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Liam Payne brilha em trailer de Building the Band, seu último projeto na Netflix

Liam Payne
Liam Payne - Foto: Reprodução/Netflix Liam Payne - Foto: Reprodução/Netflix

A Netflix lançou o trailer de Building the Band, reality musical que marca o último trabalho do cantor Liam Payne, falecido em outubro de 2024, após uma trágica queda de um hotel em Buenos Aires, Argentina. A competição, que estreia em 9 de julho de 2025, reúne 50 cantores em busca de formar a próxima grande banda, sem contato visual inicial, em um formato inovador inspirado em Love is Blind. Payne atua como jurado e mentor, ao lado de Nicole Scherzinger e Kelly Rowland, com apresentação de AJ McLean, do Backstreet Boys. O programa, filmado no Reino Unido durante o verão de 2024, destaca a expertise de Payne, que trouxe sua experiência como ex-integrante do One Direction. Após consultas com a família do cantor, a Netflix decidiu manter sua participação, transformando a série em um tributo à sua paixão pela música.

O projeto, produzido pela Remarkable Entertainment, parte da Banijay UK, combina elementos de competições tradicionais com uma abordagem única, onde os participantes formam bandas baseadas apenas em compatibilidade musical e química vocal. A decisão de seguir com a exibição foi tomada com cuidado, respeitando o luto da família e dos fãs. A estreia ocorre em três fases, com episódios liberados semanalmente até 23 de julho.

A participação de Payne no programa é vista como um retorno simbólico às suas raízes no reality The X Factor, onde sua carreira começou. O trailer revela momentos do cantor orientando os competidores, com frases como “preciso sentir a conexão entre vocês”, mostrando sua dedicação em ajudar novos talentos.

  • Destaques do reality:
    • 50 cantores competem em cabines individuais, sem contato visual.
    • Seis bandas são formadas com base em química musical.
    • Jurados trazem experiência de grupos como One Direction e Destiny’s Child.
    • Apresentação de AJ McLean garante dinamismo ao programa.

Um tributo à paixão de Liam Payne pela música

A inclusão de Liam Payne em Building the Band foi confirmada após extensas conversas com sua família, que revisou a série e apoiou sua exibição. No primeiro episódio, AJ McLean presta uma homenagem ao cantor, destacando sua “profunda paixão pela música” e dedicando a temporada a ele. A irmã de Payne, Nicola, compartilhou em redes sociais sua emoção ao ver o irmão “em seu melhor momento”, enquanto Ruth Gibbons, outra irmã, expressou tristeza por ele não ter visto o impacto de sua participação.

A produção, finalizada em agosto de 2024, captura Payne em um ambiente onde ele se sentia à vontade, compartilhando sua experiência de formar uma banda sob pressão, algo que viveu ao integrar o One Direction em 2010. A escolha de manter Payne na série reflete o desejo de honrar seu legado, oferecendo aos fãs uma oportunidade de vê-lo em ação.

O formato do programa, que elimina a aparência como fator inicial, reforça a ideia de que a música deve unir as pessoas. Payne, com sua trajetória de sucesso global, trouxe autenticidade ao julgar os competidores, muitos dos quais sonham em seguir seus passos.

Formato inovador da competição

Building the Band se diferencia de outros realities musicais por sua abordagem única. Os 50 participantes começam em cabines individuais, ouvindo uns aos outros sem contato visual, e formam seis bandas com base em compatibilidade vocal e química. Após a formação, os grupos se encontram pessoalmente, enfrentando desafios de estética, coreografia e coesão.

  • Etapas do programa:
    • Fase de cabines: Cantores escolhem parceiros com base na voz.
    • Convivência: Bandas se encontram e desenvolvem sua dinâmica.
    • Performances: Grupos competem em apresentações ao vivo.
    • Julgamento: Jurados avaliam química, técnica e potencial.

O reality, descrito como uma fusão de The Voice e Love is Blind, promete drama, performances memoráveis e uma nova perspectiva sobre a formação de bandas. A ausência de prêmios em dinheiro ou contratos musicais foca no objetivo de lançar uma banda com potencial global, oferecendo uma plataforma para novos talentos.

