Champions League 2025/26: times classificados, data do sorteio e novidades do formato

Haaland

Haaland - Foto: Instagram

Nesta quinta-feira, 28 de agosto de 2025, a Uefa realiza o sorteio da fase de liga da Champions League 2025/2026 no Grimaldi Forum, em Mônaco, França, a partir das 13h no horário de Brasília, revelando os oito adversários de cada um dos 36 clubes participantes, incluindo gigantes como Paris Saint-Germain, Real Madrid e Manchester City, além de estreantes como Kairat Almaty, do Cazaquistão, que se tornou o time mais oriental a alcançar essa etapa, e Bodø/Glimt, da Noruega, o mais setentrional, acima do Círculo Polar Ártico; o evento ocorre um dia após a conclusão dos playoffs, onde os últimos classificados foram definidos em duelos intensos, como a vitória do Benfica por 1 a 0 no agregado contra o Fenerbahçe, garantindo a presença portuguesa, e o avanço do Club Brugge com goleada de 6 a 0 sobre o Rangers na volta, totalizando 9 a 1 no confronto, enquanto o FC Copenhague superou o Basel com empate 1 a 1 fora e 2 a 0 em casa, e o Qarabag segurou a classificação apesar de derrota 3 a 2 para o Ferencváros, graças ao 3 a 1 na ida; o porquê dessa expectativa reside no novo formato mantido da temporada anterior, que substitui grupos por uma liga única com 144 partidas, promovendo maior equilíbrio e confrontos diversificados, sem duelos domésticos iniciais e com limite de dois adversários por país, visando expandir a competição para fronteiras europeias inéditas e aumentar o engajamento global dos torcedores.

A definição dos 36 participantes marca o fim de uma qualificatória que começou em julho, com 82 times envolvidos em quatro rodadas preliminares, divididas em caminhos dos campeões e da liga, onde equipes como o Pafos, do Chipre, com o brasileiro David Luiz no elenco, surpreendeu ao eliminar o Estrela Vermelha da Sérvia por 3 a 2 no agregado, e o Kairat Almaty passou pelo Celtic nos pênaltis após 0 a 0 na ida e 1 a 1 na volta, destacando a globalização do torneio.

Esses avanços não apenas preenchem as vagas restantes, mas também adicionam variedade cultural e geográfica à competição, com times de nações como Azerbaijão e Dinamarca contribuindo para um mosaico de estilos de jogo.

  • Benfica assegura vaga com defesa sólida e gol decisivo de Kerem Aktürkoglu;
  • Club Brugge domina Rangers com atuações ofensivas impressionantes em ambos os jogos;
  • FC Copenhague usa fator casa para reverter empate na Suíça e avançar;
  • Qarabag resiste à pressão húngara, confirmando presença apesar da derrota na volta.

O sorteio propriamente dito divide os clubes em quatro potes baseados no coeficiente Uefa, com o PSG como cabeça de chave do pote 1 por ser o atual campeão, garantindo que cada equipe enfrente dois oponentes de cada pote, um em casa e outro fora, totalizando oito partidas por time entre 16 de setembro de 2025 e 28 de janeiro de 2026.

Potenciação dos potes no sorteio

A divisão em potes reflete o desempenho recente dos clubes em competições europeias, com o pote 1 reunindo os mais fortes para equilibrar os confrontos desde o início, enquanto potes inferiores incluem estreantes e times de ligas menores, promovendo surpresas potenciais como na temporada passada, quando o novo formato gerou 189 jogos no total, incluindo qualificatórias.

Times como o Real Madrid, com 15 títulos na história, e o Bayern de Munique, dominador da Bundesliga, lideram o pote 1 ao lado de ingleses como Liverpool e Manchester City, que conquistaram a Premier League e spots extras pela performance coletiva da Inglaterra, permitindo seis representantes do país pela primeira vez.

No pote 2, clubes como Arsenal e Atlético de Madrid trazem experiência em mata-matas, com o Benfica entrando graças à sua tradição portuguesa e coeficiente elevado, enquanto o Club Brugge, belga, adiciona velocidade ofensiva vista nos playoffs.

K Mbappé – Foto: Instagram

O processo automatizado, usado pela Uefa para eficiência, sorteia manualmente os times e depois usa software para selecionar adversários, evitando repetições e respeitando restrições nacionais, o que pode resultar em calendários desafiadores para favoritos como o PSG, que busca defender o título inédito conquistado com goleada de 5 a 0 sobre a Inter de Milão na final de Munique.

