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O GLOBO celebra 100 anos com edição histórica de 500 páginas

Paolla Oliveira
Paolla Oliveira - Reprodução Paolla Oliveira - Reprodução


O jornal O GLOBO celebrou seu centenário em 27 de julho de 2025 com uma edição histórica de mais de 500 páginas, a maior já publicada no Brasil, que marcou época ao condensar um século de jornalismo e projetar o futuro. A edição, distribuída em bancas e assinaturas no Rio de Janeiro e outras cidades, foi destaque nas redes sociais, com famosos como Cauã Reymond, Taís Araujo e Debora Bloch celebrando sua relevância. Colunistas como Merval Pereira e Flávia Oliveira exaltaram o feito, destacando o compromisso do jornal com a inovação e a luta contra fake news. A celebração, que incluiu 14 cadernos temáticos, reforçou a importância do jornalismo impresso em tempos digitais, unindo memória afetiva e visão de futuro.

A edição especial, descrita como um item de colecionador, foi planejada durante meses pela redação do GLOBO, envolvendo jornalistas, editores e colunistas em um esforço para retratar os eventos mais marcantes do Brasil e do mundo. O jornal, fundado em 1925, usou a data para reafirmar sua relevância, com depoimentos de personalidades e leitores que cresceram com o veículo. A iniciativa também incluiu eventos presenciais, como debates com lideranças políticas, mediados por jornalistas como Vera Magalhães, para discutir o futuro do país.

  • Principais destaques da edição:
    • 14 cadernos temáticos, totalizando mais de 500 páginas.
    • Reportagens sobre os 100 anos de história do Brasil e do mundo.
    • Projeções para o futuro do jornalismo e do país.
    • Homenagens de artistas e colunistas nas redes sociais.

A celebração do centenário não foi apenas um marco editorial, mas também um momento de reflexão sobre o papel do jornalismo em tempos de desinformação. A edição, que chegou às mãos de leitores em formatos impresso e digital, foi elogiada por sua qualidade e abrangência, consolidando o GLOBO como referência no setor.

Repercussão entre famosos e leitores

A edição histórica gerou grande impacto nas redes sociais, com artistas e leitores compartilhando suas impressões. Cauã Reymond, em um vídeo no Instagram, destacou a conexão emocional com o jornal, lembrando como o GLOBO fez parte de sua infância, lido por avós e pais. Taís Araujo, que também celebrou a edição, elogiou a qualidade do material, enquanto Debora Bloch, capa do Segundo Caderno com uma matéria sobre sua personagem Odete Roitman, enfatizou a importância do jornalismo confiável em tempos de fake news.

  • Homenagens marcantes:
    • Cauã Reymond: Lembrou a presença do jornal em sua família.
    • Debora Bloch: Elogiou o combate à desinformação.
    • Taís Araujo: Exibiu orgulhosa o exemplar nas redes.
    • Paolla Oliveira: Destacou as 500 páginas de histórias.

A reação dos leitores também foi intensa. Muitos compartilharam fotos com o jornal, relatando o ritual de folhear as páginas no domingo, um hábito que resiste mesmo com o avanço do digital. A edição, que chegou às bancas e aos assinantes, esgotou rapidamente em algumas cidades, reforçando seu status de item de colecionador.

O trabalho por trás da edição histórica

Produzir uma edição de 500 páginas exigiu um esforço monumental da equipe do GLOBO. Durante meses, jornalistas, editores e designers trabalharam para organizar 14 cadernos que abordassem desde eventos históricos até tendências futuras. Colunistas como Merval Pereira, com 60 anos de trajetória no jornal, destacaram a inovação contínua do veículo, que soube se adaptar às mudanças tecnológicas sem perder sua essência.

O processo envolveu pesquisa aprofundada em arquivos, seleção de imagens históricas e entrevistas com personalidades que marcaram o último século. A edição também trouxe um olhar para o futuro, com reportagens sobre desafios sociais, políticos e econômicos do Brasil. Vera Magalhães, que mediou debates durante a semana do centenário, destacou o compromisso do jornal em promover diálogo entre diferentes setores da sociedade.

