Eventos temáticos pelo país
A sexta-feira 13 também inspira eventos culturais. Em Recife, o Cinema da Fundação Joaquim Nabuco exibe uma retrospectiva de filmes de terror brasileiros, incluindo “As boas maneiras” (2017), que mistura fantasia e horror. No Rio de Janeiro, o Festival do Rio 2024, que ocorreu em outubro, deixou um legado de interesse pelo gênero, com sessões reprisadas em cineclubes.
Em São Paulo, bares e espaços culturais promovem noites temáticas, com exibições de “Halloween” (1978) e “A hora do pesadelo” (1984). Esses eventos atraem jovens e fãs do gênero, que buscam uma experiência coletiva. Em algumas cidades, como Belo Horizonte, há sessões ao ar livre com projeções de clássicos em praças públicas.
Curiosidades sobre o gênero
O terror sempre foi um espelho das ansiedades humanas. Filmes como “Psicose” e “O exorcista” (1973) marcaram gerações ao explorar tabus como a psicanálise e a religião. Em 2025, o gênero continua a evoluir, com produções que abordam temas como racismo, em “Corra!”, e feminismo, em “As boas maneiras”.
- Origem da sexta-feira 13: A data é associada a superstições cristãs, como a Última Ceia, com 13 pessoas.
- Impacto cultural: A franquia “Sexta-feira 13” gerou 12 filmes e um faturamento global de US$ 465 milhões.
- Inovação: O found footage, popularizado por “A bruxa de Blair”, influenciou séries como “Stranger Things”.
- Premiações: “O exorcista” venceu o Oscar de melhor roteiro adaptado em 1974.
A força do público
O sucesso da sexta-feira 13 no cinema e no streaming reflete o apetite do público por narrativas que desafiam o comum. Em 2024, o gênero terror representou 15% da bilheteria nacional, com filmes como “Ainda estou aqui” atraindo quase 6 milhões de espectadores. Em 2025, a expectativa é de crescimento, impulsionada por estreias como “Prédio vazio” e eventos temáticos.
Os fãs, especialmente os jovens entre 18 e 35 anos, são o motor dessa popularidade. Redes sociais, como o X, mostram a repercussão da data, com hashtags como #SextaFeira13 e #TerrorNoCinema entre as mais usadas em 13 de junho. A interação online amplifica o interesse, com memes e recomendações de filmes circulando amplamente.
O futuro do terror
As produções de 2025 apontam para um gênero em transformação. A tecnologia, como a realidade virtual, começa a ser explorada em experiências imersivas, enquanto diretores brasileiros investem em narrativas regionais. Festivais como o de Berlim, que em 2025 terá um filme brasileiro concorrendo ao Urso de Ouro, sinalizam a força do cinema nacional.
A sexta-feira 13, mais do que uma data, é um fenômeno cultural que une gerações. Seja nas salas de cinema, com suas telas gigantes, ou no sofá, com uma pipoca e o controle remoto, o terror continua a fascinar, assustar e entreter.

