Apresentadora da Globo usa máscara de Marquezine e gera polêmica com Neymar

Apresentadora da Globo usa máscara de Bruna Marquezine ao vivo

Apresentadora da Globo usa máscara de Bruna Marquezine ao vivo - Foto - Reprodução/TV Globo

Uma apresentadora do Globo Esporte Pernambuco surpreendeu ao usar, ao vivo, uma máscara com o rosto de Bruna Marquezine, ex-namorada de Neymar, durante a edição de sexta-feira, 25 de julho de 2025. A ação, que ecoou uma iniciativa de torcedores do Sport para provocar o jogador do Santos em jogo válido pela 17ª rodada do Brasileirão, gerou ampla repercussão nas redes sociais. A partida, realizada no sábado, 26, na Ilha do Retiro, em Recife, opôs Sport e Santos, ambos na zona de rebaixamento. A atitude dividiu opiniões: enquanto alguns internautas condenaram a apresentadora por falta de profissionalismo, outros defenderam a “resenha” como parte da cultura do futebol nordestino. A meta descrição inicial foca na polêmica: “Apresentadora do Globo Esporte usa máscara de Bruna Marquezine ao vivo, provoca Neymar e divide web com críticas e defesas.”

A iniciativa das máscaras surgiu de um torcedor do Sport, Pedro Chianca, de 32 anos, que buscava desestabilizar Neymar psicologicamente, aproveitando a má fase do Santos no campeonato. As máscaras, que viralizaram nas redes, foram confeccionadas em larga escala, com estimativas de 500 a 1.000 unidades nas arquibancadas.

  • Origem da ideia: Pedro Chianca, influenciador de Recife, criou a arte no ambiente de trabalho.
  • Objetivo: Provocar Neymar, que já havia se desentendido com um torcedor do Santos.
  • Repercussão inicial: A ideia ganhou apoio de outros torcedores do Sport, que imprimiram suas próprias máscaras.

A apresentadora Sabrina Veloso, do Globo Esporte PE, trouxe a brincadeira para a TV, mas a ação foi vista por muitos como desrespeitosa, especialmente por envolver a vida pessoal de Neymar e Bruna Marquezine.

Reações nas redes sociais

A exibição da máscara no programa gerou uma avalanche de comentários nas redes sociais, com opiniões polarizadas. Críticas apontaram a atitude como um desrespeito à privacidade de Neymar e Bruna Marquezine, além de envolver Bruna Biancardi, atual esposa do jogador e mãe de suas filhas, Mavie e Mel.

  • Críticas à apresentadora:
    • “Falta de profissionalismo, misturar vida pessoal com esporte é baixo”, disse um usuário no X.
    • “Vergonhoso uma mulher usar outra para provocar um homem”, comentou outra internauta.
    • “Bruna Marquezine merece respeito, isso é invasivo”, destacou um fã da atriz.
  • Defesas da ação:
    • “É só resenha, Globo Esporte PE sempre entra na onda das torcidas”, defendeu um seguidor.
    • “Futebol nordestino é assim, provocações fazem parte da cultura”, afirmou outro.
    • “Sabrina é excelente, quem critica não entende o contexto”, elogiou um telespectador.

A divisão de opiniões reflete o embate entre a cultura de provocações no futebol e a percepção de limites éticos no jornalismo esportivo. Enquanto torcedores do Sport viam a iniciativa como uma estratégia legítima para desestabilizar o adversário, outros consideraram a abordagem desnecessária e ofensiva.

A iniciativa dos torcedores do Sport

A ideia de usar máscaras de Bruna Marquezine partiu de Pedro Chianca, que se inspirou em um recente conflito entre Neymar e um torcedor do Santos. O influenciador, conhecido por criar conteúdo sobre os clubes pernambucanos, percebeu o potencial da provocação ao notar a instabilidade emocional do jogador em campo. Ele produziu a arte no próprio ambiente de trabalho e compartilhou nas redes, onde a iniciativa ganhou tração rapidamente.

Chianca estimou que entre 500 e 1.000 torcedores levaram as máscaras à Ilha do Retiro, transformando a provocação em um espetáculo visual nas arquibancadas. A ação foi planejada para coincidir com um jogo de alta visibilidade, já que Neymar, mesmo em um Santos em crise, atrai atenção nacional.

