Copa do Mundo

Gol contra de Tarciane marca virada da Colômbia sobre o Brasil na final da Copa América

Tarciane
Tarciane - Foto: Instagram Tarciane - Foto: Instagram

A final da Copa América Feminina 2025, disputada neste sábado, 2 de agosto, no Estádio Casa Blanca, em Quito, coloca Colômbia e Brasil frente a frente em um duelo eletrizante, com a Colômbia liderando por 2 a 1 até os 28 minutos do segundo tempo, após um gol contra de Tarciane. O jogo, que começou às 18h (horário de Brasília), reúne duas potências sul-americanas em busca do título continental. A partida, marcada por intensidade e lances decisivos, reacende a rivalidade recente entre as seleções, que já se enfrentaram na final de 2022, vencida pelo Brasil. O gol contra de Tarciane, aos 23 minutos do segundo tempo, mudou o rumo do jogo, dando à Colômbia a vantagem no placar. O confronto segue em andamento, com o Brasil pressionando para reverter o resultado. A arbitragem tem sido alvo de polêmicas, com cartões amarelos e revisões no VAR, enquanto as duas equipes mostram equilíbrio tático e jogadas de ataque perigosas.

O Brasil começou o jogo com ímpeto, buscando o ataque desde os primeiros minutos, enquanto a Colômbia apostava em contra-ataques rápidos liderados por Linda Caicedo. A rivalidade entre as equipes, que empataram sem gols na fase de grupos desta edição, torna o duelo imprevisível. A torcida no Casa Blanca, majoritariamente colombiana, cria um ambiente vibrante.

  • Principais momentos até agora:
    • Linda Caicedo abriu o placar aos 24 minutos do primeiro tempo.
    • Angelina empatou para o Brasil com um pênalti aos 53 minutos do primeiro tempo.
    • Tarciane marcou gol contra aos 23 minutos do segundo tempo, dando a liderança à Colômbia.
    • O Brasil quase virou no início do segundo tempo, com Gio Garbelini acertando a trave.
    • Cartões amarelos para jogadoras e o técnico brasileiro Arthur Elias por reclamações.

Virada colombiana com falha brasileira

Aos 23 minutos do segundo tempo, a zagueira Tarciane protagonizou o lance que mudou o jogo. Após um ataque colombiano, a bola sobrou livre na defesa brasileira, e Tarciane, sem perceber a aproximação da goleira Lorena, recuou a bola, que entrou lentamente no canto esquerdo do gol. O erro colocou a Colômbia à frente no placar, silenciando a torcida brasileira presente no Casa Blanca. O lance reflete a pressão exercida pela Colômbia, que soube explorar os espaços deixados pela defesa adversária.

Antes do gol contra, o Brasil mostrava sinais de recuperação. Aos 12 minutos do segundo tempo, Yasmim quase marcou em um chute que passou rente ao travessão, assustando a goleira Kathe Tapia. A Colômbia, por sua vez, continuou perigosa, com Caracas e Caicedo criando chances em jogadas de velocidade. A intensidade do jogo permanece alta, com as duas equipes buscando o ataque.

Minutagem dos principais lances

O jogo tem sido marcado por momentos de alta tensão e jogadas decisivas. Abaixo, os principais lances até os 28 minutos do segundo tempo:

  • 1’ 1T: Linda Caicedo cruza pela direita, mas a defesa brasileira corta, e Lorena fica com a bola.
  • 24’ 1T: Gol da Colômbia! Linda Caicedo chuta rasteiro, livre, após passe de Mayra Ramírez, abrindo o placar.
  • 53’ 1T: Gol do Brasil! Angelina converte pênalti com categoria, empatando a partida após revisão do VAR.
  • 0’ 2T: Gio Garbelini acerta a trave direita após rebote de chute de Kerolin, quase virando para o Brasil.
  • 23’ 2T: Gol contra de Tarciane! A zagueira recua sem perceber a goleira Lorena, e a bola entra no gol brasileiro.

Pressão e polêmicas na arbitragem

A arbitragem tem sido um ponto de destaque na partida. No primeiro tempo, a árbitra Dione Rissios revisou um lance no VAR aos 49 minutos, confirmando um pênalti para o Brasil após falta de Carabalí em Gio Garbelini. A decisão gerou protestos das jogadoras colombianas, com Kathe Tapia recebendo cartão amarelo por discutir com Kerolin. No segundo tempo, o técnico Arthur Elias também foi advertido com cartão amarelo por reclamações, aumentando a tensão em campo.

A Colômbia, mesmo com a vantagem, enfrenta desafios com a arbitragem. Cartões amarelos para Carabalí, Bedoya e Carolina Arias mostram a intensidade do jogo físico. O Brasil, por sua vez, também teve Tarciane advertida após uma discussão com Arias, em um lance que gerou confusão na área brasileira.

Rivalidade histórica em campo

A final de 2025 é mais um capítulo da rivalidade recente entre Brasil e Colômbia. Em 2022, as brasileiras venceram por 1 a 0 na decisão da Copa América, mas as colombianas se destacaram na Copa do Mundo de 2023, chegando às quartas de final, enquanto o Brasil caiu na fase de grupos. O empate sem gols na fase de grupos desta edição mostrou o equilíbrio entre as equipes, com defesas sólidas e ataques perigosos.

O Brasil, comandado por Arthur Elias, aposta na experiência de Angelina e na velocidade de Kerolin e Gio Garbelini. A Colômbia, por outro lado, tem em Linda Caicedo sua principal arma, com dribles e finalizações que desafiam a defesa brasileira. A substituição de Usme por Loboa no segundo tempo reforçou o ataque colombiano, mantendo a pressão sobre o Brasil.

Momentos de perigo no ataque

O Brasil criou chances claras no primeiro tempo, com Yasmim e Dudinha ameaçando a meta de Tapia. Aos 10 minutos, Yasmim teve uma oportunidade após erro da goleira colombiana, mas o chute foi defendido. A Colômbia respondeu com Loboa, que, aos 9 minutos, driblou Fê Palermo e chutou por cima do gol. No segundo tempo, o Brasil quase virou com Gio Garbelini, mas a trave impediu o gol.

A Colômbia, por sua vez, mantém o ritmo ofensivo. Mayra Ramírez, aos 29 minutos do primeiro tempo, quase ampliou em um contra-ataque, mas perdeu a bola ao tentar driblar Lorena. A velocidade de Caicedo e os cruzamentos de Caracas continuam desafiando a defesa brasileira, que precisa se reorganizar após o gol contra.

Equilíbrio tático e números do jogo

As estatísticas do confronto mostram equilíbrio. O Brasil tem média de 8,3 finalizações por jogo na Copa América, contra 3,8 da Colômbia, mas as colombianas compensam com eficiência nos contra-ataques. Os escanteios, com média de 3,5 para o Brasil e 2,5 para a Colômbia, refletem a pressão ofensiva das duas equipes. A disciplina, porém, é um desafio: o Brasil acumula média de 1,7 cartões amarelos por jogo, contra 0,8 da Colômbia.

O jogo segue aberto, com o Brasil buscando o empate e a Colômbia tentando segurar a vantagem. A torcida no Casa Blanca mantém o apoio às colombianas, enquanto o Brasil tenta se recuperar do erro defensivo. A partida, ainda em andamento, promete mais emoções até o apito final.

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