João Fonseca, jovem promessa do tênis brasileiro, mantém seus planos inalterados e seguirá diretamente para o US Open após a derrota na terceira rodada do Masters 1000 de Cincinnati, nos Estados Unidos, contra o francês Terance Atmane, por 6/3 e 6/4, na noite de 11 de agosto de 2025. Apesar da possibilidade de solicitar um convite para o ATP 250 de Winston-Salem, o carioca de 18 anos optou por priorizar sua preparação para o Grand Slam em Nova York, onde participará de uma exibição com lendas do esporte no dia 21 de agosto, data de seu 19º aniversário. O evento contará com nomes como Andre Agassi e Venus Williams, prometendo ser um marco na carreira do tenista. Fonseca, atual 44º no ranking ao vivo da ATP, treina em Cincinnati com Alex De Minaur, mantendo o foco em sua evolução técnica e física para o último Grand Slam do ano. Sua decisão reflete uma estratégia de longo prazo, equilibrando compromissos promocionais e competitivos.
O tenista, que já alcançou o 47º lugar como melhor ranking da carreira, segue de olho na classificação mundial, torcendo contra adversários como Roberto Bautista Agut, Zizou Bergs, Benjamin Bonzi, Francisco Comesana e Adrian Mannarino, que podem impactar sua posição. A escolha de não jogar em Winston-Salem reforça a confiança do brasileiro em sua preparação para o US Open, torneio que distribui a maior premiação da história do tênis, com 90 milhões de dólares.
- Compromissos em Nova York: Exibição com lendas no dia 21 de agosto, no Arthur Ashe Stadium.
- Treinos intensos: Sessões com Alex De Minaur em Cincinnati para aprimorar o jogo.
- Foco no ranking: Monitoramento de adversários para manter ou subir do 44º lugar.
A trajetória de Fonseca em 2025 tem sido marcada por feitos notáveis, como a vitória sobre Andrey Rublev no Australian Open e o título em Buenos Aires, consolidando-o como o mais jovem campeão sul-americano da era aberta.
Caminho até o US Open
João Fonseca chega ao US Open com a experiência de ter disputado os outros três Grand Slams do ano, alcançando a terceira rodada em Roland Garros e Wimbledon. Sua estreia no torneio nova-iorquino será um marco, já que ele nunca jogou a chave principal do evento. A decisão de pular o ATP 250 de Winston-Salem, que ocorre na semana anterior, demonstra confiança em sua preparação. O brasileiro optou por treinos intensivos e compromissos promocionais, como a exibição “Stars of the Open”, que reúne ícones do esporte. Este evento, marcado para o dia de seu aniversário, terá grande visibilidade e pode impulsionar sua imagem no circuito.
O jovem tenista tem se destacado por sua capacidade de atrair multidões, especialmente em torneios com forte presença de torcedores brasileiros, como no Miami Open, onde o australiano Alex De Minaur descreveu a atmosfera como “quase um Rio Open”. Sua popularidade cresce à medida que ele combina talento em quadra com carisma fora dela, inspirado por ídolos como Rafael Nadal.
- Evolução em Grand Slams: Terceira rodada em Roland Garros e Wimbledon.
- Exibição de peso: Evento com Agassi, Roddick e Venus Williams no Arthur Ashe Stadium.
- Apoio da torcida: Fãs brasileiros prometem criar atmosfera vibrante em Nova York.
- Premiação recorde: US Open 2025 distribuirá 90 milhões de dólares.
Estratégia e preparação
A escolha de Fonseca por não competir em Winston-Salem reflete uma estratégia bem planejada. Após a derrota em Cincinnati, ele segue treinando na cidade americana, aproveitando a estrutura do torneio para sessões com jogadores de alto nível, como Alex De Minaur. Essas práticas são cruciais para ajustar detalhes técnicos, especialmente em quadras duras, superfície do US Open. A Laykold, usada no torneio, favorece um jogo agressivo, que se alinha ao estilo de Fonseca, marcado por forehands potentes e transições ofensivas.
