Pular para o conteúdo
Menu
Mix Vale

A seleção brasileira recebe o Chile nesta quinta-feira, 4 de setembro de 2025, às 21h30 pelo horário de Brasília, no Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro, pela 17ª rodada das Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo de 2026. Carlo Ancelotti, técnico do Brasil, já classificado para o torneio na América do Norte, ajusta a equipe com testes no ataque para manter o ritmo vencedor em casa e preparar o grupo para desafios futuros. Nicolás Córdova, interino no Chile, sem chances de vaga, organiza o time para uma atuação digna e evitar goleadas, priorizando defesa sólida. O Maracanã, com capacidade para 78 mil pessoas, terá ingressos esgotados e um show de Ivete Sangalo antes da partida para elevar a atmosfera. A arbitragem ainda aguarda confirmação da Conmebol, mas inclui VAR para lances decisivos. Historicamente, o Brasil vence 55 de 76 jogos contra os chilenos, sem derrotas em casa desde 2000. Previsão do tempo aponta 22 graus Celsius com céu limpo, favorecendo o espetáculo. Esse embate marca a penúltima rodada, com o Brasil em terceiro lugar e o Chile na lanterna.

O Brasil soma sete vitórias em casa nas Eliminatórias. Ancelotti integra jovens no time titular. O Chile busca pontos raros fora de casa.

Siga o Mix Vale no Google e veja nossas notícias primeiro

Destaques incluem Kaio Jorge no banco brasileiro e Alexis Sánchez liderando o Chile.

Forma recente das equipes

O Brasil acumula 25 pontos com sete vitórias, quatro empates e cinco derrotas, garantindo classificação antecipada. Em jogos no Maracanã, o time marcou em todas as partidas, com aproveitamento de 70% nos confrontos locais. Ancelotti, nos treinamentos recentes, enfatiza posse de bola e transições rápidas, corrigindo falhas defensivas vistas em derrotas para rivais sul-americanos.

Já o Chile tem dez pontos de duas vitórias, quatro empates e dez derrotas, sem gols em sete jogos fora. Córdova, em sua segunda passagem interina, ajusta o meio-campo para conter ataques, mas lida com baixa moral após sequência negativa.

Lesões afetam ambos: Brasil sem Neymar e Rodrygo, Chile sem Felipe Loyola. Esses desfalques forçam adaptações táticas imediatas.

Escalações prováveis e formações táticas

Carlo Ancelotti repete formação testada nos treinos, optando por um 4-2-3-1 que equilibra defesa e ataque, com foco em velocidade nas pontas e posse no meio. A escalação provável do Brasil inclui Alisson no gol, Wesley na lateral direita, Marquinhos e Gabriel Magalhães na zaga, Douglas Santos na esquerda, Casemiro e Bruno Guimarães como volantes, Estevão, João Pedro e Raphinha na linha de criação, com Gabriel Martinelli como referência ofensiva. Ancelotti avalia entre Raphinha e Estevão para a armação central, priorizando João Pedro como centroavante fixo para explorar bolas aéreas.

Para o Chile, Nicolás Córdova adota um 4-3-3 compacto, visando contra-ataques e marcação alta em momentos chave. A formação provável conta com Vigouroux defendendo a meta, Hormazábal na direita, Paulo Díaz e Maripán centrais, Suazo na esquerda, Echeverría, Saavedra e Cabral no meio, Osorio, Ben Brereton Díaz e Aravena no ataque. Alternativas incluem Bravo no gol se recuperado, e ajustes com Pulgar no meio para mais experiência.

Essas escalações refletem os últimos treinos, com possibilidade de mudanças por condições físicas ou estratégias de última hora. Reservas como Vanderson e Paquetá no Brasil, e Isla no Chile, podem entrar para alterar o ritmo.

  • Alisson: Segurança em saídas e defesas difíceis, invicto nos últimos jogos.
  • Gabriel Magalhães: Interceptações e liderança na zaga, essencial contra contra-ataques.
  • Bruno Guimarães: Precisão em passes longos e recuperação de bola no meio.
  • Raphinha: Dribles e assistências, com gols recentes em casa.
  • Gabriel Martinelli: Velocidade nas finalizações, artilheiro em ascensão.
Ver essa foto no Instagram

Uma publicação compartilhada por CBF • Seleção Brasileira de Futebol (@brasil)

Histórico dos embates

Enfrentamentos entre Brasil e Chile totalizam 76 jogos, com 55 vitórias brasileiras, 13 empates e oito chilenas. Desde 2017, o Brasil venceu quatro dos cinco duelos sem sofrer gols, incluindo placares como 4 a 0. No Maracanã, invencibilidade dura décadas, com médias de três gols por partida.

