Um gol de Breno Herculano, confirmado pelo VAR aos 23 minutos do segundo tempo, agitou a partida entre Chapecoense e CRB, disputada neste domingo, 3 de agosto de 2025, na Arena Condá, em Chapecó, pelo Campeonato Brasileiro Série B. O confronto, que chegou aos 25 minutos do segundo tempo com a Chapecoense liderando por 3 a 1, segue em andamento, com o CRB buscando reduzir a desvantagem. O tento alagoano veio após William Pottker levantar a bola na área, permitindo que Herculano finalizasse com precisão contra o goleiro Léo Vieira. A partida, marcada por substituições táticas e momentos de tensão, reflete a luta do CRB para reagir diante de um adversário dominante. O jogo, válido pela fase única da Série B, mantém a torcida atenta, especialmente após a análise do VAR que validou o gol do CRB, reacendendo as esperanças do time visitante.
O embate na Arena Condá começou com a Chapecoense controlando as ações. O time da casa abriu o placar ainda no primeiro tempo, com gols de Marcinho e Maílton, que se destacaram na criação de jogadas ofensivas. A equipe catarinense, embalada pela torcida, aproveitou brechas na defesa do CRB, que enfrentou dificuldades para conter as investidas adversárias. No intervalo, substituições estratégicas de ambos os lados indicaram tentativas de ajustes, com o CRB trazendo Breno Herculano e William Pottker para reforçar o ataque. A chuva, que voltou a cair no segundo tempo, adicionou um elemento extra de desafio ao jogo.
- Principais momentos do primeiro tempo:
- 26′: Marcinho amplia para a Chapecoense, finalizando após passe de Giovanni Augusto.
- 36′: Maílton marca o terceiro gol do Verdão, com um chute forte de canhota.
- 38′: Giovanni Augusto recebe cartão amarelo por atrapalhar o goleiro Matheus Albino.
- 41′: Thiaguinho cai na área, mas o árbitro não marca pênalti, gerando reclamações do CRB.
- 44′: Mikael, do CRB, finaliza com força, mas Léo Vieira defende.
Reação alagoana no segundo tempo
O segundo tempo trouxe um CRB mais agressivo, com mudanças táticas promovidas pelo técnico Eduardo Barroca. A entrada de Breno Herculano e William Pottker foi decisiva para o gol que reacendeu a partida. Aos 21 minutos, Pottker cruzou na área, e Herculano, com oportunismo, marcou o primeiro do CRB. O lance, inicialmente sob análise do VAR, foi confirmado dois minutos depois, levando alívio aos torcedores alagoanos presentes na Arena Condá. A jogada demonstrou a insistência do CRB em buscar espaços na defesa adversária, mesmo diante de um placar desfavorável.
O gol de Herculano não apenas diminuiu a vantagem da Chapecoense, mas também alterou a dinâmica do jogo. O CRB passou a pressionar mais, enquanto a Chapecoense, sob o comando de Gilmar Dal Pozzo, buscava manter a posse de bola para evitar surpresas. A torcida catarinense, que vibrava com o domínio inicial, passou a acompanhar o jogo com mais atenção, enquanto o time visitante explorava contra-ataques.
Destaques individuais em campo
Maílton, lateral-direito da Chapecoense, foi um dos nomes do primeiro tempo. Com seis gols na Série B, ele se consolidou como artilheiro do time, especialmente em jogadas de bola parada. Sua saída aos 12 minutos do segundo tempo, aplaudida pela torcida, marcou a entrada de Gabriel Inocêncio, que trouxe nova energia ao setor defensivo. Giovanni Augusto, outro destaque, criou chances importantes, mas desperdiçou algumas finalizações, incluindo um chute por cima do gol aos 14 minutos.
No lado do CRB, Breno Herculano emergiu como peça-chave no segundo tempo. O atacante, que entrou no intervalo, mostrou faro de gol ao aproveitar o cruzamento de Pottker. A equipe alagoana, apesar do placar adverso, demonstrou resiliência, com jogadores como Léo Campos e Rafael Carvalheira tentando organizar o meio-campo para buscar mais oportunidades.
Minutagem dos principais lances
A partida foi marcada por momentos intensos, especialmente no segundo tempo, com o gol do CRB mudando o ritmo do jogo. Abaixo, os principais lances até os 25 minutos do segundo tempo:
- 2′: Maílton recebe cartão amarelo por falta em Crystopher, aumentando a tensão em campo.
- 4′: Giovanni Augusto finaliza com força, mas Matheus Albino faz grande defesa.
- 12′: Substituição na Chapecoense: Gabriel Inocêncio entra no lugar de Maílton.
- 21′: Breno Herculano marca o gol do CRB, com assistência de William Pottker.
- 23′: VAR confirma o gol de Herculano após análise, reduzindo o placar para 3 a 1.
