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Santos busca negociar Tiquinho Soares e planeja troca de comando com possível chegada de Cuca

Torcida do Santos
Torcida do Santos - Foto: X.com/ Santos FC Torcida do Santos - Foto: X.com/ Santos FC

O Santos, em crise na zona de rebaixamento do Brasileirão Betano 2025 com apenas 15 pontos em 16 jogos, vive um momento de decisões cruciais nos bastidores. A diretoria do clube, insatisfeita com o desempenho do centroavante Tiquinho Soares, planeja negociá-lo na janela de transferências, aberta até 2 de setembro. Além disso, o técnico Cléber Xavier enfrenta forte pressão, com sua saída iminente, e o nome de Cuca, atualmente no Atlético-MG, ganha força como possível substituto. As mudanças visam reverter a má fase do Peixe, que enfrenta dificuldades técnicas e financeiras, enquanto a torcida cobra resultados imediatos. A situação reflete a urgência de evolução tática e física para evitar um novo rebaixamento.

A crise do Santos se agravou após derrotas consecutivas, como a de 2 a 1 para o Internacional e o empate com o Sport. A diretoria, liderada por Alexandre Mattos, busca soluções para equilibrar as finanças e reforçar o elenco. A insatisfação com Tiquinho Soares, que não marca há nove jogos e perdeu a titularidade, é um dos focos. Cuca, com histórico vitorioso no clube, é visto como peça-chave para recuperar a competitividade.

  • Principais problemas: baixo desempenho ofensivo, com média de 0,69 gol por jogo.
  • Pressão sobre Cléber Xavier: apenas 36,4% de aproveitamento em 11 partidas.
  • Negociações: Tiquinho Soares sondado por clubes da Arábia Saudita e China.
  • Possível troca de comando: Cuca é o favorito, mas depende de sua saída do Atlético-MG.

Insatisfação com Tiquinho Soares

A diretoria do Santos está frustrada com a falta de evolução física e técnica de Tiquinho Soares. Contratado com expectativas altas do Botafogo, o atacante marcou sete gols no início da temporada, mas caiu de rendimento sob o comando de Cléber Xavier. Em 13 jogos com o atual treinador, foi titular em apenas cinco, sem balançar as redes. A decisão de mantê-lo no banco contra o Internacional, optando por Luca Meirelles, gerou críticas da torcida.

O alto salário de Tiquinho, superior a R$ 1 milhão por mês, pesa nas finanças do clube, que enfrenta dificuldades para manter jogadores caros com baixo retorno. A diretoria avalia propostas de clubes asiáticos, mas o jogador resiste à saída, preferindo reconquistar espaço no elenco. A janela de transferências é vista como oportunidade para liberar recursos e investir em um novo centroavante.

  • Salário elevado: acima de R$ 1 milhão mensal, com contrato até 2027.
  • Jejum de gols: sem marcar desde 20 de abril.
  • Concorrência: Deivid Washington e Neymar (como falso 9) ganharam prioridade.
  • Interessados: clubes da Arábia Saudita e China sondaram o atacante.

A situação de Tiquinho reflete a necessidade de ajustes no elenco. A diretoria, ciente da crise ofensiva, busca um camisa 9 de impacto, mas o orçamento limitado exige negociações estratégicas. A torcida, dividida, cobra soluções rápidas, enquanto o jogador tenta provar seu valor nos treinos.

Crise técnica e pressão sobre Cléber Xavier

Cléber Xavier, em seu primeiro trabalho como técnico principal, enfrenta questionamentos intensos. Com apenas três vitórias em 11 jogos, o treinador não conseguiu extrair o potencial de um elenco que inclui nomes como Neymar e Soteldo. A derrota para o Internacional e o empate contra o Sport, mesmo com um jogador a menos, expuseram fragilidades táticas, como a baixa produtividade ofensiva.

A diretoria, inicialmente respaldando Xavier, agora considera sua demissão iminente. O presidente Marcelo Teixeira e o diretor Alexandre Mattos aguardam apenas uma reviravolta improvável para manter o treinador até o jogo contra o Juventude, no Morumbis. A torcida, insatisfeita, pede mudanças, e Neymar, apesar de apoiar o técnico, não tem conseguido reverter o cenário em campo.