Alexis Sánchez, pelo Chile, busca quebrar jejum de gols contra o Brasil. O histórico favorece os donos da casa, que marcam antes do intervalo em 80% dos jogos recentes.

Confrontos passados destacam domínio tático brasileiro em transições.

Resultados dos últimos jogos

Sequência do Brasil inclui vitória 2 a 0 sobre Paraguai, empate 1 a 1 com Colômbia, derrota 0 a 1 para Argentina, vitória 3 a 1 contra Venezuela e 2 a 0 sobre Peru. Em casa, consistência com gols e vitórias.

Chile registra derrota 0 a 1 para Bolívia, 0 a 3 para Argentina, 1 a 2 contra Equador, vitória 1 a 0 sobre Paraguai e empate 0 a 0 com Colômbia. Fora, zero vitórias e seca de gols.

Contraste evidente: Brasil forte localmente, Chile vulnerável em viagens.

  • Brasil: 2-0 Paraguai, 1-1 Colômbia, 0-1 Argentina, 3-1 Venezuela, 2-0 Peru.
  • Chile: 0-1 Bolívia, 0-3 Argentina, 1-2 Equador, 1-0 Paraguai, 0-0 Colômbia.

Transmissão e detalhes do local

Transmissão ao vivo pela Globo em TV aberta, SporTV por assinatura e GE TV no YouTube, com opções de streaming no Globoplay. Ingressos variam de R$ 100 a R$ 500, com lotação esperada de 60 mil, e interdições no entorno a partir das 18h30.

Arbitragem segue padrões Conmebol, com ênfase em fair play. Curiosidade: estreia de Kaio Jorge e retorno de Sánchez.

Destaques individuais

Kaio Jorge, reserva brasileiro, impressiona com 15 gols na Série A, pronto para entrar e mudar o jogo. Raphinha e Martinelli formam dupla veloz, enquanto Bruno Guimarães controla o meio.

No Chile, Sánchez lidera com visão, apoiado por Brereton Díaz em duelos físicos. Paulo Díaz ancora a defesa contra pressão.

Ausências: Neymar fora por lesão, Loyola ausente no Chile. Fatores decisivos para o equilíbrio.

  • Kaio Jorge: Finalizações precisas e mobilidade.
  • Alexis Sánchez: Experiência em passes decisivos.
  • Bruno Guimarães: Domínio no setor central.
  • Ben Brereton Díaz: Força em disputas aéreas.
  • Gabriel Magalhães: Coberturas defensivas eficazes.

Estratégias e expectativas

Ancelotti pressiona alto para gols rápidos, com histórico de vitórias ao liderar no intervalo. Chile compacta linhas, mas perde em metade dos jogos fora no primeiro tempo.

Palpites apontam 3 a 0 para o Brasil, explorando falhas chilenas. Torcida e show pré-jogo impulsionam o ambiente.

Notícias relacionadas

Mais lidas

  1. Matéria Publicitária

    Pix nos Classificados Mix Vale premia cadastros diários com transferências diretas de R$ 25 no Brasil

  2. Destaques

    Morre Juan Atkins pioneiro do techno de Detroit aos 64 anos nos Estados Unidos

  3. Crimes

    Assassinato de jovem em Rifaina: pecuarista suspeito de matar empresária Priscila Lacerda, de 24 anos, na SP-334 é achado morto

  4. Acidentes

    Acidente na MG-050 deixa jovem de 18 anos morto após bater contra carro e cair em represa em Pimenta

  5. Crimes

    Ataque hacker à Binance rouba US$ 6,3 bilhões em 20 minutos

  6. Cotidiano

    Feriado 2 de novembro Dia de Finados é nacional no Brasil e antecede três folgas em 2026

  7. Matéria Publicitária

    Classificados Mix Vale: saiba como anunciar totalmente de graça e sem contrapartida no portal

  8. Curiosidades

    Deportação de brasileiros dos Estados Unidos: Boeing 777 fretado chega a Confins (MG) com 85 passageiros

Sua privacidade

O Mix Vale usa cookies para medir audiência e exibir anúncios que sustentam a redação. Você escolhe. Política de privacidade.