A produção, realizada em um estúdio no Reino Unido, utiliza um cenário de alto padrão, típico de grandes competições musicais. A escolha do local reforça a conexão com a trajetória de Payne, que começou sua carreira em um ambiente semelhante no The X Factor.

O legado de Liam Payne no cenário musical

Liam Payne, que faleceu aos 31 anos, deixou uma marca indelével na música pop como integrante do One Direction, grupo formado em 2010 no The X Factor UK. Após o hiato da banda em 2015, ele lançou sua carreira solo com o álbum LP1 em 2019, que incluiu sucessos como “Strip That Down”. Sua participação em Building the Band representa um retorno às suas origens, onde ele pôde compartilhar sua experiência com uma nova geração de artistas.

Payne era conhecido por sua dedicação à música e por sua habilidade de conectar pessoas através dela. Em entrevistas, colegas como Kelly Rowland destacaram seu humor e carisma, enquanto Nicole Scherzinger, que ajudou a formar o One Direction, descreveu trabalhar com ele como “uma bênção”. A série permite que os fãs vejam Payne em um momento de alegria, contrastando com as circunstâncias trágicas de sua morte.

A decisão de incluir Payne no programa gerou debates. Alguns questionaram se a exibição seria apropriada, enquanto outros a veem como uma celebração de sua vida e talento. A Netflix optou por um equilíbrio, iniciando a série com um tributo que reconhece sua perda e celebra sua contribuição.

Reações dos fãs e da indústria

A divulgação do trailer de Building the Band movimentou as redes sociais, com fãs expressando emoção e tristeza ao ver Payne em seu último projeto. Muitos destacaram sua energia e paixão, enquanto outros compartilharam memórias de sua trajetória com o One Direction. A homenagem inicial de AJ McLean foi bem recebida, sendo vista como um gesto respeitoso.

  • Reações dos fãs:
    • Emoção ao ver Payne orientando novos talentos.
    • Nostalgia pela era do One Direction.
    • Apoio à decisão da Netflix de manter sua participação.
    • Expectativa por performances musicais impactantes.

A indústria musical também reagiu à estreia. Produtores e artistas envolvidos no programa elogiaram a abordagem inovadora e a escolha de jurados com experiência em grupos musicais. A executiva Cat Lawson, da Remarkable Entertainment, destacou Payne como “uma pessoa gloriosa” cuja presença na série é “absolutamente correta”.

O que esperar da estreia

A estreia de Building the Band está marcada para 9 de julho, com quatro episódios iniciais, seguidos por mais três em 16 de julho e os três finais em 23 de julho. A liberação em fases visa manter o engajamento do público, com cliffhangers que incentivam a continuidade da audiência. O programa promete performances de alto nível, conflitos entre competidores e momentos emocionantes, especialmente com a presença póstuma de Payne.

A série não oferece prêmios tradicionais, mas a exposição global na Netflix pode ser um trampolim para os vencedores. A escolha de jurados como Payne, Scherzinger e Rowland, todos com experiência em grupos musicais, garante críticas especializadas e orientação valiosa.

  • Pontos fortes da série:
    • Formato inovador que prioriza química musical.
    • Jurados com experiência em bandas de sucesso.
    • Produção de alto padrão em estúdio no Reino Unido.
    • Tributo a Liam Payne como destaque emocional.

Um marco na televisão musical

Building the Band chega em um momento em que realities musicais buscam se reinventar. Diferentemente de programas como The X Factor ou American Idol, que perderam força nos últimos anos, a série aposta em um conceito fresco, com foco na formação de bandas e na conexão humana. A participação de Payne adiciona um peso emocional, transformando o programa em um marco na história dos realities musicais.

A série também reflete a evolução do gênero, que agora compete com plataformas de mídia social para descobrir novos talentos. A escolha de um formato que elimina a aparência inicial ressoa com o público moderno, que valoriza autenticidade e talento puro.

A produção, liderada por executivos como Cat Lawson, foi planejada para atender ao público da Netflix, com uma narrativa envolvente e visual impactante. A presença de Payne, mesmo que póstuma, garante que o programa alcance tanto fãs do cantor quanto novos espectadores em busca de entretenimento de qualidade.

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