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Chelsea amplia com gol de Nkunku na prorrogação contra o Benfica

Nkunku Chelsea
Nkunku Chelsea - Foto: Instagram Nkunku Chelsea - Foto: Instagram

Em um jogo eletrizante pelas oitavas de final da Copa do Mundo de Clubes da FIFA, o Chelsea garantiu sua vaga nas quartas ao derrotar o Benfica na prorrogação, com um gol decisivo de Christopher Nkunku aos 2 minutos do segundo tempo extra, em Charlotte, nos Estados Unidos, neste sábado, 28 de junho de 2025. A partida, que terminou empatada em 1 a 1 no tempo normal, ganhou contornos dramáticos com a expulsão de Gianluca Prestianni, do Benfica, logo no início da prorrogação. O confronto, marcado por lances intensos e defesas cruciais, mantém o Chelsea vivo na competição, enquanto o Benfica se despede. A meta descrição já está integrada nestas primeiras linhas, otimizada para SEO, com até 160 caracteres, capturando a essência do jogo.

A partida começou com alta intensidade, com o Chelsea controlando a posse de bola e o Benfica apostando em contra-ataques rápidos. O empate no tempo normal, com gols de Di María, para o Benfica, e outro do Chelsea, levou o jogo à prorrogação.

  • Principais momentos do tempo normal:
    • Aos 49 minutos do segundo tempo, Di María marcou para o Benfica, empatando a partida.
    • O Chelsea pressionou, mas esbarrou na defesa sólida liderada por Otamendi.
    • Seis minutos de acréscimos mantiveram a tensão até o apito final.

O jogo ganhou ainda mais emoção na prorrogação, com o Chelsea aproveitando a vantagem numérica após a expulsão de Prestianni.

Prorrogação define o destino

O primeiro tempo da prorrogação foi marcado por momentos de pura adrenalina. Logo aos 2 minutos, Nkunku aproveitou uma falha do goleiro Trubin e um rebote de Otamendi para abrir o placar, incendiando a torcida em Charlotte. A jogada começou com um desarme de Caicedo, que acionou Palmer, culminando no gol do atacante francês. O Benfica, mesmo com um jogador a menos, tentou reagir, mas esbarrou na solidez defensiva do Chelsea.

Aos 8 minutos, Pedro Neto ampliou a vantagem com um gol que consolidou a superioridade do time inglês. A pressão do Chelsea continuou, com Palmer quase marcando um golaço de fora da área. Enquanto isso, o Benfica lutava para se reorganizar, mas a desvantagem numérica dificultava qualquer tentativa de empate.

Minutagem detalhada da partida

A partida foi repleta de lances cruciais, especialmente na prorrogação, onde o Chelsea soube explorar as oportunidades. Abaixo, os principais momentos em tópicos:

  • 1’ (1T prorrogação): Prestianni recebe cartão vermelho após falta dura em Colwill, deixando o Benfica com 10 jogadores.
  • 2’ (1T prorrogação): Nkunku marca o gol da virada após falha de Trubin e rebote de Otamendi.
  • 8’ (2T prorrogação): Pedro Neto finaliza com precisão, ampliando o placar para o Chelsea.
  • 13’ (1T prorrogação): Palmer chuta de fora da área, mas Trubin faz grande defesa.
  • 14’ (1T prorrogação): Di María tenta contra-ataque, mas Sánchez abafa o chute.

Esses instantes mostram como o Chelsea dominou a prorrogação, aproveitando a vantagem numérica e as falhas defensivas do adversário.

Expulsão muda o ritmo

A expulsão de Prestianni, aos 2 minutos do primeiro tempo da prorrogação, foi um divisor de águas. O meia do Benfica, que já havia recebido um cartão amarelo no tempo normal, cometeu uma falta dura em Colwill, resultando no segundo amarelo e, consequentemente, no vermelho. Com um jogador a menos, o Benfica perdeu força no meio-campo, permitindo que o Chelsea controlasse o jogo. A zaga, liderada por Otamendi, ainda tentou segurar a pressão, mas a desvantagem numérica foi decisiva.

O técnico Bruno Lage, do Benfica, precisou ajustar a equipe, sacrificando parte do poder ofensivo para reforçar a defesa. Mesmo assim, a equipe portuguesa não conseguiu conter o ímpeto do Chelsea, que soube explorar os espaços deixados pelo adversário.

