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Jornalista da Record recebe alta após tratar infecção grave no rosto

Adriana Perroni
Adriana Perroni - Foto: Instagram Adriana Perroni - Foto: Instagram

Adriana Perroni, jornalista da Record, recebeu alta hospitalar em 5 de agosto de 2025, após enfrentar um quadro grave de celulite facial e uma trombose no braço esquerdo. A profissional, conhecida por apresentar o Fala Brasil aos sábados, passou por duas internações devido à infecção bacteriana que atingiu camadas profundas da pele do rosto. Após semanas de tratamento com antibióticos e cuidados em homecare, ela usou as redes sociais para alertar sobre a gravidade da doença e agradecer o apoio recebido. A celulite facial, diferente da condição estética, pode levar a complicações sérias, como meningite, se não tratada rapidamente. A trombose, descoberta na segunda internação, foi associada ao uso de cateter. Perroni segue em recuperação, com tratamento medicamentoso, e destacou a importância de ouvir os sinais do corpo.

A jornalista compartilhou sua experiência para conscientizar o público. A doença, causada por bactérias como Staphylococcus aureus e Streptococcus pyogenes, pode surgir de lesões simples, como espinhas ou picadas de inseto. O caso de Adriana gerou grande repercussão, com mensagens de apoio de colegas e seguidores. Ela enfatizou o cuidado recebido no hospital e a relevância de buscar ajuda médica ao notar sintomas incomuns, como inchaço ou dor persistente no rosto.

  • Cronologia do caso:
    • Início dos sintomas: Caroço perto do olho esquerdo, inicialmente ignorado.
    • Primeira internação: Cinco dias no hospital com antibióticos intravenosos.
    • Segunda internação: Retorno do inchaço e diagnóstico de trombose no braço.
    • Alta: 5 de agosto de 2025, com continuidade do tratamento em casa.

Detalhes da celulite facial

A celulite facial é uma infecção bacteriana grave que afeta as camadas mais profundas da pele e os tecidos subcutâneos, distinta da celulite estética. Geralmente causada por bactérias que entram por pequenas lesões, como cortes, espinhas ou picadas, a condição exige tratamento imediato para evitar complicações. No caso de Adriana Perroni, o problema começou com um caroço discreto, que evoluiu para um inchaço significativo, exigindo intervenção médica urgente. A proximidade do rosto com o sistema nervoso central aumenta os riscos, tornando o diagnóstico precoce essencial.

A doença pode afetar qualquer pessoa, mas é mais comum em indivíduos com imunidade comprometida, como idosos, crianças ou portadores de condições como diabetes. Adriana relatou que o estresse e a rotina intensa podem ter contribuído para o surgimento da infecção. A jornalista destacou a importância de não ignorar sinais como inchaço ou dor, que podem indicar algo mais grave do que um problema estético.

  • Fatores de risco:
    • Lesões na pele, como acne ou picadas de inseto.
    • Baixa imunidade devido a doenças crônicas ou estresse.
    • Infecções dentárias não tratadas, como cáries ou problemas periodontais.
    • Traumas ou procedimentos odontológicos, como extrações.

Impacto da trombose no tratamento

Durante a segunda internação, Adriana Perroni recebeu o diagnóstico de trombose venosa no braço esquerdo, uma complicação possivelmente ligada ao cateter usado no tratamento inicial. A trombose, caracterizada pela formação de um coágulo em uma veia, pode ser grave se não monitorada, especialmente em regiões próximas a órgãos vitais. A jornalista relatou que o novo diagnóstico foi um susto, mas a equipe médica agiu rapidamente para iniciar o tratamento com medicamentos anticoagulantes, que ela seguirá por meses.

O uso de cateteres, comum em internações para administração de antibióticos, pode, em raros casos, desencadear coágulos. No caso de Adriana, os médicos suspeitam que essa foi a causa. A trombose venosa, embora mais comum em membros inferiores, pode ocorrer nos superiores, especialmente em pacientes com dispositivos invasivos. A jornalista destacou a importância de um acompanhamento médico rigoroso para evitar complicações adicionais.

  • Cuidados pós-internação:
    • Uso de anticoagulantes orais por meses para tratar a trombose.
    • Continuidade dos antibióticos via cateter em homecare.
    • Monitoramento regular para avaliar a infecção e o coágulo.
    • Repouso e redução de atividades estressantes.

