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Espírito de Alexandre atormenta Tato por moto em A Viagem na Globo

Alexandre em A Viagem
Alexandre em A Viagem - Foto: Reprodução/ TV Globo Alexandre em A Viagem - Foto: Reprodução/ TV Globo

Em A Viagem, novela exibida pela Globo no Vale a Pena Ver de Novo, um misterioso acidente envolvendo Tato (Felipe Martins) e a moto de Alexandre (Guilherme Fontes) desencadeia uma série de tragédias. O veículo, comprado sem saber sua origem em uma revendedora, carrega o espírito vingativo de Alexandre, que morreu após uma vida marcada por revoltas. Em 11 de julho de 2025, o capítulo 42 da trama revelou o primeiro incidente, quando Dudu (Daniel Ávila) queimou a perna no escapamento. A história, escrita por Ivani Ribeiro, mistura suspense e sobrenatural, mantendo o público preso à tela. O enredo, reprisado pela terceira vez, explora como o objeto amaldiçoado afeta a família de Otávio Jordão (Antonio Fagundes).

A aquisição da moto por Tato marca o início de eventos perturbadores. O jovem, sem conhecer a história do veículo, leva o item para casa, desencadeando fenômenos inexplicáveis. A novela, originalmente exibida em 1994, mantém sua essência ao abordar temas como vingança e espiritualidade. O caso da moto ganha destaque por sua capacidade de “ganhar vida”, segundo relatos da trama, e provoca momentos de tensão que prometem desdobramentos nos próximos capítulos.

Os acontecimentos envolvendo a moto reforçam o tom sobrenatural da novela. A seguir, alguns pontos centrais do enredo que ajudam a entender o impacto do veículo na história:

  • Tato compra a moto sem saber que pertenceu a Alexandre, um jovem problemático que morreu tragicamente.
  • O espírito de Alexandre usa o veículo para causar acidentes e assustar a família de Otávio.
  • Dudu, irmão de Tato, sofre o primeiro ferimento, mas incidentes mais graves estão por vir.
  • Alberto, personagem de Cláudio Cavalcanti, começa a investigar o mistério por trás da moto.

Origem do mistério da moto
A moto de Alexandre não é apenas um objeto na trama; ela carrega a energia do personagem, que, mesmo após a morte, busca vingança contra aqueles que considera responsáveis por seus sofrimentos. Alexandre, interpretado por Guilherme Fontes, era um jovem rico, mas rebelde, cuja trajetória terminou em suicídio. A novela, baseada na obra de Ivani Ribeiro exibida pela Tupi em 1975, usa o veículo como um símbolo do rancor de Alexandre. A direção de Wolf Maya e a colaboração de Solange Castro Neves intensificam o clima de suspense, especialmente nas cenas em que a moto parece agir por vontade própria.

O capítulo exibido em 11 de julho de 2025, às 17h05, após a Sessão da Tarde, mostrou Tato pilotando a moto com Dudu na garupa. O acidente, embora inicialmente leve, acende um alerta na família. Otávio, um criminalista respeitado, começa a perceber que algo está errado, enquanto Alberto, seu amigo, levanta suspeitas sobre uma possível influência sobrenatural. A audiência, que atingiu 18 pontos na Grande São Paulo em 3 de julho, reflete o interesse do público pela trama, mesmo com interrupções devido à Copa do Mundo de Clubes.

Reações da família de Tato
A chegada da moto à casa de Otávio Jordão provoca reações distintas. Tato, interpretado por Felipe Martins, encara o veículo como um símbolo de liberdade, sem imaginar o perigo que representa. Dudu, mais jovem, fica fascinado, mas acaba ferido no primeiro passeio. Otávio, vivido por Antonio Fagundes, demonstra preocupação, especialmente após o incidente com o filho. A novela destaca a tensão crescente entre os personagens, com diálogos que reforçam o medo de algo além da compreensão.

Maroca, mãe de Diná e avó de Tato, também aparece em cenas que mostram sua aflição. A personagem, interpretada por Yara Cortes, tenta manter a família unida, mas os eventos sobrenaturais testam sua força. A trama usa esses momentos para explorar as dinâmicas familiares, um dos pontos fortes da obra de Ivani Ribeiro. A relação entre Tato e Otávio, marcada por conflitos geracionais, ganha ainda mais peso com a presença da moto.

Tato em A Viagem
Tato em A Viagem – Foto: Reprodução/ Globoplay

O papel de Alberto na investigação
Alberto, interpretado por Cláudio Cavalcanti, emerge como uma figura central na tentativa de desvendar o mistério. Médico e amigo de Otávio, ele começa a conectar os incidentes à história de Alexandre. Sua abordagem racional contrasta com os eventos sobrenaturais, criando um equilíbrio na narrativa. Em um dos capítulos, Alberto sugere que a moto pode estar sendo manipulada por forças espirituais, uma teoria que ganha força quando o veículo “liga sozinho” e quase atropela Tato.