  • Aproveitamento: 36,4% em 11 jogos (3 vitórias, 3 empates, 5 derrotas).
  • Críticas táticas: dificuldade em organizar o meio-campo e criar chances de gol.
  • Apoio de Neymar: camisa 10 defendeu Xavier, mas não evita pressão da torcida.
  • Próximo jogo: confronto contra o Juventude é decisivo para o treinador.

A falta de vitórias e a eliminação na Copa do Brasil para o CRB aumentaram a pressão. A diretoria entende que o elenco, projetado para brigar na parte superior da tabela, não condiz com a atual posição na zona de rebaixamento.

Cuca como solução para o comando técnico

O nome de Cuca surge como principal opção para substituir Cléber Xavier. O treinador, que conquistou a Libertadores com o Santos em 2010, é bem avaliado pela diretoria e pela torcida. Atualmente no Atlético-MG, Cuca enfrenta instabilidade, e sua possível demissão é aguardada pelo Peixe para formalizar a contratação. Jorge Sampaoli também foi mencionado, mas Cuca é o favorito devido ao seu histórico no clube.

A troca de comando é vista como essencial para reorganizar o time taticamente e motivar o elenco. Cuca teria a missão de ajustar o meio-campo, explorar melhor os laterais e recuperar a confiança de jogadores como Neymar. A diretoria acredita que a experiência do treinador pode ser o diferencial para evitar o rebaixamento.

  • Histórico de Cuca: campeão da Libertadores em 2010 com o Santos.
  • Situação atual: instável no Atlético-MG, com risco de demissão.
  • Expectativa: melhorar organização tática e explorar jogadores como Neymar e Soteldo.
  • Prazo: troca pode ocorrer após o jogo contra o Juventude, em 4 de agosto.

A possível chegada de Cuca anima parte da torcida, mas há cautela devido à necessidade de resultados imediatos. A diretoria planeja alinhar a troca de comando com reforços pontuais no elenco.

Reformulação do elenco e janela de transferências

Além da possível saída de Tiquinho Soares, o Santos busca reforços para fortalecer o ataque e a defesa. A crise ofensiva, com apenas 0,69 gol por jogo, motivou a diretoria a negociar um novo camisa 9. Jogadores como Igor Vinicius, Mayke, Willian Arão e Gustavo Caballero já foram contratados, mas a zaga, com oscilações de Gil e Zé Ivaldo, também é prioridade.

A janela de transferências, aberta até 2 de setembro, é crucial para o Peixe. A diretoria avalia opções sul-americanas acessíveis, com custo entre R$ 10 e 20 milhões, para substituir Tiquinho. A venda do atacante pode liberar recursos, mas sua resistência em deixar o Brasil complica as negociações.

  • Reforços recentes: Igor Vinicius, Mayke, Willian Arão e Gustavo Caballero.
  • Prioridades: novo centroavante e zagueiro para estabilizar o time.
  • Orçamento: limitado, exige vendas estratégicas como a de Tiquinho.
  • Prazo: janela de transferências fecha em 2 de setembro.

A reformulação é vista como essencial para melhorar o desempenho e evitar o rebaixamento. A torcida, que lotou a Vila Belmiro em jogos recentes, espera contratações de impacto para mudar o cenário.

Reação da torcida e desafios no Brasileirão

A torcida do Santos está dividida entre apoio e críticas. As redes sociais refletem a insatisfação com Tiquinho Soares e Cléber Xavier, mas também a esperança em nomes como Cuca. O jogo contra o Juventude, no Morumbis, é visto como decisivo para definir o rumo da temporada. A pressão por resultados cresce, especialmente com a disputa na Copa do Brasil e na Sul-Americana.

O Brasileirão Betano 2025 tem sido desafiador para o Peixe, que retornou à Série A após vencer a Série B. A média de 0,69 gol por jogo é uma das piores da competição, comparável a equipes na zona de rebaixamento. A diretoria e o elenco sabem que a reação precisa ser imediata para evitar um novo descenso.

  • Posição atual: zona de rebaixamento com 15 pontos em 16 jogos.
  • Média de gols: 0,69 por jogo, uma das piores do Brasileirão.
  • Próximos desafios: Juventude (Série A), Internacional (Copa do Brasil) e Sul-Americana.
  • Torcida: exige contratações e resultados imediatos.

A combinação de mudanças no comando técnico, reforços no elenco e apoio da torcida será crucial para o Santos superar a crise. A diretoria trabalha contra o tempo para implementar as alterações necessárias.

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