Além disso, o tenista trabalha sob a orientação de seu técnico de longa data, Guilherme Teixeira, que o acompanha desde os tempos de juvenil. A dupla foca em melhorar a movimentação lateral e a consistência contra adversários mais experientes, pontos destacados como áreas de evolução após a derrota para Nicolás Jarry em Wimbledon.
- Treinos com De Minaur: Sessões em Cincinnati para ajustes táticos.
- Superfície Laykold: Quadra dura de velocidade média, ideal para o jogo de Fonseca.
- Orientação técnica: Guilherme Teixeira reforça fundamentos para Grand Slams.
- Foco na consistência: Melhorar defesa e movimentação contra rivais cadenciados.
Impacto no ranking
Com 1.095 pontos acumulados nos últimos 12 meses, João Fonseca está próximo de consolidar sua posição no top 50 da ATP. Sua campanha em Cincinnati, onde conquistou 50 pontos com duas vitórias, o levou ao 44º lugar no ranking ao vivo. No entanto, a manutenção dessa posição depende do desempenho de outros jogadores. Roberto Bautista Agut, que enfrenta um duelo atrasado pela chuva em Cincinnati, é uma ameaça direta. Além dele, Zizou Bergs, Benjamin Bonzi, Francisco Comesana e Adrian Mannarino também podem influenciar a classificação do brasileiro.
Fonseca torce para que esses adversários não avancem em seus respectivos torneios, garantindo assim a possibilidade de alcançar um novo recorde pessoal no ranking. Sua melhor marca, 47º lugar, foi atingida em julho de 2025, após uma campanha sólida em Wimbledon.
- Pontos em Cincinnati: 50 pontos garantidos com duas vitórias.
- Concorrentes no ranking: Bautista Agut, Bergs, Bonzi, Comesana e Mannarino.
- Melhor marca: 47º lugar, alcançado em 21 de julho de 2025.
- Top 50 consolidado: 1.095 pontos acumulados em 12 meses.
Exibição de lendas e visibilidade
A participação na exibição “Stars of the Open” no dia 21 de agosto, no Arthur Ashe Stadium, coloca Fonseca ao lado de ícones como Andre Agassi, Andy Roddick e Venus Williams. O evento, que marca seu 19º aniversário, é uma oportunidade única para ganhar experiência e visibilidade. Jogar diante de uma multidão no estádio principal do US Open, mesmo em um evento festivo, pode preparar o jovem para a pressão do Grand Slam.
A escolha de Fonseca por priorizar esse compromisso em vez de um torneio competitivo como Winston-Salem reflete uma visão estratégica. Ele combina exposição midiática com preparação técnica, aproveitando a proximidade com lendas do esporte para aprender e se inspirar. A presença de brasileiros na torcida deve reforçar o apoio, criando um ambiente favorável para sua estreia na chave principal.
- Data especial: Exibição coincide com o 19º aniversário de Fonseca.
- Nomes de peso: Agassi, Roddick e Venus Williams no evento.
- Palco principal: Arthur Ashe Stadium, o maior do tênis mundial.
- Apoio brasileiro: Torcida promete atmosfera vibrante em Nova York.
Futuro após o US Open
Após o US Open, que acontece de 24 de agosto a 7 de setembro, Fonseca já tem compromissos definidos. Ele representará o Brasil na Copa Davis contra a Grécia, em setembro, e participará da Laver Cup, em São Francisco, entre 19 e 21 de setembro. Na Laver Cup, ele integrará o time “Resto do Mundo”, liderado por Andre Agassi, ao lado de jogadores como Tommy Paul, Taylor Fritz e Ben Shelton. A equipe enfrentará o time “Europa”, com nomes como Carlos Alcaraz e Alexander Zverev.
Esses eventos mostram a crescente relevância de Fonseca no cenário internacional. Sua presença em competições por equipes reforça sua versatilidade e capacidade de atuar sob pressão, características que podem ser decisivas para um bom desempenho no US Open.
- Copa Davis: Duelo contra a Grécia em setembro.
- Laver Cup: Time “Resto do Mundo” com Agassi, Paul, Fritz e Shelton.
- Adversários na Laver Cup: Alcaraz, Zverev e Rune no time “Europa”.
- Versatilidade: Experiência em competições individuais e por equipes.