A investigação de Alberto promete ser um dos pontos altos dos próximos capítulos. A novela, que já abordou temas como possessão e vingança espiritual, usa o personagem para trazer explicações que ajudam o público a acompanhar a trama. A direção de Ignácio Coqueiro e Maurício Farias reforça a tensão com closes na moto e trilhas sonoras que intensificam o suspense.

Incidentes que marcaram a trama
A moto de Alexandre não é o único elemento sobrenatural em A Viagem, mas é um dos mais impactantes. A seguir, alguns dos incidentes relacionados ao veículo que já ocorreram ou estão previstos:

  • Queimadura de Dudu no escapamento, no capítulo de 11 de julho.
  • A moto liga sozinha, assustando Tato e quase causando um atropelamento.
  • Previsão de um acidente mais grave envolvendo Tato e Bia, conforme spoilers.
  • Suspeitas de Alberto sobre a influência de Alexandre no comportamento da moto.

Esses momentos mantêm o público intrigado, especialmente porque a novela mistura suspense com drama familiar. A reprise no Vale a Pena Ver de Novo, iniciada em 2025, reacendeu o interesse pela história, que já foi exibida em 1997, 2006 e no Canal Viva em 2014, 2020 e 2024.

A influência de Alexandre na história
Alexandre, mesmo após sua morte, continua sendo um dos principais motores da narrativa. Sua revolta contra Raul (Miguel Falabella), Téo (Maurício Mattar) e Otávio alimenta os eventos sobrenaturais. A moto, como uma extensão de seu espírito, amplifica sua presença na trama. A interpretação de Guilherme Fontes, que dá vida ao personagem, é lembrada como uma das mais marcantes da novela, especialmente nas cenas de confronto com outros personagens.

A história de Alexandre também toca em temas como redenção e karma, comuns nas obras de Ivani Ribeiro. A autora, conhecida por tramas que misturam espiritualidade e drama, criou em A Viagem uma narrativa que ressoa com o público até hoje. A reprise atual, com 167 capítulos, mantém a essência da produção original, exibida entre abril e outubro de 1994.

Tensão crescente nos próximos capítulos
Os próximos capítulos prometem intensificar o suspense em torno da moto. Spoilers indicam que Tato e Bia, interpretada por Fernanda Rodrigues, enfrentarão um acidente grave. A moto, possuída por Alexandre, perde o controle, colocando os jovens em perigo. A cena, descrita como uma das mais impactantes da trama, deve ir ao ar nas semanas seguintes, segundo resumos divulgados.

Além disso, a relação entre Diná (Christiane Torloni) e Otávio ganha novos contornos. Diná, que inicialmente culpa Otávio pela morte de Alexandre, começa a perceber que ele pode ser uma vítima das ações do irmão. A novela usa esses conflitos para manter o público engajado, enquanto a moto continua sendo o centro das atenções.

A força do sobrenatural na novela
O elemento sobrenatural é uma marca registrada de A Viagem. Além da moto, a trama já mostrou possessões, como a influência de Alexandre sobre Dona Guiomar (Laura Cardoso). Esses momentos reforçam o apelo da novela, que combina drama familiar com mistério. A direção artística de Wolf Maya destaca esses elementos com uma estética que mistura realismo e fantasia, tornando as cenas da moto ainda mais impactantes.

A audiência, que cresceu nos últimos capítulos, reflete o fascínio do público por essas reviravoltas. A novela, que enfrentou mudanças de horário devido a eventos esportivos, recuperou seu espaço na grade da Globo, consolidando-se como uma das reprises mais assistidas do Vale a Pena Ver de Novo.

O legado de Ivani Ribeiro
Ivani Ribeiro, falecida em 1995, deixou um legado que vai além de A Viagem. Suas novelas, conhecidas por abordarem temas espirituais, continuam atraindo novas gerações. A trama de 1994, com 167 capítulos, é um exemplo de como a autora conseguia equilibrar suspense, drama e emoção. A colaboração com Solange Castro Neves trouxe frescor à história, que já havia sido contada em 1975 pela Tupi.

A reprise atual, iniciada em 2025, prova que a história permanece relevante. A moto de Alexandre, com sua aura sobrenatural, é um dos elementos que mantêm o público ligado, enquanto personagens como Tato, Otávio e Alberto enfrentam os desafios impostos pelo espírito vingativo.

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