  • Etapas da produção:
    • Pesquisa em arquivos de 100 anos.
    • Seleção de temas relevantes para cada caderno.
    • Colaboração entre redação e colunistas.
    • Design gráfico para destacar a edição histórica.

O resultado foi uma edição que não apenas celebrou o passado, mas também reforçou o papel do jornalismo como ferramenta de transformação e reflexão.

Taís Araujo
Taís Araujo – Reprodução

O impacto do jornalismo impresso na era digital

Apesar do avanço das plataformas digitais, o GLOBO provou com sua edição centenária que o jornalismo impresso ainda tem força. Miriam Leitão, colunista de Economia, ilustrou essa transição ao exibir, em um vídeo, a primeira edição de 1925 ao lado de um tablet com a versão digital de 2025. A edição histórica foi acessada em múltiplas plataformas, mostrando a capacidade do jornal de se reinventar.

A presença digital do GLOBO, com aplicativos e conteúdos interativos, complementou a edição impressa, alcançando leitores mais jovens. Malu Gaspar, que chegou ao jornal com foco no digital, destacou como a inovação tecnológica permitiu ao GLOBO liderar o jornalismo online no Brasil. A edição de 100 anos, disponível também em formato digital, incluiu recursos como vídeos e infográficos interativos, ampliando seu alcance.

  • Adaptações digitais da edição:
    • Versão interativa com vídeos e infográficos.
    • Acesso via aplicativo e site do GLOBO.
    • Conteúdo otimizado para redes sociais.
    • Debates transmitidos ao vivo.

A combinação de formatos reforçou a relevância do jornalismo multiplataforma, que une tradição e modernidade para atender diferentes públicos.

Memória afetiva e conexão com o público

A edição centenária tocou leitores de todas as idades ao resgatar memórias afetivas. Bruno Astuto, cronista da revista ELA, descreveu o ato de comprar o jornal na banca como um “ritual emotivo”, especialmente significativo por coincidir com seu aniversário. Marcelo Barreto, colunista esportivo, lembrou seu início de carreira no GLOBO, em 1991, e como o jornal moldou sua trajetória profissional.

Leitores compartilharam histórias pessoais nas redes, relatando como o GLOBO esteve presente em momentos marcantes de suas vidas, desde a leitura matinal até a cobertura de grandes eventos históricos. A edição especial, com reportagens que revisitavam essas memórias, reforçou o vínculo emocional do jornal com o público.

  • Relatos de leitores:
    • Histórias de famílias que cresceram lendo o GLOBO.
    • Depoimentos sobre a cobertura de eventos históricos.
    • Nostalgia pelo ritual de leitura dominical.
    • Elogios à qualidade gráfica da edição.

Essa conexão emocional foi um dos pontos altos da celebração, mostrando que o jornalismo, além de informar, cria laços duradouros com seus leitores.

O futuro do jornalismo segundo o GLOBO

A edição de 100 anos não olhou apenas para o passado, mas também projetou o futuro do jornalismo. Reportagens abordaram temas como sustentabilidade, tecnologia e mudanças políticas, apontando caminhos para os próximos anos. Fernando Gabeira, colunista, destacou o GLOBO como uma “referência do futuro”, capaz de guiar debates sobre os desafios do Brasil.

Eventos paralelos, como os debates mediados por Vera Magalhães, reuniram lideranças para discutir economia, educação e política. Essas iniciativas mostraram o compromisso do jornal em fomentar diálogo e propor soluções para questões nacionais. A edição também incluiu um caderno especial, intitulado “001”, que simboliza o início de um novo ciclo para o jornalismo brasileiro.

  • Iniciativas para o futuro:
    • Debates com lideranças políticas e econômicas.
    • Caderno “001” com tendências para o próximo século.
    • Foco em sustentabilidade e inovação tecnológica.
    • Ampliação do acesso digital para novos públicos.

O centenário do GLOBO foi, assim, uma celebração não apenas de sua história, mas também de sua capacidade de se reinventar e liderar o jornalismo no Brasil.

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