Em um episódio eletrizante de “Dona de Mim”, exibido pela Globo em 15 de julho de 2025, Jaques (Marcello Novaes) revela sua faceta mais cruel ao planejar a morte de seu irmão, Abel (Tony Ramos), e incriminar Vanderson (Armando Babaioff) pelo crime. Gravado nos estúdios da Globo no Rio de Janeiro, o capítulo intensifica a trama com uma reviravolta que envolve sabotagem, manipulação e uma investigação policial. A tensão começa quando Abel perde a guarda de Sofia (Elis Cabral) para Vanderson, desencadeando um plano maquiavélico de Jaques para eliminar o irmão e proteger seus interesses na presidência da Boaz Lingerie. O acidente fatal, provocado pela sabotagem nos freios do carro de Abel, culmina em um cenário onde Vanderson é apontado como o principal suspeito, forçando-o a fugir. A trama, que mistura drama familiar e suspense, mantém o público preso com suas reviravoltas e atuações marcantes.
A sequência de eventos começa com a recusa de Abel em ceder a presidência da empresa a Jaques, além de expor irregularidades financeiras cometidas pelo vilão. Sentindo-se encurralado, Jaques toma uma decisão drástica que muda o rumo da novela.
- Crime planejado: Jaques corta os freios do carro de Abel, causando um acidente fatal.
- Incriminação: Um canivete com impressões de Vanderson é deixado como pista falsa.
- Consequências: Vanderson torna-se foragido, enquanto Jaques mantém sua fachada.
A novela, escrita com foco em conflitos familiares e intrigas corporativas, usa o episódio para aprofundar a rivalidade entre os personagens, destacando a habilidade de Jaques em manipular situações a seu favor.
A origem do plano mortal
O conflito entre Abel e Vanderson ganha força quando Abel perde a guarda de Sofia, sua filha, para o rival. Determinado a reverter a situação, Abel oferece uma quantia significativa para que Vanderson desista da guarda e saia da cidade. A proposta, inicialmente aceita, parece resolver o problema, mas a situação muda quando Abel confronta Jaques com denúncias de desvios financeiros na Boaz Lingerie, empresa presidida por ele.
A revelação das irregularidades ameaça diretamente o poder de Jaques, que depende da posição de liderança para manter seu status. Em vez de negociar, o vilão decide eliminar o irmão, planejando um acidente que parece natural à primeira vista. A sabotagem dos freios do carro de Abel é executada com precisão, e o veículo despenca no mar próximo ao elevado do Joá, no Rio de Janeiro.
Jaques, no entanto, não se contenta em apenas cometer o crime. Ele monta um cenário para incriminar Vanderson, deixando um canivete com as impressões digitais do rival perto do estacionamento da Boaz, onde Abel estacionava regularmente. A estratégia é bem-sucedida, e a polícia rapidamente aponta Vanderson como suspeito.
A incriminação de Vanderson
A descoberta do canivete com as impressões digitais de Vanderson desencadeia uma investigação policial que coloca o personagem no centro das atenções. A Polícia Civil, ao analisar as evidências, conclui que o objeto foi usado para sabotar os freios do carro de Abel, reforçando a tese de assassinato. A morte de Abel e da advogada Rebeca Golombeck, que estava no veículo, é amplamente noticiada, com Vanderson sendo apresentado como o principal suspeito.
- Evidências falsas: Canivete com impressões digitais de Vanderson.
- Notícias na mídia: Telejornais destacam o suposto envolvimento de Vanderson.
- Prisão decretada: Justiça emite mandado de prisão temporária contra o foragido.
Confrontado por Jaques, que revela abertamente seu plano, Vanderson reage com fúria, partindo para a agressão física. Em uma tentativa desesperada de escapar da acusação, ele exige dinheiro do vilão para fugir. Jaques, mantendo o controle, entrega a quantia, e Vanderson desaparece, intensificando sua imagem de culpado aos olhos da polícia e do público.