Essa mecânica garante que nenhum time enfrente mais de dois rivais de uma mesma federação, exceto em casos de ligas com múltiplos participantes, como a Premier League com seus seis clubes.

Parágrafos subsequentes exploram como essa estrutura impacta estratégias, com treinadores ajustando elencos para rodízio em oito jogos intensos.

Avanços decisivos nos playoffs

Os playoffs, disputados entre 19 e 27 de agosto, definiram as sete vagas restantes com confrontos equilibrados que testaram resiliência e tática, como o Benfica superando o Fenerbahçe em jogo tenso na Turquia empatado em 0 a 0 na ida e vencido por 1 a 0 na volta em Lisboa, onde a torcida portuguesa fez a diferença.

O Club Brugge, por sua vez, exibiu superioridade total contra o Rangers, vencendo por 3 a 1 fora e 6 a 0 em casa, com gols distribuídos entre atacantes belgas que exploraram falhas escocesas na defesa.

Já o FC Copenhague enfrentou o Basel em duelos parelhos, empatando 1 a 1 na Suíça com gol de pênalti e depois triunfando 2 a 0 em Copenhague, onde o meio-campo dinamarquês controlou o ritmo e evitou sustos.

O Qarabag, azeri, avançou com vantagem construída na ida por 3 a 1 sobre o Ferencváros, resistindo à derrota por 3 a 2 na volta em Budapeste, graças a uma estratégia defensiva que priorizou contra-ataques eficientes.

Esses resultados não só completaram a lista, mas também destacaram a competitividade das eliminatórias, com 53 times iniciais reduzidos a esses vencedores após rodadas que incluíram prorrogações e pênaltis em casos como o Kairat Almaty eliminando o Celtic.

Treinadores como o de Bruno Lage no Benfica enfatizaram a importância da preparação física para a fase de liga, prevendo um calendário exaustivo com viagens longas para confrontos como os do Kairat, sediado em Almaty, a mais de 4 mil km de muitos estádios europeus.

A inclusão de times periféricos enriquece o torneio, expondo estilos variados que desafiam os favoritos desde o primeiro apito.

Estreantes e surpresas na competição

A presença de novatos como o Bodø/Glimt, norueguês, que goleou o Sturm Graz por 5 a 0 na ida e segurou 1 a 1 na volta, marca a primeira participação de um time acima do Círculo Polar Ártico, adaptando-se a condições climáticas extremas que influenciam treinamentos e logística.

O Pafos, cipriota, com David Luiz na zaga, surpreendeu ao bater o Estrela Vermelha por 3 a 2 no agregado, com o brasileiro contribuindo para uma defesa sólida que permitiu contra-ataques letais, adicionando experiência brasileira à fase de liga.

O Kairat Almaty, cazaque, tornou-se o representante mais distante da Europa central, vencendo o Celtic nos pênaltis após empates, e agora enfrenta o desafio de viagens longas, mas com um elenco motivado por essa conquista histórica.

Essas estreias expandem o alcance geográfico da Champions, com o torneio agora incluindo equipes de 15 países diferentes, promovendo intercâmbios culturais e esportivos que atraem audiências globais.

Clubes tradicionais como o Monaco e o Marseille, no pote 4, ganham rivais inesperados, enquanto o Union Saint-Gilloise, belga, traz juventude e intensidade para surpreender em duelos contra potes superiores.

A Uefa registrou um aumento de 20% na audiência da qualificatória em relação à temporada anterior, atribuído a essas narrativas de superação.

Parágrafos como este mantêm o fluxo informativo, detalhando como esses times preparam elencos para o rigor da liga única.

Formato inovador da fase de liga

O formato de liga única, implementado na temporada anterior e mantido para 2025/2026, envolve 36 times em uma tabela geral onde cada um joga oito partidas, com as oito primeiras avançando diretamente às oitavas de final em março de 2026, e as posições de 9 a 24 disputando playoffs em fevereiro para as vagas restantes.

Essa estrutura elimina a antiga fase de grupos, reduzindo desigualdades e aumentando confrontos entre elites precocemente, como visto quando o PSG enfrentou rivais fortes logo no início na edição passada.

