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Globo apresenta os 24 competidores do Chef de Alto Nível: diversidade e talento

Chef de Alto Nível
Chef de Alto Nível - Foto: Divulgação Chef de Alto Nível - Foto: Divulgação

Com estreia marcada para 15 de julho de 2025, o reality gastronômico Chef de Alto Nível, da TV Globo, promete agitar as noites de terça-feira com 24 cozinheiros de diferentes perfis, selecionados entre quase 15 mil inscritos. Divididos em três categorias — cozinheiros da internet, profissionais e amadores —, os participantes representam as cinco regiões do Brasil, trazendo sabores, técnicas e histórias que refletem a diversidade da culinária nacional. O programa, que será exibido após Vale Tudo, coloca em jogo um prêmio de R$ 500 mil, mentorias com os renomados chefs Alex Atala, Jefferson Rueda e Renata Vanzetto, e o título inédito de Chef de Alto Nível. A competição, gravada na Torre das Cozinhas, desafia os competidores a superarem provas intensas, com tempo limitado e ingredientes imprevisíveis, em uma jornada que vai do porão ao topo.

A seleção rigorosa incluiu audições presenciais com 86 candidatos, destacando talentos de estados como Bahia, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, São Paulo e Distrito Federal. Abaixo, conheça mais sobre os participantes e o que esperar do programa.

  • Diversidade regional: Cada cozinheiro traz ingredientes e técnicas típicas de sua região, valorizando a gastronomia brasileira.
  • Competição acirrada: O formato exige criatividade e agilidade, com desafios que testam desde a escolha de insumos até a finalização dos pratos.
  • Mentoria de peso: A orientação de chefs consagrados eleva o nível técnico e estratégico dos competidores.

Talentos da internet em destaque

Os cozinheiros da internet chegam ao Chef de Alto Nível com milhares de seguidores e uma habilidade única de engajar o público nas redes sociais. Allan Mamede, de 26 anos, do Rio de Janeiro, é um exemplo. Com o perfil @chefmamede, ele combina gastronomia de fusão com raízes periféricas, apostando em pratos que unem técnicas contemporâneas e sabores brasileiros. Vencedor do reality Que Seja Doce (GNT), Mamede vê no tempo o maior obstáculo, mas está preparado para surpreender.

Bruna Lopes, de 39 anos, representa Mato Grosso do Sul com suas massas artesanais e receitas que remetem à comida caseira. Com mais de dois milhões de seguidores no @chefbrunalopes, ela planeja destacar ingredientes regionais, como mandioca e banana, em pratos que evocam memórias afetivas. Sua paixão por realities culinários a motivou a se inscrever, com o sonho de cozinhar ao lado de Ana Maria Braga.

Bruno Manoel, conhecido como Preto, de Pernambuco, conquistou 800 mil seguidores no @preto_na_cozinha com sua culinária nordestina. Aos 40 anos, ele quer mostrar temperos pernambucanos ainda pouco conhecidos, inspirado por sua trajetória de superação após perder a mãe na adolescência. Já Bruno Salomão, ou Bubu, de Campinas, é especialista em churrasco americano e comanda o @canseideserchef. Aos 36 anos, ele busca furar a bolha das redes e alcançar novos públicos com sua cozinha maranhense e árabe.

Profissionais com bagagem e paixão

Os cozinheiros profissionais trazem experiência de cozinhas renomadas e uma abordagem técnica apurada. Adriana Veloso, de 48 anos, é um nome de peso. Nascida no Maranhão e radicada no Rio de Janeiro, ela comanda um restaurante premiado por sua gastronomia paraense, com pratos que celebram a ancestralidade. Sua meta é inspirar pessoas de origens humildes, como ela, com uma cozinha que remete à infância.

Arika Messa, de 42 anos, do Rio Grande do Sul, é chef e professora, com um temperamento forte que promete marcar a competição. Regionalista, ela defende a culinária gaúcha e quer mostrar às filhas que é possível vencer com paixão. Iara Guimarães, de 38 anos, vive em Lisboa, mas carrega a alma mineira em seus pratos. Após 13 anos na contabilidade, ela abraçou a gastronomia e agora mistura sabores de Minas Gerais com técnicas portuguesas.

Kelma Zenaide, de 53 anos, também de Minas Gerais, é especialista em culinária afro-brasileira. Neta de quilombola, ela transforma cada prato em uma celebração da memória ancestral, utilizando técnicas tradicionais como o pilão. Lucas Correia, de 37 anos, vive em Fernando de Noronha e já passou por cozinhas em Moçambique e com a chef Manu Buffara. Sua cozinha humanizada valoriza a diversidade, enquanto Luiz Lira, de 35 anos, aposta em ingredientes brasileiros pouco explorados, trazendo sua experiência internacional.

Amadores com histórias inspiradoras

Os cozinheiros amadores, apesar de não terem formação profissional, surpreendem com talento e dedicação. Bruno Sutil, de 35 anos, é pesquisador sensorial em São Paulo e se define como um “nerd” da gastronomia. Sua cozinha, inspirada em técnicas francesas, busca equilíbrio entre sabores. Dih Vidal, de 36 anos, da Bahia, é dona de casa e sonha com um restaurante próprio. Sua paixão pela cozinha nasceu com a maternidade, e ela quer conquistar independência financeira.