Tática e ajustes no decorrer da partida
A Chapecoense, sob a orientação de Gilmar Dal Pozzo, começou o segundo tempo com trocas de passes desde a defesa, buscando controlar o ritmo do jogo. No entanto, as substituições do CRB no intervalo, incluindo a entrada de Márcio Júnior e Ítalo, deram mais mobilidade ao time visitante. Eduardo Barroca, técnico do CRB, foi visto cobrando maior atenção de seus jogadores, especialmente na marcação, que falhou nos gols sofridos no primeiro tempo.
A chuva, que voltou a cair aos 11 minutos do segundo tempo, dificultou as ações de ambos os times, tornando o gramado mais escorregadio. A arbitragem também teve papel relevante, com decisões como a análise do VAR no gol de Herculano e a não marcação de um pênalti pedido pelo CRB no primeiro tempo, o que gerou reclamações.
Números e contexto da Série B
A Chapecoense chegou à partida embalada por atuações consistentes na Arena Condá, onde a torcida tem sido um fator decisivo. O time catarinense busca se manter na parte superior da tabela da Série B, enquanto o CRB luta para recuperar pontos e se aproximar do G-4. O confronto reflete a competitividade da competição, com outros jogos da rodada, como Vila Nova 1 x 0 Coritiba e Botafogo-SP 2 x 1 América-MG, mostrando o equilíbrio entre as equipes.
O desempenho de Maílton, com seis gols, destaca a importância de jogadores versáteis na Série B. Do lado do CRB, a aposta em jogadores como Herculano e Pottker no segundo tempo mostra a estratégia de reforçar o ataque para tentar reverter resultados adversos. A partida, ainda em andamento, mantém o clima de incerteza, com o CRB pressionando por mais gols.
Pressão e oportunidades perdidas
O CRB, mesmo com o gol de Herculano, enfrentou dificuldades para criar chances claras no primeiro tempo. Jogadas como a de Mikael, aos 44 minutos, pararam nas mãos de Léo Vieira. Já a Chapecoense, com finalizações de Giovanni Augusto e Maílton, mostrou eficiência, mas também desperdiçou oportunidades, como o chute de Giovanni por cima do gol aos 14 minutos do segundo tempo.
A torcida da Chapecoense, que chegou a gritar “olé” no primeiro tempo, viu o jogo ganhar nova emoção com o gol do CRB. O técnico Gilmar Dal Pozzo, atento, cobrou maior concentração de seus jogadores, especialmente após o cartão amarelo de Maílton e a substituição do lateral. O CRB, por sua vez, tenta explorar a velocidade de seus atacantes para surpreender a defesa adversária.
Foco na bola parada
As jogadas de bola parada foram determinantes na partida. O terceiro gol da Chapecoense, marcado por Maílton no primeiro tempo, veio de uma cobrança bem trabalhada, com assistência de Giovanni Augusto. O CRB, por sua vez, teve uma chance em falta aos 9 minutos do segundo tempo, mas não conseguiu converter. A precisão nas bolas paradas tem sido um diferencial para ambos os times na Série B, com Maílton se destacando como especialista no quesito.
A partida também foi marcada por momentos de tensão, como a bolada que atingiu Bruno Matias aos 12 minutos do segundo tempo, paralisando o jogo temporariamente. Esses incidentes, somados às condições climáticas, adicionaram um elemento extra de imprevisibilidade ao confronto.
Substituições e mudanças táticas
As substituições no intervalo e no início do segundo tempo refletiram as estratégias opostas dos técnicos. A Chapecoense trouxe Dadá Belmonte e Giovanni para reforçar o meio-campo, enquanto o CRB apostou em Breno Herculano e William Pottker para dar mais força ao ataque. As mudanças do CRB surtiram efeito com o gol de Herculano, mas a equipe ainda enfrenta dificuldades para superar a sólida defesa catarinense.
A saída de Maílton, um dos destaques da Chapecoense, foi uma decisão tática para preservar o jogador, que já tinha cartão amarelo. Gabriel Inocêncio, seu substituto, trouxe nova dinâmica ao lado direito, mas o CRB aproveitou o momento para pressionar. As substituições de Ítalo e Márcio Júnior no CRB também indicaram a busca por maior controle no meio-campo.
Atmosfera na Arena Condá
A Arena Condá, conhecida pelo apoio fervoroso da torcida, foi palco de momentos de euforia, como os gritos de “olé” no primeiro tempo, e de tensão, com o gol do CRB no segundo tempo. A chuva, que voltou a cair, não diminuiu o ânimo dos torcedores, que continuam apoiando a Chapecoense. O CRB, mesmo como visitante, conta com o incentivo de sua torcida, que acredita em uma possível reação.
O jogo, ainda em andamento aos 25 minutos do segundo tempo, mantém a expectativa alta. O gol de Breno Herculano, confirmado pelo VAR, trouxe nova energia ao CRB, que busca explorar os minutos finais para reduzir ainda mais a diferença no placar. A Chapecoense, por sua vez, segue focada em manter a vantagem e explorar contra-ataques.