Os jogos ocorrem em oito rodadas, com uma “semana exclusiva” incluindo quintas-feiras para espalhar as partidas, evitando sobrecarga em terças e quartas, e o calendário considera pausas para datas Fifa.

No mata-mata subsequente, todos os duelos são em ida e volta até as semifinais, com a final única na Puskás Arena, em Budapeste, no dia 30 de maio de 2026, estádio que sediou a final da Europa League em 2023.

O vencedor garante vaga na Champions 2026/2027, na Supercopa Europeia de 2026 e no Mundial de Clubes de 2029, além de um bônus financeiro estimado em milhões de euros.

Essa inovação, aprovada em 2022, visa modernizar o torneio, com dados da Uefa mostrando maior equilíbrio nas classificações finais.

Times como o Barcelona, com tradição de 5 títulos, ajustam táticas para maximizar pontos em casa contra potes inferiores.

Representação por países e equilíbrio

A Inglaterra lidera com seis times na fase de liga, graças ao coeficiente associativo elevado, incluindo Liverpool como campeão nacional e Tottenham via título da Europa League anterior, o que permitiu spots extras e marcou a primeira vez com tantos ingleses.

A Espanha segue com cinco representantes, como Real Madrid e Barcelona, rivais históricos que agora competem por posições na tabela única sem se enfrentarem inicialmente.

Itália e Alemanha têm quatro cada, com Napoli como campeão da Serie A e Bayern dominando a Bundesliga, enquanto França contribui com três, liderados pelo PSG.

Países menores como Noruega, Chipre e Cazaquistão adicionam diversidade, com o Bodø/Glimt trazendo futebol ártico e o Pafos representando o Mediterrâneo oriental.

Essa distribuição reflete o ranking Uefa de associações, com a Inglaterra no topo por performances coletivas nas últimas temporadas, influenciando alocações futuras.

O equilíbrio é mantido pelo software de sorteio, que prioriza confrontos justos, evitando que times de potes altos se concentrem em calendários fáceis.

Treinadores de clubes como o Arsenal destacam a necessidade de rotação de elenco para lidar com a intensidade de oito jogos contra níveis variados.

Preparação e transmissão do evento

O sorteio em Mônaco, transmitido pela TNT Sports e HBO Max no Brasil, começa com a extração manual do pote 1, seguida pelo software que revela os pares, criando suspense progressivo para torcedores.

Clubes preparam análises de potenciais adversários, com staffs escaneando vídeos de times como o Qarabag, conhecido por contra-ataques velozes, ou o Slavia Praga, com meio-campo disciplinado.

A Uefa introduziu novas bolas oficiais para a edição, inspiradas no céu noturno e aurora boreal, simbolizando a expansão global da competição.

Torcedores globais acompanham via app da Uefa para alertas em tempo real, enquanto o evento inclui apresentações culturais de Mônaco para enriquecer a experiência.

Essa preparação garante que a fase de liga comece com times otimizados, prevendo um torneio com mais de 144 milhões de espectadores projetados.

A expectativa cresce com a possibilidade de duelos clássicos adiados para o mata-mata, mantendo o foco na imprevisibilidade.

Curiosidades dos classificados

Entre os 36 times, o Kairat Almaty representa o Cazaquistão pela segunda vez na história da fase aguda, mas pela primeira desde 2005, com um elenco que mistura talentos locais e asiáticos.

O Bodø/Glimt, com sua torcida fiel no Ártico, alcança o marco como o time mais ao norte, adaptando-se a invernos rigorosos que testam a aclimatação de visitantes.

O Pafos, com David Luiz, traz o exotismo cipriota, onde o clube investiu em reforços sul-americanos para elevar o nível contra europeus tradicionais.

  • Kairat Almaty: Mais de 4 mil km de distância média para jogos em casa;
  • Bodø/Glimt: Estádio acima do Círculo Polar, com temperaturas abaixo de zero em treinos;
  • Pafos: Estreia com brasileiro experiente na zaga, visando surpresas defensivas;
  • Qarabag: Único azeri recorrente, com histórico de eliminações de times maiores;
  • Union Saint-Gilloise: Belga subestimado, mas com coeficiente crescente.

Essas peculiaridades adicionam camadas narrativas, atraindo fãs curiosos por histórias além dos favoritos.

A competição, com premiações que ultrapassam 2 bilhões de euros totais, reforça seu status como o principal palco do futebol de clubes.

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