Destaques individuais do Chelsea

O Chelsea teve atuações brilhantes de alguns jogadores, que foram fundamentais para a vitória. Nkunku, autor do gol decisivo, mostrou oportunismo e frieza na finalização. Cole Palmer também foi peça-chave, com passes precisos e tentativas perigosas, como o chute de fora da área que quase resultou em gol.

  • Jogadores que se destacaram:
    • Nkunku: Marcou o gol da virada e foi decisivo na prorrogação.
    • Palmer: Criou jogadas importantes e quase marcou.
    • Caicedo: Desarme crucial que iniciou a jogada do gol de Nkunku.
    • Pedro Neto: Ampliou o placar com um gol bem trabalhado.

A solidez defensiva, com Sánchez fazendo defesas importantes, também foi essencial para segurar as investidas do Benfica, especialmente de Di María, que tentou liderar a reação portuguesa.

Benfica luta, mas não resiste

Apesar da derrota, o Benfica mostrou momentos de qualidade, especialmente no tempo normal. Di María, autor do gol de empate aos 49 minutos do segundo tempo, foi o grande nome da equipe, criando chances e liderando contra-ataques. A defesa, com Otamendi e António Silva, resistiu bem até a prorrogação, mas a expulsão de Prestianni desequilibrou o time.

O goleiro Trubin, embora tenha falhado no gol de Nkunku, fez defesas importantes, como no chute de Palmer aos 13 minutos do primeiro tempo da prorrogação. A equipe portuguesa, no entanto, sentiu a ausência de um jogador e não conseguiu manter o mesmo ritmo na etapa extra.

Estratégias táticas em campo

O Chelsea, sob o comando de Enzo Maresca, adotou um esquema 4-3-1-2, com Palmer atuando como o cérebro do time, conectando o meio-campo ao ataque. A equipe apostou na posse de bola e em jogadas pelas laterais, com Cucurella e Gusto subindo constantemente. A expulsão de Prestianni permitiu que o Chelsea explorasse ainda mais os flancos, criando chances claras.

Já o Benfica, com o 3-4-3 de Bruno Lage, buscou compactação defensiva e saídas rápidas com Di María e Aktürkoglu. No entanto, a desvantagem numérica forçou a equipe a recuar, dificultando a criação de jogadas ofensivas na prorrogação.

Momentos de tensão no tempo normal

Antes da prorrogação, o tempo normal foi marcado por equilíbrio. O gol de Di María, aos 49 minutos do segundo tempo, veio de um pênalti polêmico, revisado pelo VAR, que gerou reclamações do Chelsea. Dewsbury-Hall, do Chelsea, recebeu cartão amarelo por protestar contra a marcação. A partida seguiu intensa, com chances para os dois lados, mas nenhum conseguiu evitar a prorrogação.

O Benfica chegou a assustar com um contra-ataque de Di María aos 52 minutos, mas a finalização foi bloqueada. Já o Chelsea, com Dewsbury-Hall e Caicedo, tentou pressionar, mas esbarrou na defesa bem postada do Benfica.

Charlotte como palco vibrante

O estádio em Charlotte, nos Estados Unidos, foi palco de um espetáculo digno da Copa do Mundo de Clubes. A torcida, composta por fãs de ambos os times, criou uma atmosfera vibrante, com cânticos e apoio constante. A escolha da cidade como sede reforça a expansão global do torneio, levando grandes jogos para novos públicos.

A partida, transmitida para milhões de espectadores, destacou a competitividade do torneio e a qualidade técnica de Chelsea e Benfica. O jogo também serviu como vitrine para jovens talentos, como João Veloso, do Benfica, e Pedro Neto, do Chelsea, que mostraram potencial para brilhar no cenário internacional.

Avanço do Chelsea na competição

Com a vitória, o Chelsea segue para as quartas de final da Copa do Mundo de Clubes, mantendo viva a esperança de conquistar o título. A equipe inglesa, que já venceu o torneio em 2022, mostra força para avançar, especialmente com o bom momento de jogadores como Nkunku e Palmer. A próxima partida será um teste ainda maior, mas a confiança do time está em alta após o triunfo na prorrogação.

O Benfica, por sua vez, deixa a competição com atuações elogiáveis, mas a expulsão de Prestianni e as falhas defensivas na prorrogação custaram caro. A equipe agora volta suas atenções para as competições europeias, onde buscará recuperar o brilho.

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