Na noite desta quarta-feira, 30 de julho de 2025, Corinthians e Palmeiras protagonizaram um clássico eletrizante na Neo Química Arena, em São Paulo, pelas oitavas de final da Copa do Brasil. Com a bola rolando às 21h30, o confronto terminou empatado em 1 a 1, com gols de Memphis Depay, pelo Corinthians, e Maurício, pelo Palmeiras, ambos no segundo tempo. A partida, marcada por lances intensos, cartões amarelos e intervenções do VAR, mantém a disputa pela vaga nas quartas de final completamente aberta. A torcida lotou o estádio, criando um ambiente vibrante, enquanto o jogo foi arbitrado por Wilton Pereira Sampaio, com lances revisados pelo VAR. O resultado deixa tudo para ser decidido no jogo de volta.
O dérbi começou com alta intensidade, como é típico de embates entre os dois rivais. O Corinthians, jogando em casa, buscou pressionar desde o início, enquanto o Palmeiras apostava em contra-ataques rápidos. A presença de nomes como Memphis Depay e Vitor Roque trouxe expectativa, e ambos os times criaram chances claras no primeiro tempo, incluindo um pênalti defendido por Weverton.

- Principais momentos do primeiro tempo:
- Aos 15 minutos, Memphis Depay finalizou e sofreu pênalti após dividida com Gustavo Gómez.
- Yuri Alberto desperdiçou a cobrança, parando em grande defesa de Weverton.
- O Palmeiras respondeu com Vitor Roque, que chutou por cima aos 33 minutos.
- Aos 43 minutos, Giay quase marcou, mas Ramalho salvou o Corinthians em cima da linha.
O jogo seguiu equilibrado, com posse de bola de 60% para o Corinthians contra 40% do Palmeiras no primeiro tempo, segundo dados da transmissão.
Primeiro tempo define tom do clássico
O dérbi na Neo Química Arena começou com o Corinthians buscando o ataque logo nos primeiros minutos. Garro, cobrando escanteio, levou perigo, mas Weverton segurou firme. O Palmeiras respondeu com uma falta cobrada por Piquerez, que terminou em cabeçada de Gómez, defendida por Hugo Souza. Aos 15 minutos, um lance capital: Matheuzinho levantou a bola, Memphis dominou e finalizou, sofrendo falta de Gómez. Após revisão do VAR, o pênalti foi confirmado, mas Yuri Alberto parou no goleiro palmeirense.
Mais tarde, aos 25 minutos, Matheuzinho arriscou de longe, exigindo nova defesa de Weverton. O Palmeiras, por sua vez, cresceu no fim do primeiro tempo. Aos 43 minutos, uma troca de passes envolvente terminou com chute de Giay, bloqueado por Ramalho em cima da linha. O primeiro tempo terminou com reclamações do Corinthians por uma falta não marcada sobre Garro, que rendeu cartão amarelo ao jogador por protestos.
Minutagem dos principais lances
O clássico foi marcado por momentos de alta voltagem, com lances que incendiaram a torcida e definiram o empate:
- 15’ 1T: Memphis Depay sofre pênalti de Gustavo Gómez; Yuri Alberto perde a cobrança.
- 25’ 1T: Matheuzinho chuta de longe, e Weverton faz grande defesa.
- 43’ 1T: Giay finaliza, mas Ramalho salva o Corinthians em cima da linha.
- 33’ 2T: Memphis Depay abre o placar com cabeçada após cruzamento de Matheuzinho.
- 36’ 2T: Maurício empata para o Palmeiras em jogada ensaiada de falta.
Segundo tempo pega fogo com gols
O Corinthians voltou do intervalo com ímpeto renovado. Logo aos 3 minutos, Carrillo arriscou um chute cruzado, afastado por Fuchs. O Palmeiras respondeu com Ramón Sosa, que finalizou fraco aos 6 minutos, parando em Hugo Souza. A partida ganhou ainda mais emoção com substituições e cartões amarelos, como o de Raniele, por falta em Vitor Roque. Aos 33 minutos, o Corinthians abriu o placar: Garro cobrou falta rápida, Matheuzinho cruzou, e Memphis Depay, livre, cabeceou para fazer 1 a 0, explodindo a Neo Química Arena.
O Palmeiras, porém, não se abateu. Três minutos depois, aos 36, uma jogada ensaiada de falta resultou no empate. Facundo Torres cobrou, Aníbal Moreno tocou para Gómez, que escorou para Maurício mandar para as redes. A torcida palmeirense, presente em menor número, comemorou, enquanto Hugo Souza tentou afastar os jogadores adversários, gerando confusão. Até os 39 minutos, o jogo seguia equilibrado, com chances para ambos os lados.
Destaques individuais no dérbi
O clássico destacou atuações de jogadores-chave. Memphis Depay, pelo Corinthians, foi decisivo ao marcar seu primeiro gol em clássicos, mostrando presença de área e qualidade técnica. No Palmeiras, Maurício brilhou ao empatar o jogo, enquanto Vitor Roque criou problemas com sua velocidade. Os goleiros também foram protagonistas:
- Weverton: Defendeu pênalti e fez outras intervenções cruciais.
- Hugo Souza: Seguro em cruzamentos e na defesa de chutes de longa distância.
- Matheuzinho: Participou do gol com cruzamento preciso.
- Ramalho: Salvou gol certo no primeiro tempo.
O árbitro Wilton Pereira Sampaio teve atuação marcada por decisões polêmicas, como a revisão do pênalti e cartões distribuídos, incluindo advertências a Abel Ferreira e jogadores de ambos os times.
Ambiente e curiosidades da partida
A Neo Química Arena recebeu casa cheia, com a torcida corintiana fazendo uma festa memorável na chegada do time. A presença do ministro do STF Alexandre de Moraes em um dos camarotes também chamou atenção, reforçando a relevância do clássico. O dérbi, inédito na Copa do Brasil, reacendeu a rivalidade histórica, que já contou com duelos em torneios como a Taça Centenário de Barretos.
O jogo também marcou o confronto entre dois técnicos de peso: Dorival Júnior, pelo Corinthians, e Abel Ferreira, pelo Palmeiras. Abel, com histórico favorável em clássicos, enfrentou um adversário reforçado pela chegada de Dorival, que busca consolidar o Corinthians na competição.
O que esperar do jogo de volta
O empate mantém a disputa aberta para o jogo de volta, que promete ser tão intenso quanto o primeiro. O Corinthians levará a vantagem de jogar com o apoio da torcida, mas precisará corrigir falhas defensivas, como as que permitiram a jogada ensaiada do Palmeiras. Já o time de Abel Ferreira aposta na força do elenco, reforçado por nomes como Khellven, para buscar a classificação fora de casa.
Ambos os times mostraram equilíbrio, com finalizações (Corinthians 6, Palmeiras 5 até os 39 minutos do segundo tempo) e posse de bola dividida no segundo tempo. A disciplina tática e a eficiência nas finalizações serão decisivas na próxima partida.