  • Contexto do jogo:
    • Sport e Santos ocupam a lanterna e a 17ª posição, respectivamente, na Série A.
    • Mais de 20 mil ingressos foram vendidos, indicando casa cheia.
    • A rivalidade foi intensificada pela má fase das equipes.
  • Objetivo estratégico:
    • Desestabilizar Neymar, conhecido por reagir a provocações.
    • Criar um ambiente hostil na Ilha do Retiro.
    • Aproveitar a mídia nacional para destacar o Sport.

A ação dos torcedores, embora criativa, levantou debates sobre os limites das provocações no futebol, especialmente quando envolvem figuras públicas não diretamente ligadas ao esporte.

O papel da Globo Esporte na polêmica

A decisão de Sabrina Veloso de usar a máscara ao vivo no Globo Esporte PE ampliou o alcance da provocação, mas também colocou a emissora no centro da controvérsia. O programa, conhecido por sua abordagem descontraída e alinhada à cultura local, frequentemente reflete o humor das torcidas nordestinas. Contudo, a escolha de trazer a brincadeira para a TV aberta foi vista por alguns como uma extrapolação.

A apresentadora, elogiada por muitos como uma profissional carismática, não se pronunciou diretamente sobre as críticas. A Globo, por sua vez, também não emitiu comunicado oficial até o momento. A emissora tem histórico de coberturas esportivas que mesclam informação e entretenimento, mas a inclusão de elementos pessoais, como a imagem de Bruna Marquezine, gerou questionamentos sobre os padrões jornalísticos.

  • Cultura do Globo Esporte PE:
    • Programa conhecido por interagir com torcidas e adotar tom leve.
    • Apresentadores frequentemente participam de brincadeiras locais.
    • A descontração é marca registrada da edição pernambucana.
  • Críticas ao jornalismo:
    • Uso de imagem de terceiros sem consentimento.
    • Envolvimento de questões pessoais em cobertura esportiva.
    • Possível impacto na reputação da emissora.

A polêmica reforça a necessidade de equilíbrio entre o entretenimento e a responsabilidade no jornalismo esportivo, especialmente em um contexto de alta visibilidade.

Neymar e Bruna Marquezine no centro da controvérsia

Neymar, alvo principal da provocação, não se manifestou publicamente sobre o caso até o fechamento desta matéria. O jogador, que enfrenta uma temporada difícil no Santos, já havia sido criticado por sua postura em campo, incluindo um bate-boca com um torcedor em jogo anterior. A má fase do time, que luta contra o rebaixamento, intensifica a pressão sobre o camisa 10.

Bruna Marquezine, por outro lado, também não comentou a situação. A atriz, que mantém uma relação discreta com Neymar desde o fim do namoro em 2018, tem evitado polêmicas relacionadas ao jogador. Sua imagem, no entanto, foi utilizada sem consentimento, o que gerou apelos de fãs para que ela tome medidas legais.

  • Histórico do casal:
    • Neymar e Marquezine namoraram, com idas e vindas, entre 2012 e 2018.
    • A relação foi marcada por alta exposição midiática.
    • Ambos mantêm distância pública desde o término.
  • Impacto em Bruna Biancardi:
    • Atual esposa de Neymar, mãe de Mavie e Mel.
    • Citada por internautas como desrespeitada pela provocação.
    • Não se pronunciou sobre o caso.

A utilização da imagem de Marquezine reacende discussões sobre a privacidade de figuras públicas e o uso de suas vidas pessoais em contextos esportivos.

Debate sobre limites no futebol

A provocação com as máscaras de Bruna Marquezine trouxe à tona um debate mais amplo sobre os limites do humor e da rivalidade no futebol brasileiro. Enquanto provocações entre torcidas são comuns, o envolvimento de pessoas alheias ao esporte, como Marquezine e Biancardi, levanta questões éticas.

No Nordeste, a cultura de “resenha” é valorizada, com torcedores e programas locais frequentemente adotando um tom irreverente. Contudo, a escala nacional da polêmica, amplificada pela Globo, expôs as diferentes percepções sobre o que é aceitável no esporte.

  • Cultura nordestina no futebol:
    • Provocações são vistas como parte do “futebol raiz”.
    • Torcidas criam ações criativas para desestabilizar adversários.
    • Programas regionais reforçam o humor local.
  • Limites éticos:
    • Uso de imagens sem permissão.
    • Envolvimento de familiares e ex-parceiros.
    • Risco de ofensas pessoais em nome da rivalidade.

O caso ilustra a tensão entre a tradição das provocações no futebol e a crescente demanda por respeito e privacidade em um mundo hiperconectado.

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