Repercussão nas redes sociais

O caso de Adriana Perroni ganhou destaque nas redes sociais, com mensagens de apoio de colegas, como Juliana Rosa e Patrícia Ferraz, e de seguidores que se sensibilizaram com sua história. A jornalista usou seu perfil no Instagram, onde tem 50 mil seguidores, para compartilhar atualizações sobre seu estado de saúde e alertar sobre a celulite facial. Suas postagens geraram debates sobre a importância de reconhecer sinais precoces de infecções e buscar ajuda médica rapidamente.

A Record e portais como o R7 amplificaram a conscientização sobre a doença, publicando matérias que explicavam os riscos e os sintomas. Adriana agradeceu o apoio recebido, destacando o carinho de amigos, familiares e até desconhecidos que enviaram mensagens de força. A visibilidade do caso também reforçou a necessidade de educação sobre condições de saúde menos conhecidas, mas potencialmente graves.

  • Reações marcantes:
    • Juliana Rosa: “Que bom, amiga! Amo você. Feliz que está melhor.”
    • Patrícia Ferraz: “Recuperação completa para você, querida.”
    • Douglas Costa: “Graças a Deus você recebeu alta!”
    • Edu Pereira: “Que maravilhoso, amiga querida! Melhoras.”

Medidas de prevenção

Prevenir a celulite facial envolve cuidados simples, mas fundamentais, que Adriana Perroni reforçou em suas mensagens. A higiene adequada da pele e a atenção a pequenas lesões podem evitar a entrada de bactérias. Além disso, manter a saúde bucal em dia é essencial, já que infecções dentárias, como cáries não tratadas, estão entre as principais causas da doença. A jornalista também destacou o impacto do estresse na imunidade, sugerindo que a rotina intensa pode facilitar infecções.

Os médicos recomendam ações preventivas que podem ser incorporadas ao dia a dia. Evitar manipular espinhas ou coçar picadas de inseto reduz o risco de infecções. Pessoas com condições que comprometem a imunidade, como diabetes, devem redobrar os cuidados. Adriana enfatizou que o diagnóstico precoce foi crucial para evitar complicações mais graves em seu caso.

  • Dicas de prevenção:
    • Higienizar feridas e arranhões com água e sabão.
    • Evitar espremer espinhas ou manipular lesões na pele.
    • Manter a higiene bucal para prevenir infecções dentárias.
    • Procurar um médico ao notar inchaço ou dor persistente no rosto.

Trajetória profissional de Adriana Perroni

Adriana Perroni, de 44 anos, tem uma carreira consolidada no jornalismo brasileiro. Iniciou sua trajetória em 2002 na RedeTV!, onde permaneceu até 2007. Passou pela Rede CNT e pela TV TEM, afiliada da Globo em Sorocaba, antes de ganhar destaque na GloboNews, entre 2014 e 2021, como repórter e apresentadora. Na Record desde 2021, ela integra a equipe do Jornal da Record e apresenta o Fala Brasil aos sábados, conquistando reconhecimento pela sua abordagem direta e profissional.

A jornalista usou sua visibilidade para transformar o susto com a saúde em uma oportunidade de conscientização. Suas postagens no Instagram, focadas em conteúdo profissional, reforçam sua dedicação ao jornalismo e à comunicação com o público. Mesmo afastada por duas semanas, Adriana manteve os seguidores informados, mostrando resiliência e compromisso com sua audiência.

  • ** marcos da carreira**:
    • 2002-2007: Repórter na RedeTV!.
    • 2008-2013: Trabalho na Rede CNT.
    • 2014-2021: Repórter e apresentadora na GloboNews.
    • Desde 2021: Jornalista e apresentadora na Record.

Lições de um susto com a saúde

A experiência de Adriana Perroni com a celulite facial e a trombose trouxe à tona a importância de ouvir o corpo e buscar ajuda médica rapidamente. A jornalista relatou que o problema começou com um sintoma discreto, que ela inicialmente confundiu com algo simples, como um terçol. A demora em procurar atendimento agravou o quadro, resultando em internações e um tratamento prolongado. Sua história serve como alerta para a gravidade de infecções aparentemente inofensivas.

A conscientização promovida por Adriana também destacou o papel das redes sociais na disseminação de informações sobre saúde. Ao compartilhar seu caso, ela incentivou outras pessoas a prestarem atenção a sinais como inchaço ou dor persistente, que podem indicar problemas sérios. A jornalista reforçou que a prevenção e o diagnóstico precoce são fundamentais para evitar complicações graves, como as que ela enfrentou.

  • Sinais a observar:
    • Inchaço persistente no rosto, especialmente próximo aos olhos.
    • Dor intensa ou sensação de calor na região afetada.
    • Vermelhidão ou caroços que se espalham rapidamente.
    • Febre ou mal-estar acompanhando sintomas na pele.
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