Erickson Blun, de 59 anos, é cirurgião em Brasília e compara um bom empratamento a uma cirurgia precisa. Incentivado pela esposa, ele cozinha para a família e pretende usar sua habilidade com insumos para surpreender. Flan Souza, de 41 anos, é técnica de enfermagem em Barueri e estuda gastronomia. Sua conexão com a cozinha vem da mãe e da avó, e ela aprendeu truques com Ana Maria Braga.

Desafios que testam os limites

A dinâmica do Chef de Alto Nível é intensa. Os competidores enfrentam provas que exigem rapidez na escolha de ingredientes — com apenas 30 segundos para acessar a plataforma de insumos — e precisão na execução de pratos em tempo reduzido. A Torre das Cozinhas, cenário do programa, simboliza a jornada de ascensão dos participantes, com desafios que vão se tornando mais complexos a cada etapa.

  • Tempo como adversário: A pressão de criar pratos sofisticados em minutos é citada por muitos como o maior obstáculo.
  • Criatividade sob pressão: A limitação de ingredientes força os cozinheiros a inovarem com o que está disponível.
  • Avaliação rigorosa: Alex Atala, Jefferson Rueda e Renata Vanzetto julgam não apenas sabor, mas também técnica e apresentação.

Representatividade e diversidade

A seleção dos 24 participantes reflete a riqueza cultural do Brasil. Dos frutos do mar capixabas de Maritza Bojovski ao churrasco de Bruno Salomão, passando pela culinária afro-brasileira de Kelma Zenaide e pelos sabores amazônicos de Marina Cabral, o reality celebra a pluralidade gastronômica. Cada competidor carrega uma história única, seja de superação, como Bruno Manoel, ou de reinvenção, como Marina Fucano, que deixou a farmácia para viver da culinária.

O programa também destaca a força das mulheres na gastronomia, com nomes como Bruna Lopes, Adriana Veloso e Iara Guimarães, que combinam técnica e emoção em seus pratos. A presença de cozinheiros de diferentes idades, de 23 a 59 anos, reforça a ideia de que a paixão pela cozinha não tem limites.

Participantes do Chef de Alto Nível
Participantes do Chef de Alto Nível – Foto: Reprodução/Instagram

Expectativas para a estreia

A estreia do Chef de Alto Nível é aguardada com entusiasmo por fãs de realities gastronômicos. O formato, inspirado em produções internacionais, aposta em um equilíbrio entre competição e aprendizado, com mentorias que prometem transformar os participantes. A Globo investiu em uma produção grandiosa, com cenografia imersiva e desafios que testam tanto a habilidade técnica quanto a resiliência emocional.

Os competidores, por sua vez, estão prontos para deixar sua marca. Ícaro Conceição, de Porto Alegre, quer se divertir enquanto compete, enquanto Raphael Santos, de Lisboa, sonha em abrir um restaurante no Brasil com o pai. Já Maria Clara Caldas, de 23 anos, vê no programa uma chance de transformar sua paixão em carreira.

O que diferencia o reality

Diferentemente de outros programas do gênero, o Chef de Alto Nível foca na excelência culinária, sem enfatizar conflitos interpessoais. A competição valoriza a comida como protagonista, com provas que exigem pratos de alto nível, independentemente da categoria do competidor. A mentoria dos chefs Alex Atala, Jefferson Rueda e Renata Vanzetto é um diferencial, oferecendo aos participantes a chance de aprender com alguns dos maiores nomes da gastronomia brasileira.

  • Formato inovador: A Torre das Cozinhas e as provas dinâmicas criam um ambiente único.
  • Foco na gastronomia: O programa privilegia a técnica e a criatividade, sem apelos dramáticos.
  • Prêmio atrativo: Além do dinheiro, a mentoria é vista como um divisor de águas para as carreiras.

Histórias que conectam

Cada participante traz uma narrativa que ressoa com o público. Gilmar Francisco, médico de 41 anos, quer unir sua paixão por comida à missão de promover uma alimentação saudável. Júlio Nieps, tatuador de 36 anos, aposta em sua versatilidade para surpreender, enquanto Luiza Soares, nutricionista de 30 anos, busca consolidar sua transição para a gastronomia. Marina Cabral, de 46 anos, representa a Amazônia com pratos que remetem às suas raízes paraenses.

A competição também é uma vitrine para sonhos. Rodrigo Andrade, de 24 anos, quer provar que a culinária nordestina é alta gastronomia, enquanto Marina Fucano, de 32 anos, busca mostrar que cozinha sofisticada é sinônimo de afeto. A diversidade de trajetórias promete emocionar o público tanto quanto os pratos apresentados.

Preparação para o grande palco

Antes de enfrentarem a Torre das Cozinhas, os participantes passaram por um processo seletivo exaustivo. As audições presenciais, que reduziram 15 mil inscritos a 86 candidatos, avaliaram não apenas habilidades culinárias, mas também carisma e capacidade de lidar com pressão. Os 24 selecionados representam o melhor da gastronomia brasileira, com competidores que já venceram outros realities, como Allan Mamede e Bruno Manoel, e outros que buscam sua primeira grande chance, como Dih Vidal e Erickson Blun.

A expectativa é que o Chef de Alto Nível não apenas revele novos talentos, mas também inspire o público a valorizar a culinária brasileira em toda a sua diversidade. Com a estreia se aproximando, os competidores se preparam para uma jornada de desafios, aprendizados e, acima de tudo, paixão pela cozinha.

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