O impacto da incriminação é agravado pela cobertura da mídia, que exibe imagens do resgate do carro e detalhes do acidente. A narrativa policial ganha força, e Vanderson, agora foragido, enfrenta o desafio de provar sua inocência em um cenário onde todas as evidências apontam contra ele.

O papel de Jaques como vilão
Jaques, interpretado por Marcello Novaes, consolida-se como um dos vilões mais complexos da novela. Sua habilidade de manipular situações e pessoas é destacada no episódio, mostrando um personagem que combina frieza e carisma. A decisão de matar Abel e incriminar Vanderson reflete sua determinação em manter o controle da Boaz Lingerie, mesmo que isso envolva destruir a vida de outros.
A atuação de Novaes tem sido elogiada por trazer profundidade ao personagem, que transita entre a fachada de homem de negócios respeitável e a crueldade de suas ações. A rivalidade com Abel, vivida por Tony Ramos, cria um contraste dramático que eleva a tensão da trama.
O público, que acompanha a novela nas redes sociais, tem reagido intensamente às atitudes de Jaques, com comentários que destacam tanto a indignação com suas ações quanto a curiosidade sobre os próximos passos do vilão. A hashtag #DonaDeMim esteve entre os tópicos mais comentados no Brasil durante a exibição do episódio.
O impacto do acidente na trama
O acidente que resulta na morte de Abel e Rebeca não é apenas um ponto de virada para a novela, mas também um catalisador para novos conflitos. A perda de Abel, presidente da Boaz Lingerie, deixa um vácuo de poder na empresa, que Jaques pretende explorar. A morte de Rebeca, uma personagem secundária, adiciona camadas à investigação, já que sua presença no carro levanta questões sobre sua relação com Abel.
- Local do acidente: Elevado do Joá, Rio de Janeiro.
- Vítimas confirmadas: Abel Rubin Boaz e Rebeca Golombeck.
- Consequências na trama: Disputa pela liderança da Boaz Lingerie.
A recuperação do carro no mar e a descoberta do corpo de Abel em uma praia reforçam a gravidade do crime. A cobertura jornalística fictícia dentro da novela, com telejornais detalhando o caso, aumenta a sensação de realismo e mantém o público imerso na história.
A força de Dona de Mim na teledramaturgia
“Dona de Mim” tem se destacado no horário das 19h da Globo por sua capacidade de mesclar drama familiar, suspense e intrigas corporativas. A novela, que aborda temas como ambição, traição e luta por poder, atrai um público diversificado, desde telespectadores que buscam emoção até aqueles interessados em narrativas mais complexas.
A direção artística, aliada às atuações de peso como as de Tony Ramos, Marcello Novaes e Armando Babaioff, garante um ritmo envolvente. A produção também investe em cenários realistas, como o elevado do Joá e os estúdios da Boaz Lingerie, que reforçam a imersão do espectador.
- Elementos de sucesso: Elenco de peso, trama dinâmica e reviravoltas.
- Engajamento do público: Forte presença nas redes sociais.
- Horário de exibição: 19h, ideal para dramas leves com suspense.
O que vem pela frente
Com Vanderson foragido e Jaques no controle da narrativa, os próximos capítulos prometem intensificar a investigação policial e os conflitos familiares. A guarda de Sofia, que desencadeou o conflito inicial, deve ganhar novos desdobramentos, enquanto outros personagens podem surgir para questionar a versão de Jaques. A novela mantém o suspense sobre o destino de Vanderson e a possibilidade de Abel ter sobrevivido, um recurso comum em tramas do gênero.
- Próximos conflitos: Investigação policial e luta pela presidência da Boaz.
- Personagens em foco: Jaques, Vanderson e Sofia.
- Expectativa do público: Resolução do crime e novas reviravoltas.
A audiência, que tem acompanhado a novela com entusiasmo, espera por momentos de justiça e revelações que desafiem o plano de Jaques. A combinação de suspense e drama familiar garante que “Dona de Mim” continue sendo um dos destaques da programação da Globo.